Wesley é Destaque nas Laterais da Seleção Brasileira para a Copa de 2026
14 MAI

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Esportes
Felipe Cavalcanti D'Ávila Por Felipe Cavalcanti D'Ávila - Há 1 hora
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O setor de laterais da seleção brasileira enfrenta uma verdadeira crise de confiança em sua convocação para a Copa do Mundo de 2026. Apesar das dificuldades, Wesley, jogador da Roma, é apontado como a opção mais confiável para ocupar uma das posições. Com um histórico de 22 laterais convocados por diferentes treinadores, poucos se destacaram de maneira consistente. Wesley, que atua na esquerda em seu clube, tem mostrado bom desempenho na lateral direita da seleção, o que o torna um candidato forte para a próxima convocação.

A convocação de Danilo, outro lateral, gera questionamentos devido à sua idade e à falta de titularidade no Flamengo. O mesmo ocorre com Alex Sandro, que também não se destacou nos últimos jogos. Além disso, a ausência de oportunidades para jogadores como Alex Telles levanta debates sobre a escolha dos convocados, evidenciando a crise recorrente na posição de laterais na seleção.

Desde a Copa do Mundo de 2022, onde a seleção passou por um drama com lesões de seus laterais, a situação não melhorou. Naquele torneio, Tite convocou Alex Sandro, Alex Telles, Danilo e Daniel Alves, mas nenhum deles era uma escolha unânime. Daniel Alves, em especial, foi alvo de críticas, tendo 39 anos na época e vindo de um longo período sem atuar.

O rodízio de técnicos na seleção, com a passagem de Ramon Menezes, Fernando Diniz, Dorival Júnior e agora Carlo Ancelotti, trouxe um elevado número de convocados para a posição. Ao todo, foram 22 laterais, mas muitos não chegaram a jogar com a camisa da seleção. Apenas Ancelotti convocou 11 deles em suas cinco chamadas desde que assumiu o comando da equipe.

Na lateral direita, Wesley e Danilo foram os que mais atuaram, enquanto na esquerda, Alex Sandro e Douglas Santos também tiveram suas oportunidades. Contudo, a sensação predominante é que os laterais convocados para a Copa de 2026 não são insubstituíveis, refletindo a atual situação da posição no futebol brasileiro.

Wesley se destaca como o lateral brasileiro em melhor forma no momento, tendo se estabelecido como titular na Roma sob a direção do técnico Gian Piero Gasperini. A mudança para a ala esquerda não prejudicou seu desempenho na seleção, onde ele frequentemente aparece como um quinto homem de ataque, mantendo suas funções defensivas.

A situação de outros laterais, como Vanderson, que sofreu uma lesão que o afastou da Copa, e Paulo Henrique, que não conseguiu manter o nível de desempenho após ser convocado, ilustra a dificuldade de encontrar alternativas sólidas para as laterais. Danilo foi convocado antecipadamente, e sua escolha é contestada devido a sua idade e à falta de regularidade em seu clube.

Alex Sandro e Douglas enfrentam uma concorrência limitada, mas a falta de consistência em suas atuações levanta dúvidas sobre sua convocação. Caio Henrique, que teve mais minutos em campo sob Ancelotti, não mostrou a regularidade necessária, aumentando a incerteza sobre as laterais da seleção para o próximo Mundial.


Desta forma, a escolha de Wesley como principal aposta para as laterais da seleção brasileira reflete as dificuldades enfrentadas pelo setor. A falta de opções sólidas e a rotatividade de convocados indicam um problema estruturante na formação de jogadores para essa posição. Apesar das críticas, a convocação de Danilo e Alex Sandro, mesmo em meio a incertezas, revela uma tentativa de manter a experiência na equipe.

Em resumo, a crise nas laterais da seleção exige atenção, já que a Copa do Mundo se aproxima. A dependência de Wesley pode ser arriscada, considerando sua adaptação na Roma e a pressão da torcida. O futebol brasileiro precisa de uma reformulação para garantir que novos talentos surjam e ofereçam alternativas aos jogadores mais velhos.

Assim, é essencial que a comissão técnica avalie não apenas o desempenho atual, mas também o potencial de crescimento dos jovens laterais. Iniciativas para integrar jogadores como Alex Telles e Vanderson ao grupo podem ser fundamentais para fortalecer a equipe.

Finalmente, a seleção brasileira deve lidar com a crise nas laterais de forma proativa, investindo em treinamentos que aprimorem as habilidades defensivas e ofensivas dos convocados. Essa abordagem pode resultar em um time mais coeso e preparado para os desafios da Copa do Mundo.

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Felipe Cavalcanti D'Ávila

Sobre Felipe Cavalcanti D'Ávila

Especialista em Direito Desportivo e entusiasta de maratonas. Atua em tribunais esportivos defendendo a transparência e ética no esporte. Paixão fervorosa por futebol nacional. No tempo livre, pratica ciclismo de estrada.