Alexandre Curi deixa o PSD e se une ao Republicanos em meio à incerteza sobre sucessão de Ratinho Júnior - Informações e Detalhes
O presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Alexandre Curi, anunciou sua saída do PSD e a filiação ao Republicanos durante um encontro da cúpula do partido na noite de quarta-feira. O evento contou com a presença do presidente nacional do Republicanos, o deputado federal Marcos Pereira.
Curi, que demonstra interesse em concorrer ao governo do estado, realiza essa mudança em um momento de incerteza sobre quem será o sucessor do atual governador Ratinho Júnior no Palácio do Iguaçu. Essa indefinição persiste mesmo após Ratinho ter desistido de se candidatar à presidência da República. A decisão de Curi foi comunicada por meio de suas redes sociais, onde ele afirmou que "a troca de partido não representa uma ruptura". Segundo ele, essa decisão reafirma sua responsabilidade em continuar contribuindo com um projeto que, segundo suas palavras, "transformou o nosso estado, com equilíbrio, diálogo e foco em resultados concretos para a população".
Nos bastidores, as movimentações de Curi geram expectativas de que outros prefeitos do PSD possam seguir o mesmo caminho e deixar o partido. Antes de Curi, o ex-prefeito de Curitiba, Rafael Greca, também havia trocado o PSD pelo MDB, o que levanta questões sobre a estabilidade da sigla no contexto político atual.
Atualmente, o único nome que permanece no PSD como potencial sucessor de Ratinho Júnior é o secretário das Cidades, Guto Silva. Ele é considerado o candidato mais próximo do governador, mas enfrenta desafios internos e externos, especialmente a resistência de algumas alas do partido. Isso se deve ao fato de Guto não se mostrar competitivo nas pesquisas eleitorais em comparação ao senador Sergio Moro, que representa o bolsonarismo e será o candidato pelo PL-PR.
Nas últimas semanas, o nome do atual prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel, também começou a ser mencionado como uma possível opção. No entanto, Pimentel negou a intenção de se candidatar, pois para isso precisaria se desvincular do cargo até o próximo sábado, 4 de abril. Caso isso acontecesse, a prefeitura ficaria sob a responsabilidade do vice-prefeito, Paulo Martins, ligado a um grupo político que apoiará Moro.
Enquanto isso, Ratinho Júnior tem buscado fortalecer sua base política. Recentemente, ele filiou a jornalista Cristina Graeml ao PSD. Em 2024, Graeml chegou ao segundo turno na disputa pela prefeitura de Curitiba, apoiada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, mas acabou sendo derrotada por Pimentel. Antes de se juntar ao PSD, ela havia se filiado ao União Brasil, considerando a possibilidade de uma futura composição com Moro e sua intenção de concorrer ao Senado.
Desta forma, a saída de Alexandre Curi do PSD e sua filiação ao Republicanos refletem uma instabilidade política que pode impactar o cenário eleitoral no Paraná. A indefinição em torno da sucessão de Ratinho Júnior demonstra a fragilidade das alianças partidárias em momentos de transição.
Em resumo, a movimentação de Curi e a debandada de outros líderes do PSD evidenciam uma busca por novas oportunidades em um contexto de incertezas. A política paranaense, marcada por essa troca de siglas, poderá alterar a dinâmica das próximas eleições e as prioridades dos grupos envolvidos.
Assim, é importante observar como essa mudança afetará a estratégia política dos partidos e seus candidatos. A pressão por resultados concretos e a necessidade de diálogo serão cruciais para que os novos líderes consigam se firmar em um cenário tão competitivo.
Finalmente, a recente filiação de Cristina Graeml ao PSD pode ser um movimento estratégico do governador para fortalecer sua base. A capacidade de formar alianças e unir forças será determinante para a sobrevivência política em um ambiente marcado por disputas acirradas.
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