Pesquisa aponta que 38% dos brasileiros acompanharão a Copa do Mundo pela TV Globo
20 ABR

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Esportes
Felipe Cavalcanti D'Ávila Por Felipe Cavalcanti D'Ávila - Há 23 dias
12510 5 minutos de leitura

A Copa do Mundo de 2026, que terá início no dia 11 de junho, promete movimentar o Brasil com grandes transmissões esportivas. De acordo com uma pesquisa realizada pelo Datafolha, 38% da população brasileira planeja assistir aos jogos pela TV Globo, que é a emissora responsável por transmitir o torneio ininterruptamente desde 1970. Essa preferência reflete o histórico de cobertura da emissora, que neste ano transmitirá 52 partidas, sendo 20 delas exclusivas na TV aberta.

O levantamento aponta que a CazéTV, liderada pelo influenciador Casimiro Miguel, surge como uma opção atraente, especialmente entre os jovens, com 10% de preferência. Em seguida, o SBT aparece com 9% e o SporTV, que pertence ao mesmo grupo da Globo, com 5%. A plataforma GE TV, que também é parte do grupo Globo, foi mencionada por apenas 1% dos entrevistados.

Além disso, a CazéTV se destaca por ser a única plataforma que fará a transmissão completa de todos os 104 jogos do torneio, o que pode atrair ainda mais espectadores. O YouTube, que hospeda a CazéTV, também aparece na pesquisa com 3% de intenção de audiência. Outras emissoras como Record, Band e ESPN, que não possuem os direitos de transmissão, foram mencionadas, mas com números muito baixos: 2%, 1% e 1%, respectivamente.

Embora 31% dos entrevistados afirmem que não têm intenção de assistir aos jogos, o interesse pela CazéTV tem crescido, especialmente entre os jovens. Quando analisados os dados por faixa etária, a Globo tem 34% de preferência entre os espectadores de 16 a 24 anos, enquanto a CazéTV registra 29%, configurando um empate técnico, considerando a margem de erro da pesquisa.

Entre os mais velhos, a preferência pela Globo é ainda mais acentuada, com 39% dos entrevistados acima de 60 anos afirmando que vão acompanhar os jogos pela emissora. Nesse sentido, o estudante Guilherme Roberto Rocha Lima, de 20 anos, expressa sua preferência pela CazéTV, citando a abordagem mais descontraída e leve do canal em comparação com a TV tradicional.

Maria Cristina Roberto, mãe de Guilherme, já não acompanha mais os jogos pela Globo após a saída do narrador Galvão Bueno, preferindo as transmissões da CazéTV, que considera mais interessantes e com narradores mais dinâmicos. Essa mudança de hábito demonstra como a nova geração tem buscado alternativas mais interativas e menos formais para o consumo de conteúdo esportivo.

Eduardo Corch, professor de marketing do Insper, destaca que o crescimento da CazéTV entre os jovens não é surpreendente, mas a rapidez com que isso aconteceu é notável. Ele ressalta que a nova geração não cresceu com a TV aberta como principal meio de comunicação e que plataformas como YouTube e TikTok são mais familiares para eles. A proposta de transmitir jogos de forma gratuita e acessível é um fator que favorece a CazéTV, especialmente entre os jovens de menor poder aquisitivo.

Corch afirma que a Globo, por outro lado, mantém sua popularidade entre os mais velhos devido ao hábito de assistir pela televisão, que ainda é o meio preferido desse público. A combinação de tradição e a força da marca Globo garantem sua liderança, mas a concorrência com plataformas digitais tende a crescer.


Desta forma, a pesquisa do Datafolha revela um cenário interessante sobre o consumo de conteúdo esportivo no Brasil, especialmente em relação à Copa do Mundo. O domínio da TV Globo, que se mantém forte ao longo das décadas, enfrenta agora a ascensão de novas plataformas que atraem a atenção de um público jovem em busca de diferentes experiências de visualização.

Em resumo, a diversidade de opções de transmissão reflete a evolução do consumo de mídia, onde as plataformas digitais se tornam cada vez mais relevantes. A CazéTV, com seu formato inovador e acessível, adapta-se às preferências de uma geração que valoriza a interatividade e a espontaneidade.

Assim, é fundamental que as emissoras tradicionais, como a Globo, não apenas mantenham sua qualidade, mas também se adaptem às novas demandas do público jovem. A competição acirrada entre as plataformas pode resultar em um conteúdo mais dinâmico e atrativo para o telespectador.

Então, a forma como os jogos da Copa do Mundo serão transmitidos pode influenciar o futuro das emissoras de TV no Brasil. O desafio será encontrar um equilíbrio entre a tradição e a inovação, garantindo que todos os públicos sejam atendidos. O futuro da transmissão esportiva no Brasil parece promissor, mas requer atenção e adaptação contínuas.

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Felipe Cavalcanti D'Ávila

Sobre Felipe Cavalcanti D'Ávila

Especialista em Direito Desportivo e entusiasta de maratonas. Atua em tribunais esportivos defendendo a transparência e ética no esporte. Paixão fervorosa por futebol nacional. No tempo livre, pratica ciclismo de estrada.