Conflito no PT: Washington Quaquá Retira Apoio à Candidatura de Benedita da Silva ao Senado
12 MAI

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Política
Professor Otávio Cavalcanti Mendes Por Professor Otávio Cavalcanti Mendes - Há 23 horas
6714 4 minutos de leitura

O clima no Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio de Janeiro esquentou após o prefeito de Maricá e vice-presidente nacional da sigla, Washington Quaquá, anunciar que não apoiará mais a candidatura da deputada federal Benedita da Silva ao Senado. O rompimento de Quaquá, que ocorreu em um grupo de WhatsApp da Executiva nacional do PT, foi motivado por uma proposta de intervenção do diretório nacional do partido na escolha dos suplentes da chapa da candidata.

A proposta da Executiva do PT sugere que a decisão sobre quem será o suplente de Benedita não fique a cargo do diretório estadual, mas sim do diretório nacional. Essa mudança prejudica diretamente Quaquá, que tem a maioria no diretório estadual e estava se opondo à indicação do ex-presidente da Casa da Moeda, Manoel Severino, como primeiro suplente, devido a sua reputação envolvida em escândalos.

Durante a discussão sobre a intervenção, Quaquá deixou claro seu descontentamento, afirmando: "Estou cagando para a suplência. Mas não contem comigo para a eleição dela (Benedita). Não vou botar minhas digitais nessa burrice." Ele criticou a medida, considerando-a uma "capitania hereditária" que retira a autonomia do PT do Rio de Janeiro.

Quaquá desejava indicar dois aliados como suplentes na chapa de Benedita: o vereador carioca Felipe Pires e o cantor gospel Kleber Lucas. O descontentamento de Quaquá com a possível indicação de Severino reflete a preocupação com a imagem da candidatura de Benedita e a influência negativa que escândalos poderiam ter na campanha.

Por sua vez, Benedita se posicionou afirmando que tem o "direito de decidir" sobre a composição de sua chapa e não vê a intervenção do diretório nacional com bons olhos. Essa situação ilustra a tensão interna no PT, especialmente em um ano eleitoral que se aproxima.

A candidatura de Benedita ao Senado faz parte de uma aliança política em torno do ex-prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que também está concorrendo ao governo do estado. No entanto, ainda não está definido quem será a segunda candidatura desse grupo ao Senado, o que torna a situação ainda mais delicada em um contexto de disputas internas e externas.


Desta forma, o desentendimento entre Washington Quaquá e Benedita da Silva expõe as fragilidades internas do PT no Rio de Janeiro. A intervenção do diretório nacional na escolha de suplentes revela um padrão de centralização que pode afastar lideranças locais e desencorajar a base partidária.

Além disso, a expressão "capitania hereditária" utilizada por Quaquá denota uma crítica à falta de espaço para a participação democrática dentro da sigla. Essa dinâmica pode ser prejudicial não só para a candidatura de Benedita, mas para a imagem do partido em um cenário eleitoral já desafiador.

É fundamental que o PT encontre um equilíbrio entre a decisão centralizada e a autonomia dos diretórios estaduais. A falta de diálogo pode resultar em divisões que comprometam a força do partido nas urnas.

O contexto atual exige que lideranças como Benedita e Quaquá busquem um entendimento que favoreça a união em vez da fragmentação. A construção de uma chapa coesa e representativa é essencial para enfrentar os desafios que se aproximam nas eleições.

Por fim, a situação atual serve como um alerta. A capacidade de diálogo e a construção de consensos internos são essenciais para que o PT se mantenha relevante e competitivo nas próximas eleições.

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Professor Otávio Cavalcanti Mendes

Sobre Professor Otávio Cavalcanti Mendes

Jurista constitucionalista e professor universitário de Ciência Política. Atua em tribunais superiores analisando casos complexos. Paixão profunda por leis, justiça e história global. Apreciador nato de música clássica.