Freixo afirma que governo não teve envolvimento na homenagem a Lula durante o Carnaval
19 FEV

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Política
Bruno Kleber Santos Por Bruno Kleber Santos - Há 2 meses
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O presidente da Embratur, Marcelo Freixo, repudiou nesta quinta-feira (19) a ideia de que o governo federal teria responsabilidade sobre a homenagem feita ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) pela escola de samba Acadêmicos de Niterói durante o Carnaval do Rio de Janeiro. A declaração foi feita em uma entrevista ao SBT News, onde Freixo destacou que a escolha do enredo é uma decisão exclusiva das escolas de samba.

Segundo Freixo, o Carnaval é uma festa cultural que deve ser organizada de forma independente das esferas governamentais. Ele afirmou: "O que cada escola retrata, qual o enredo de cada uma, isso é uma responsabilidade da escola. Isso não pode ser responsabilidade de nenhuma prefeitura, de nenhum governo, nem federal nem estadual". O presidente da Embratur ressaltou que a função do governo é garantir que a festividade ocorra de maneira organizada, contribuindo para a geração de empregos e renda.

Ainda em sua fala, Freixo classificou o Carnaval de 2026 como um "sucesso absoluto", enfatizando os impactos econômicos positivos que a festa trouxe. Ele informou que o Brasil arrecadou mais de US$ 180 milhões durante o período festivo, sendo que apenas no Rio de Janeiro, a arrecadação foi de US$ 67 milhões. "O Carnaval é uma das maiores promoções que o Brasil tem no mundo. Gera emprego, renda e fortalece a imagem do país", declarou.

Freixo também apresentou dados que mostram um crescimento de 37% no número de turistas internacionais que visitaram o Brasil em 2025, destacando que o país se tornou o que mais cresceu em fluxo turístico no mundo. Ele comentou que a imagem do Brasil nunca esteve tão positiva e que as pessoas buscam alegria, cultura e experiências durante a festividade.

Sobre as críticas que surgiram em relação à presença de Lula no Sambódromo e a repercussão política de alguns trechos do desfile, Freixo reiterou que não houve nenhum tipo de campanha política ou participação do governo na elaboração do enredo da escola de samba. "O presidente esteve presente em todas as escolas no dia. Não houve qualquer pedido de voto ou ação institucional ligada ao desfile", afirmou.

Em relação ao julgamento do assassinato da vereadora Marielle Franco, que será realizado na próxima semana no Supremo Tribunal Federal, Freixo manifestou sua confiança na Justiça e na atuação da Polícia Federal. Ele considerou "inaceitável" a demora no julgamento do caso, que ocorreu em 2018, e mencionou uma denúncia recente da Procuradoria-Geral da República sobre possíveis obstruções nas investigações iniciais.

Freixo anunciou que deixará a presidência da Embratur no final de março para se candidatar a deputado federal pelo PT no Rio de Janeiro. Ele defendeu a importância de formar uma aliança ampla no campo democrático do estado, incluindo setores de centro, e afirmou que é necessário "tirar o Rio de Janeiro do domínio do crime na política". O presidente concluiu dizendo que o investimento no Carnaval continuará sendo defendido como uma estratégia de promoção internacional do Brasil, independentemente dos enredos das escolas de samba.

Desta forma, a declaração de Marcelo Freixo é um importante posicionamento sobre a relação entre cultura e política no Brasil. O Carnaval, como uma das maiores expressões culturais do país, não deve ser utilizado como ferramenta de campanha eleitoral, mas sim celebrado como um evento que gera renda e emprego.

Em resumo, a afirmação de que o governo não tem responsabilidade sobre as escolhas das escolas de samba reafirma a autonomia dos blocos e a importância da cultura popular. Essa autonomia é fundamental para a preservação da identidade cultural brasileira, que se expressa de maneira vibrante durante o Carnaval.

Assim, é essencial que os gestores públicos mantenham o foco na organização e na promoção de eventos culturais, garantindo que esses espaços sejam livres de interferências políticas. O Carnaval deve ser um momento de união e celebração, refletindo a diversidade e a riqueza cultural do Brasil.

Encerrando o tema, é necessário que a sociedade civil também se mobilize para garantir que a cultura continue sendo um pilar de desenvolvimento econômico. A promoção de eventos como o Carnaval deve ser vista como investimento e não como gasto, refletindo o potencial que a cultura tem para alavancar o turismo e a economia local.

Finalmente, a confiança na Justiça em casos como o de Marielle Franco é um aspecto crucial para a construção de um Brasil mais justo e democrático. A sociedade deve permanecer atenta e engajada para que a justiça seja efetiva e os direitos humanos respeitados.

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Bruno Kleber Santos

Sobre Bruno Kleber Santos

Graduando em Ciência Política, focado em relações exteriores e geopolítica da América Latina. Atua em canais de debate para o público jovem. Paixão por geografia humana. Seu refúgio favorito de fim de semana é o surf.