Senado Federal não deve pautar PEC da Segurança Pública, segundo Davi Alcolumbre
11 MAI

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Política
Bruno Kleber Santos Por Bruno Kleber Santos - Há 2 dias
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Nos últimos dias, o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), indicou que não tem planos de colocar em pauta a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. Essa proposta é uma das principais expectativas do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva neste terceiro mandato. A proposta, que já está parada na mesa de Alcolumbre há cerca de dois meses, foi aprovada na Câmara dos Deputados, mas ainda não avançou no Senado.

De acordo com relatos de governistas, a situação poderia mudar caso ocorra uma reaproximação entre o Palácio do Planalto e a Presidência do Senado. No momento, a tendência é que a PEC continue sem movimentação, permanecendo na gaveta de Alcolumbre.

A PEC da Segurança Pública é considerada uma das principais iniciativas do governo para a área de segurança. Ela propõe a criação do Sistema Único de Segurança Pública (Susp), que visa integrar as ações de órgãos de segurança em níveis federal, estadual e municipal. Além disso, a proposta também fortalece mecanismos para financiamento de ações de combate ao crime.

Senadores que possuem bom relacionamento tanto com o governo quanto com a presidência do Senado têm defendido a necessidade de diálogo. Acreditam que a aprovação da PEC da Segurança e a questão do fim da escala 6x1 pedem uma interlocução mais próxima entre Lula e Alcolumbre.

Com a PEC sem perspectivas de avanço em um futuro próximo, o governo está buscando outras estratégias para apresentar resultados na área de segurança. Na próxima terça-feira, dia 12, a gestão federal planeja divulgar um programa de combate ao crime organizado, que será baseado em portarias e decretos.

Esse novo plano contará com um orçamento estimado em R$ 11 bilhões, que será proveniente de recursos orçamentários e de bancos públicos. As ações propostas estão organizadas em quatro eixos principais: asfixia financeira das organizações criminosas; fortalecimento da segurança no sistema prisional; qualificação das investigações e esclarecimento de homicídios; e combate ao tráfico de armas.

Além disso, o governo brasileiro está trabalhando na articulação internacional para promover a cooperação no combate ao crime. O presidente Lula sugeriu a formação de um grupo de trabalho com representantes das polícias da América do Sul, com sede em Manaus (MA), para enfrentar esses desafios. Ele chegou a convidar o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para participar dessa iniciativa.

Desta forma, a situação atual da PEC da Segurança Pública no Senado reflete a complexidade das relações políticas em Brasília. O papel do diálogo entre diferentes esferas do governo é essencial para que propostas relevantes sejam discutidas e aprovadas. A falta de movimentação em torno da PEC pode ser interpretada como um sinal de dificuldades para o governo Lula.

Em resumo, a proposta de criação do Sistema Único de Segurança Pública é uma resposta necessária aos crescentes desafios de segurança enfrentados pelo Brasil. Contudo, a sua aprovação depende de articulações políticas eficazes e de um compromisso genuíno em prol da segurança pública.

Assim, a implementação de programas alternativos, como o novo plano de combate ao crime organizado, pode ser uma saída viável para o governo. Contudo, é fundamental que essas ações sejam bem estruturadas e monitoradas para garantir eficiência e resultados concretos.

Por fim, a articulação internacional que o governo busca estabelecer também é um passo importante. A cooperação entre países sul-americanos pode fortalecer as ações de combate ao crime e trazer resultados mais eficazes.

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Bruno Kleber Santos

Sobre Bruno Kleber Santos

Graduando em Ciência Política, focado em relações exteriores e geopolítica da América Latina. Atua em canais de debate para o público jovem. Paixão por geografia humana. Seu refúgio favorito de fim de semana é o surf.