Deputada Erika Hilton classifica prioridade de Hugo Motta para PEC da escala 6x1 como "movimento inesperado"
10 FEV

Carta Branca - As notícias de último minuto estão sempre aqui. Fique por dentro!

SAIBA MAIS
Política
Marcos Antonio Oliveira Por Marcos Antonio Oliveira - Há 2 meses
13629 4 minutos de leitura

A deputada Erika Hilton, do PSOL de São Paulo, que é autora de uma proposta para a extinção da escala 6x1, afirmou em entrevista ao SBT News, no dia 10 de fevereiro de 2026, que a decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta, do Republicanos da Paraíba, de priorizar esse assunto no primeiro semestre deste ano foi um "movimento inesperado". Ela mencionou que se reuniu com Motta na semana anterior, momento em que o presidente não indicou que a proposta seria enviada ao Congresso tão rapidamente.

Na segunda-feira, 9 de fevereiro, Motta encaminhou a proposta para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, onde ficará apensada a um projeto semelhante do deputado Reginaldo Lopes, do PT de Minas Gerais. O novo presidente da CCJ, Leur Lomanto Júnior, do União da Bahia, confirmou que o relator do projeto será designado após o Carnaval. A expectativa é que a votação ocorra até o mês de maio.

Hilton elogiou a entrada do governo federal na discussão sobre a extinção da jornada 6x1, mas ressaltou suas próprias articulações do ano anterior, que ajudaram a colocar o tema em evidência. "Conseguimos convencer o governo que essa questão era de grande relevância para o Brasil, dada sua popularidade e a importância social que envolve", afirmou.

A deputada Hilton também reconheceu a necessidade de ceder em alguns pontos do texto original, que propõe a redução da carga de trabalho de 44 horas semanais para 36. Ela deixou claro que o projeto contém "gordura necessária" para facilitar negociações com líderes partidários. Apesar disso, Hilton rejeitou as propostas de alteração estrutural sugeridas pelo deputado Sóstenes Cavalcante, do PL do Rio de Janeiro, que quer discutir a remuneração por hora trabalhada. Para a deputada, essa abordagem visa criar confusão entre os trabalhadores e desviar a atenção do objetivo principal.

Hilton criticou as declarações do líder do PL, afirmando que sua intenção é semear desinformação e incerteza entre os trabalhadores que aguardam ansiosamente pela aprovação da proposta. "O foco deve ser a redução da jornada de trabalho, estabelecendo um novo modelo de escala, com cinco dias trabalhados e dois de descanso", enfatizou.


Desta forma, a discussão sobre a escala 6x1 revela-se essencial para o futuro das relações de trabalho no Brasil. A articulação da deputada Erika Hilton é um exemplo do esforço necessário para avançar em pautas que beneficiem a classe trabalhadora. O movimento do presidente Hugo Motta de priorizar essa proposta demonstra uma nova fase nas discussões sobre direitos trabalhistas, que há muito tempo carecem de atenção.

Entretanto, é crucial que o debate não se resuma a posturas conflituosas entre os partidos, mas que busque soluções práticas e efetivas para a população. As tensões entre os diferentes grupos políticos devem ser superadas em nome da construção de um ambiente laboral mais justo e equilibrado. A proposta de redução da carga horária, por exemplo, deve ser discutida de maneira ampla, levando em conta as necessidades de todos os setores envolvidos.

Além disso, a resistência de alguns líderes, como Sóstenes Cavalcante, aponta para a necessidade de fortalecer o diálogo entre trabalhadores e empregadores. Criar um consenso em torno da proposta pode facilitar sua aprovação e implementação, beneficiando não apenas os trabalhadores, mas também a economia como um todo. O compromisso com uma jornada de trabalho mais justa é um passo indispensável para a valorização do trabalho no Brasil.

Por fim, é fundamental que a sociedade civil se mantenha atenta a essas discussões. A mobilização popular pode ser um fator decisivo para pressionar os parlamentares a priorizarem os interesses da classe trabalhadora. A aprovação da proposta de redução de carga horária pode ser um marco significativo na proteção dos direitos trabalhistas e na promoção de um equilíbrio saudável nas relações de trabalho.

Proteja seu celular com estilo e segurança!

Assim como a deputada Erika Hilton se posiciona em defesa dos trabalhadores, é essencial também defender seu smartphone! Com a Dretal Capa para Samsung Galaxy A15 5G com protetor de tela ..., você assegura não apenas a proteção do seu dispositivo, mas também um toque de elegância no seu dia a dia.

Esta capa é mais do que um acessório: ela é a fusão perfeita de design moderno e segurança robusta. Com materiais de alta qualidade, ela garante que seu celular esteja protegido contra quedas e arranhões, mantendo-o sempre com aparência de novo. Sinta a confiança de ter seu smartphone protegido, enquanto desfruta da liberdade de usá-lo em qualquer lugar!

Não perca a oportunidade de garantir a segurança do seu dispositivo com um produto que une qualidade e estilo. A hora é agora! Adquira já a sua Dretal Capa para Samsung Galaxy A15 5G com protetor de tela ... e experimente a diferença!

Gostou dessa notícia? Você pode compartilhá-la com seus amigos!

Marcos Antonio Oliveira

Sobre Marcos Antonio Oliveira

Jornalista com pós-graduação em Política Internacional. Atua cobrindo o congresso nacional há mais de uma década. Grande paixão por história brasileira e debates democráticos. Nas horas vagas, dedica-se ao estudo de xadrez.