MDB Mulher se manifesta contra pré-candidatura de Dado Dolabella a deputado federal - Informações e Detalhes
No dia 5 de março de 2026, o MDB Mulher divulgou uma nota de repúdio em relação à filiação e à pré-candidatura do ator Dado Dolabella a deputado federal pelo estado do Rio de Janeiro. A nota foi assinada por Kátia Lôbo, presidente nacional da ala feminina do partido, e destacou o histórico de violência do ator contra mulheres, enfatizando a gravidade da situação, especialmente em um mês dedicado à luta pelos direitos das mulheres.
A pré-candidatura de Dolabella foi anunciada em um vídeo publicado pelo presidente estadual do MDB, Washington Reis. Contudo, o conteúdo foi rapidamente retirado do ar após a repercussão negativa. Na nota, Kátia Lôbo expressou seu estarrecimento ao saber da filiação de um homem com um histórico conhecido de agressões. “Recebi com estarrecimento, surpresa e repúdio a notícia da filiação do ator Dado Dolabella, um homem agressor de mulheres”, afirmou Lôbo.
O comunicado sublinha a delicadeza do momento, trazendo à tona a alarmante realidade de feminicídios e casos de agressões que ocorrem no Brasil. Lôbo enfatizou que em março, mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, a aceitação de uma candidatura de alguém com o histórico de Dolabella é revoltante e contradiz os princípios defendidos pelo MDB Mulher. “Receber esse tipo de notícia é algo que revolta e contraria tudo o que o MDB Mulher quer passar às mulheres”, completou.
No vídeo que anunciou sua candidatura, Washington Reis descreveu Dolabella como um “ator de televisão, pai de família, um homem que tem compromisso com a família e os princípios bons da sociedade”. Após as críticas, a publicação foi excluída da página do ex-prefeito. No mês anterior, Reis havia indicado sua irmã, Jane Reis, como candidata a vice na chapa do prefeito Eduardo Paes na disputa pelo governo do estado.
Na sequência do anúncio de sua candidatura, Dolabella postou um vídeo em que se justificou, alegando ter decidido entrar na política após vivenciar injustiças. Ele declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro na corrida presidencial, afirmando que acredita no fortalecimento das famílias e na luta contra a criminalidade. “Eu acredito no fortalecimento das famílias, no combate firme à criminalidade e na melhoria das leis, para que não sejam instrumentos de injustiça”, disse Dolabella.
O ator já foi condenado pela Justiça do Rio de Janeiro a 2 anos e 4 meses de detenção, em regime aberto, por agressões contra sua ex-namorada, Marina Dolabella, em um incidente ocorrido em 2020. Em 2018, ele também foi condenado a 2 meses e 15 dias por injúria contra sua ex-mulher, Viviane Sarahyba, e em 2008, foi denunciado por agressão pela ex-namorada Luana Piovani, embora o caso tenha sido arquivado sem condenação.
Desta forma, a reação do MDB Mulher à pré-candidatura de Dado Dolabella é um reflexo da crescente conscientização sobre a violência de gênero no Brasil. Com um histórico de agressões e condenações, a escolha de Dolabella para representar um partido político é preocupante e levanta questões sobre a responsabilidade dos partidos na seleção de seus candidatos.
Em resumo, a decisão do MDB em acolher uma figura controversa como Dolabella, especialmente em março, mês em que se comemoram as lutas femininas, parece desconsiderar a gravidade da violência contra mulheres. Esse tipo de atitude não apenas ofende as mulheres, mas também enfraquece as políticas públicas que buscam combater essa realidade.
Assim, é fundamental que os partidos políticos promovam um debate sério sobre a inclusão e a representatividade, levando em conta o histórico de seus candidatos. A sociedade brasileira não pode permitir que figuras com passagens por violência se tornem líderes, pois isso perpetua a cultura de impunidade e desrespeito.
Encerrando o tema, a situação exige uma reflexão profunda sobre o papel das instituições e a necessidade de um compromisso real com os direitos das mulheres. A luta contra a violência de gênero deve estar no centro da agenda política e não ser tratada como mera retórica.
Por fim, é imprescindível que a sociedade civil continue a pressionar por mudanças significativas, promovendo um ambiente onde a violência contra mulheres não seja tolerada e onde os direitos humanos sejam verdadeiramente respeitados.
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