Paquistão busca intermediar negociações entre Irã e EUA para estabilizar economia global
10 ABR

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Cotidiano
Cláudia Regina Lima Por Cláudia Regina Lima - Há 3 horas
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O Paquistão está enfrentando uma intensa pressão internacional para que atue como mediador nas negociações de paz entre o Irã e os Estados Unidos. Essa tarefa, considerada por muitos diplomatas como uma missão extremamente desafiadora, visa estabilizar a economia global, ao mesmo tempo em que o país precisa proteger nações já afetadas por conflitos decorrentes de um cessar-fogo frágil.

As autoridades paquistanesas, incluindo o chefe do Exército, Marechal de Campo Asim Munir, e o primeiro-ministro Shehbaz Sharif, têm se dedicado nas últimas semanas a intensas conversações diplomáticas. O objetivo é evitar uma guerra que poderia agravar a situação na fronteira oeste do Paquistão, que já enfrenta tensões com o Irã e o Afeganistão, países com os quais teve confrontos recentes.

Na quinta-feira (9), partes da capital Islamabad foram isoladas em preparação para a chegada de delegações do Irã e dos EUA. A delegação americana é liderada pelo vice-presidente JD Vance, que deve chegar na sexta-feira (10). A expectativa é que, durante as conversas que ocorrerão no sábado (11), as autoridades paquistanesas possam conduzir as partes a um acordo duradouro.

Analistas alertam que, se a guerra eclodir, poderá haver um colapso do regime no Irã, especialmente nas províncias de Sistão e Baluchistão. Essa situação se tornaria extremamente prejudicial para o Paquistão, que já lida com uma fronteira ocidental instável. O especialista Kamran Bokhari, do Conselho de Política do Oriente Médio, destacou que a situação atual do Paquistão é uma mudança significativa, pois até um ano atrás o país estava mais distante da diplomacia internacional.

O sucesso nas negociações deste fim de semana poderia reforçar a posição do Paquistão no cenário internacional. Por outro lado, um fracasso poderia prejudicar a imagem de sucesso que o país conquistou recentemente. O Irã, ao perceber a influência dos aliados dos EUA sobre o Paquistão, como Arábia Saudita, Turquia e China, deve considerar a colaboração com Islamabad como uma necessidade.

As autoridades de segurança em Islamabad implementaram medidas rigorosas para garantir a segurança durante as reuniões. O Hotel Serena, onde as negociações devem ocorrer, foi esvaziado e controlado pelo governo. As ruas ao redor foram bloqueadas, com a instalação de postos de controle, barricadas e reforço de patrulhas. Essa resposta demonstra a vulnerabilidade do Paquistão frente a possíveis ameaças, tanto internas quanto externas.

Embora os ataques em grandes cidades paquistanesas tenham diminuído, a militância nas regiões fronteiriças com o Afeganistão aumentou desde o retorno do Talibã ao poder em 2021. O atentado suicida em fevereiro em Islamabad acendeu preocupações sobre a segurança, levando o Paquistão a realizar ataques aéreos no Afeganistão, o que resultou em novos conflitos.

Estatísticas recentes indicam que o Paquistão registra o maior número de incidentes terroristas do mundo. Portanto, a percepção de ameaças à segurança nacional é bastante presente. Antes do anúncio do cessar-fogo de duas semanas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, as tentativas de mediação entre os países pareciam ter falhado. Contudo, a liderança paquistanesa conseguiu trazer o Irã de volta à mesa de negociações.

O papel do Paquistão evoluiu de meramente transmitir mensagens entre as partes para um protagonista ativo no processo de negociação. Assim, Islamabad deverá abordar as preocupações das nações do Golfo aliadas aos EUA que sofreram ataques iranianos durante o conflito. Além disso, o Irã tentará pressionar os EUA para que o cessar-fogo seja estendido ao Líbano, onde o primeiro-ministro buscou apoio de Sharif para acabar com os ataques israelenses.

Embora o Paquistão agora tenha adquirido credibilidade e acesso suficientes para mediar as negociações, ainda pode não ter o poder necessário para garantir um resultado que satisfaça as expectativas globais, como a reabertura do Estreito de Ormuz, uma rota marítima vital.

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Cláudia Regina Lima

Sobre Cláudia Regina Lima

Mestre em Comunicação e especialista em análise de tendências digitais. Atua desvendando mecanismos de informação no cotidiano moderno. Paixão por ética jornalística e ávida leitora de suspenses e thrillers brasileiros.