Ex-secretária de Antônio Carlos, o 'Careca do INSS', nega envolvimento em fraudes
02 MAR

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Política
Professor Otávio Cavalcanti Mendes Por Professor Otávio Cavalcanti Mendes - Há 1 mês
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Durante o depoimento na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, realizado nesta segunda-feira (2), Aline Bárbara Mota de Sá Cabral, ex-secretária de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, negou ter conhecimento sobre a origem ilícita da fortuna do lobista. Em sua declaração, ela afirmou que, ao ser contratada, Antônio Carlos se apresentou como um empresário de sucesso, o que a levou a não questionar a proveniência do dinheiro. "Eu era uma secretária e não tinha por que eu investigar a vida dele", declarou Aline.

A ex-secretária enfatizou que seu papel não incluía cometer crimes, mas sim atender à família de Antônio Carlos, gerenciar obras em imóveis particulares e organizar a emissão de passagens aéreas. Aline também se disse vítima do escândalo, sendo envolvida sem sua vontade. No período em que trabalhou para Antônio Carlos, entre junho de 2023 e outubro de 2025, ela ocupou inicialmente a função de secretária e, depois, tornou-se gestora de pessoas na empresa ACDS.

Ela ressaltou que não tinha acesso a contas bancárias e não realizava pagamentos em nome do “Careca do INSS”. No entanto, mencionou que, enquanto secretária, tinha acesso a um cofre na sala de Antônio Carlos. Confrontada pelo deputado Rogério Correia (PT-MG), Aline negou que tivesse comprado passagens ou entregue dinheiro a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho mais velho do presidente Lula.

A relação de Lulinha com nomes envolvidos no esquema fraudulento do INSS tem sido alvo de investigações pela CPMI. Recentemente, a comissão aprovou a quebra de sigilo de Lulinha para apurar se ele atuava como um “sócio oculto” de Antônio Carlos. A votação, realizada na última quinta-feira (26), foi marcada por intenso conflito entre a base governista e a oposição. Parlamentares da base de Lula acusaram o presidente da CPMI, Carlos Viana (Podemos-MG), de manipular a divulgação dos resultados.

Em meio a essa tensão, representantes do governo recorreram ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), questionando o resultado da votação e solicitando o cancelamento da mesma. Até a data do depoimento, não houve resposta oficial para o pedido.

Desta forma, o depoimento de Aline Bárbara Mota de Sá Cabral à CPMI do INSS traz à tona questões importantes sobre a responsabilidade de funcionários em casos de fraudes. É essencial que os envolvidos em cargos administrativos tenham conhecimentos adequados sobre práticas financeiras e a origem dos recursos que gerenciam.

A ausência de acesso a informações cruciais, como contas bancárias, não exime a responsabilidade de indivíduos em situações que envolvem possíveis ilegalidades. O fortalecimento da ética no serviço público deve ser uma prioridade, visando a proteção e a transparência nas administrações.

Além disso, a necessidade de investigações rigorosas sobre as ligações entre figuras públicas e esquemas fraudulentos é fundamental para a manutenção da confiança da população nas instituições. A CPMI tem um papel crucial nesse contexto, e suas ações devem ser acompanhadas com atenção pela sociedade.

Assim, é imperativo que a CPMI prossiga com suas investigações de forma clara e objetiva, garantindo que qualquer evidência de envolvimento em fraudes seja devidamente apurada. A responsabilidade social e a integridade devem prevalecer nas esferas pública e privada.

Por fim, a transparência nas relações entre políticos e empresários é vital para a saúde da democracia. O controle social e a participação ativa da população nas discussões sobre ética e transparência são passos essenciais para construir um Brasil mais justo.

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Professor Otávio Cavalcanti Mendes

Sobre Professor Otávio Cavalcanti Mendes

Jurista constitucionalista e professor universitário de Ciência Política. Atua em tribunais superiores analisando casos complexos. Paixão profunda por leis, justiça e história global. Apreciador nato de música clássica.