Brasil será o país com mais árbitros na Copa do Mundo de 2026
09 ABR

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Esportes
Felipe Cavalcanti D'Ávila Por Felipe Cavalcanti D'Ávila - Há 16 horas
2507 4 minutos de leitura

A próxima Copa do Mundo de Futebol, que ocorrerá em 2026, contará com a participação de nove árbitros brasileiros na equipe de arbitragem. A confirmação foi feita pela Fifa, que anunciou a escalação dos juízes para a competição que será realizada nos Estados Unidos, no México e no Canadá. O Brasil se destaca ao ter três juízes principais, cinco assistentes e um árbitro assistente de vídeo (VAR), totalizando essa impressionante equipe de arbitragem.

Os juízes escalados são Raphael Claus, de São Paulo, Wilton Pereira Sampaio, de Goiás, e Ramon Abatti Abel, de Santa Catarina. Na função de assistentes, estão Bruno Boschillia, do Paraná, Bruno Pires, de Goiás, Danilo Manis, de São Paulo, Rodrigo Figueiredo, do Rio de Janeiro, e Rafael Alves, do Rio Grande do Sul. O árbitro de vídeo será Rodolpho Toski Marques, também do Paraná.

Essa Copa do Mundo será a maior da história, com o número inédito de 48 seleções, e um total de 104 partidas programadas entre 11 de junho e 19 de julho. Para atender essa demanda, a Fifa selecionou 52 árbitros, 88 assistentes e 30 árbitros de vídeo. O Brasil, com seus nove representantes, é o país que mais envia árbitros para a competição, um fato que foi celebrado pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Segundo Netto Góes, que recentemente assumiu a direção de arbitragem da CBF, essa quantidade de árbitros brasileiros não é apenas um dado estatístico, mas sim um reflexo de um trabalho sério e alinhado aos padrões de excelência do futebol mundial. Ele destacou que essa representatividade reforça a confiança que a Fifa deposita na arbitragem brasileira.

No entanto, é importante mencionar que a CBF enfrentou desafios recentes relacionados à arbitragem. O setor de arbitragem passou por mudanças significativas, especialmente após a demissão de Wilson Luiz Seneme e a nomeação de Rodrigo Martins Cintra para assumir a área. Em outubro, após uma rodada conturbada no Campeonato Brasileiro, algumas decisões geraram críticas e resultaram no afastamento de árbitros envolvidos em erros durante as partidas.

Como parte de um esforço para melhorar a qualidade da arbitragem, a CBF anunciou um programa de profissionalização do setor, que inclui a seleção de 72 árbitros que receberão salários mensais e bônus por desempenho. Este investimento, estimado em R$ 195 milhões para o período de 2026 a 2027, visa aprimorar a preparação e a atuação dos árbitros brasileiros.

Além disso, a CBF anunciou a criação de uma nova diretoria específica para a arbitragem, liderada por Netto Góes, que trabalhará em conjunto com Rodrigo Martins Cintra para fortalecer a governança e a estrutura da arbitragem no Brasil. A intenção é posicionar a arbitragem brasileira como uma das principais forças no cenário internacional nos próximos anos.


Desta forma, a seleção de tantos árbitros brasileiros para a Copa do Mundo de 2026 é um indício claro do reconhecimento internacional da qualidade da arbitragem nacional. Isso representa uma oportunidade valiosa para que o Brasil reafirme sua posição de destaque no futebol global.

No entanto, é fundamental que a CBF continue a investir em formação e treinamento para seus árbitros. A profissionalização é um passo necessário, mas deve ser acompanhada de um compromisso constante com a qualidade e a ética no esporte.

Além disso, a CBF deve estar atenta às críticas e buscar melhorar continuamente a transparência e a comunicação com os torcedores. Erros de arbitragem podem ser prejudiciais para a imagem do esporte e a confiança dos fãs.

Por fim, é essencial que a CBF utilize essa visibilidade para promover um ambiente de integridade e respeito dentro do futebol brasileiro. O sucesso na arbitragem não depende apenas da quantidade de representantes, mas também da qualidade das decisões e da imparcialidade durante as partidas.

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Felipe Cavalcanti D'Ávila

Sobre Felipe Cavalcanti D'Ávila

Especialista em Direito Desportivo e entusiasta de maratonas. Atua em tribunais esportivos defendendo a transparência e ética no esporte. Paixão fervorosa por futebol nacional. No tempo livre, pratica ciclismo de estrada.