Flávio Bolsonaro minimiza contato com empresário e se defende de acusações - Informações e Detalhes
A pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) enfrenta um novo desafio após a divulgação de um áudio em que ele pede dinheiro ao empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, para a produção de um filme sobre seu pai, Jair Bolsonaro. A situação gerou desconforto entre os principais aliados do pré-candidato à Presidência, que questionaram se havia risco de novas revelações ligando Flávio ao empresário.
Flávio Bolsonaro negou repetidamente qualquer implicação, conforme relatos à CNN. Em entrevista na quarta-feira, após a publicação da matéria pelo site Intercept Brasil, o senador afirmou que o diálogo se restringiu a discutir uma cota de patrocínio e que não há risco de novos vazamentos que possam prejudicar sua candidatura. A preocupação da equipe de campanha é que, se tivessem conhecimento do contato com Vorcaro, poderiam ter elaborado uma estratégia para evitar a crise, que pegou todos de surpresa.
A reação da pré-campanha foi traçar uma estratégia de defesa. O senador decidiu apoiar as investigações e convocar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Banco Master, tentando transferir a responsabilidade para o Partido dos Trabalhadores (PT). Essa ofensiva ganhou força após a quinta fase da Operação Compliance Zero, que mira o senador Ciro Nogueira, presidente do Progressistas e ex-ministro da Casa Civil no governo Bolsonaro.
No último sábado (9), durante um evento em Florianópolis (SC), Flávio usou uma camiseta com a frase: "O Pix é do Lula, o Master é do Lula". Em coletiva de imprensa, ele declarou que Lula deveria explicar a presença de Daniel Vorcaro no Palácio da Alvorada. Flávio enfatizou que o caso do Banco Master é o maior escândalo financeiro do país e acusou a esquerda de criar narrativas que tentam vincular o ex-presidente Bolsonaro ao empresário.
Em uma nota divulgada na quarta-feira, Flávio Bolsonaro reiterou que conheceu Vorcaro apenas em dezembro de 2024, após o término do governo de seu pai. Ele defendeu a criação da CPI do Banco Master e reafirmou que o contato com o ex-banqueiro foi somente para buscar recursos privados para o filme, sem envolvimento de dinheiro público ou da Lei Rouanet. Flávio afirmou ainda que seu contato foi apenas para cobrar a retomada do pagamento das parcelas de patrocínio do filme e que não ofereceu vantagens em troca.
O senador concluiu sua defesa ressaltando que não houve qualquer tipo de relação ilícita, diferenciando sua situação das "relações espúrias" que, segundo ele, envolvem o governo Lula e seus representantes. Ele reafirmou a necessidade da CPI do Banco Master, insistindo na separação entre inocentes e culpados.
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