Confiança dos brasileiros na seleção para a Copa do Mundo atinge o menor nível histórico
15 ABR

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Esportes
Letícia Pires Galvão Por Letícia Pires Galvão - Há 10 dias
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A confiança dos brasileiros na seleção brasileira de futebol, a menos de dois meses da Copa do Mundo de 2026, caiu para o menor nível desde que as pesquisas começaram a ser realizadas, em 1994. De acordo com um levantamento do Datafolha, apenas 29% da população acredita que o Brasil conquistará o título no torneio que ocorrerá nos Estados Unidos, Canadá e México.

No mesmo estudo, a seleção da França surge como a principal concorrente, com 17% das citações. Argentina e Alemanha aparecem em seguida, com 4% cada, enquanto Portugal, Espanha, Estados Unidos e Inglaterra somam 1% cada. Outros 3% dos entrevistados apontaram seleções diferentes, mostrando que a soma dos rivais (34%) supera a confiança na seleção brasileira.

Esse índice representa uma queda em relação à pesquisa anterior, realizada em julho de 2025, quando 33% dos entrevistados apostavam no Brasil como campeão. Este novo recorde negativo evidencia a perda de centralidade do Brasil como favorito entre os torcedores, algo que era comum em edições anteriores do torneio.

Para a pesquisa, o Datafolha entrevistou 2.004 pessoas com 16 anos ou mais, em 137 municípios, entre os dias 7 e 9 de abril de 2026, com margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

No recorte por gênero, 26% dos homens acreditam que a seleção brasileira será campeã, enquanto entre as mulheres, esse número é de 32%. Apesar de ambos os grupos gerarem um empate técnico dentro da margem de erro, chama a atenção que a França, entre os homens, aparece à frente do Brasil com 27% das citações.

Além disso, a pesquisa revelou diferenças significativas entre os eleitores de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e os que apoiam Flávio Bolsonaro (PL). Entre os eleitores do presidente, 36% acreditam que o Brasil será campeão, enquanto entre os apoiadores de Bolsonaro, apenas 26% compartilham dessa crença.

Desde a chegada do técnico Carlo Ancelotti, a seleção brasileira conseguiu resolver alguns de seus problemas mais urgentes, como a estabilização do comando e a classificação para a Copa. No entanto, ainda restam desafios mais profundos, como a recuperação da identidade em campo e a superação da falta de confiança nas instâncias da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Além disso, mesmo após os últimos amistosos realizados em abril, a equipe ainda enfrenta críticas pela sua performance, especialmente após a derrota por 2 a 1 para a França, mesmo jogando com um atleta a mais na maior parte da partida. Essa derrota expôs fragilidades no controle emocional e na consistência da equipe em situações decisivas.

A seleção terminou o ciclo de amistosos com uma vitória 3 a 1 sobre a Croácia, mas ainda não conseguiu dissipar as dúvidas em relação à sua competitividade. A atuação, no entanto, ampliou as opções para Ancelotti, que já considera novos jogadores, como o volante Danilo Santos e os atacantes Luiz Henrique e Endrick.

O técnico Carlo Ancelotti enfrenta desafios significativos em sua gestão, que começou em maio de 2025, e não chegou a completar um ano no cargo. A seleção passou por um período turbulento, com várias trocas de treinadores desde a saída de Tite, em 2022. Ancelotti é o quarto técnico a assumir o cargo nesse curto espaço de tempo, após Ramon Menezes, Fernando Diniz e Dorival Júnior.

Desta forma, a pesquisa do Datafolha reflete um momento de incerteza e desconfiança em relação à seleção brasileira. A queda no otimismo dos torcedores é alarmante e exige uma reflexão profunda sobre as mudanças necessárias para recuperar a confiança do público.

Em resumo, a falta de resultados expressivos e a fragilidade institucional da CBF contribuem para um cenário preocupante. A identificação de problemas internos e a construção de uma nova identidade são cruciais para que a equipe volte a ser vista como uma potência no futebol mundial.

Assim, a responsabilidade recai sobre a comissão técnica e os jogadores, que devem trabalhar em conjunto para reverter a situação. A expectativa é que Ancelotti consiga consolidar uma equipe coesa e competitiva, que possa resgatar a tradição do futebol brasileiro.

Além disso, é fundamental que a CBF promova uma administração transparente e eficaz, que possa restaurar a confiança dos torcedores. Somente com um trabalho sério e comprometido será possível voltar a ser uma referência no cenário internacional.

Finalmente, a proximidade da Copa do Mundo traz à tona a necessidade de uma união entre todos os envolvidos, desde a equipe técnica até os torcedores. A mobilização em torno da seleção é essencial para que o Brasil possa sonhar, mais uma vez, com a conquista do hexacampeonato.

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Letícia Pires Galvão

Sobre Letícia Pires Galvão

Educadora física especializada em treinamentos de esportes coletivos. Atua em projetos sociais de base para jovens talentos. Paixão por vôlei, esporte que praticou profissionalmente. Hobby favorito: dança de salão.