Pesquisa aponta que brasileiros veem Trump de forma favorável em comparação a outras nações
09 FEV

Carta Branca - As notícias de último minuto estão sempre aqui. Fique por dentro!

SAIBA MAIS
Cotidiano
Patrícia Soares Rocha Por Patrícia Soares Rocha - Há 2 meses
5322 5 minutos de leitura

Uma pesquisa recentemente divulgada pela Conferência de Segurança de Munique revelou que o Brasil está entre os países que mais acreditam que as políticas do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, são benéficas para o mundo. De acordo com o estudo, um em cada três brasileiros compartilha dessa opinião, o que coloca o país em uma posição de destaque em relação a outras grandes economias.

Os dados da pesquisa, divulgados no dia 9 de fevereiro de 2026, mostram que 34% dos brasileiros consideram que as políticas de Trump são boas para o mundo, ficando atrás apenas dos Estados Unidos, onde esse índice é de 37%, e da Índia, com 36%. Apesar desse panorama, a pesquisa também indicou que metade dos entrevistados no Brasil não acredita que as ações do presidente americano sejam positivas para o Brasil ou para o mundo.

O levantamento foi realizado em novembro de 2025 e abrangeu cidadãos de países que fazem parte do G7 (Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido), além de Brasil, Índia, China e África do Sul. A maioria dos cidadãos dos outros países pesquisados expressou uma visão negativa em relação à gestão de Trump.

Quando questionados se as políticas de Trump seriam boas para o próprio Brasil, 30% dos brasileiros concordaram, posicionando o país como o terceiro em termos de apoio a essa afirmação. No entanto, 53% dos entrevistados mostraram-se contrários a essa ideia. O relatório ressalta que a diplomacia brasileira enfrentou desafios significativos para manter uma boa relação com os Estados Unidos durante o governo de Trump.

O relatório também observa que muitos brasileiros que inicialmente receberam Trump com otimismo foram levados a refletir sobre essa posição devido a experiências negativas. O Brasil e a Índia foram alvo de tarifas alfandegárias elevadas impostas pelos EUA, e a interferência americana nas políticas democráticas internas do Brasil e da África do Sul foi significativa.

Desde que Trump assumiu seu segundo mandato em 20 de janeiro de 2025, ele fez declarações indicando que não sentia necessidade de uma relação estreita com o Brasil, mesmo após apoiar o ex-presidente Jair Bolsonaro, atualmente preso. As sanções aplicadas pela Casa Branca ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, e sua esposa também foram um ponto de tensão nas relações bilaterais, embora essas sanções tenham sido retiradas em dezembro do ano passado.

A situação começou a mudar após um encontro entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Trump, que ajudou a aliviar as tensões entre os países. Entretanto, o estudo destaca que a população canadense, ao contrário da brasileira, vê o governo Trump com preocupação. Cerca de 77% dos canadenses discordam que as políticas de Trump sejam boas para o Canadá, refletindo uma deterioração nas relações entre os dois países desde o início do segundo mandato de Trump.

Na Europa, os cidadãos da Alemanha e da França também expressam uma visão negativa em relação ao governo americano. A pesquisa sugere que a população europeia se sente pressionada pela mudança nas dinâmicas de segurança, especialmente em um contexto em que a agressão russa tem colocado à prova a segurança do continente. O relatório menciona a preocupação com a ascensão de líderes que buscam desmantelar instituições em vez de reformá-las, um fenômeno que pode ser uma tendência marcante do século XXI.

Desta forma, a análise da percepção brasileira sobre as políticas de Trump revela um cenário complexo, onde a opinião pública está dividida. O apoio considerável a Trump entre os brasileiros pode ser resultado de fatores políticos, sociais e econômicos que merecem uma reflexão mais aprofundada.

O Brasil, ao se posicionar favoravelmente em relação a um presidente frequentemente criticado internacionalmente, sinaliza uma necessidade de entender melhor os impactos diretos que essas políticas têm no cotidiano do brasileiro. Questões como tarifas e interferências nas políticas internas devem ser levadas em conta nessa análise.

É essencial que o Brasil busque um diálogo construtivo com os Estados Unidos, que leve em consideração os interesses nacionais e a soberania. A diplomacia deve se afirmar em um momento em que as relações internacionais estão em constante transformação.

Assim, a percepção positiva de Trump por parte de uma parcela significativa da população pode indicar uma busca por alternativas que proporcionem maior segurança e estabilidade econômica, especialmente em tempos de crise.

Finalmente, o desafio para o Brasil será equilibrar suas relações internacionais, especialmente com potências como os EUA, sem perder de vista a defesa de sua autonomia e dos interesses de seu povo.

Uma Dica Especial para Você

Depois de refletir sobre as divisões de opinião no Brasil, que tal encontrar uma fonte de amor e inspiração para o seu dia a dia? O Café com Deus Pai Vol. 6 - 2026: Porções Diárias de Amor é o companheiro perfeito para te ajudar a cultivar uma visão positiva e cheia de esperança, independentemente das notícias ao seu redor.

Este livro oferece uma jornada diária de reflexão e amor, com porções que aquecem o coração e renovam a fé. Imagine iniciar cada dia com uma mensagem que te conecta ao divino e te encoraja a espalhar bondade, mesmo em tempos incertos. É mais do que um livro, é um verdadeiro abraço espiritual!

Não perca a oportunidade de transformar suas manhãs e fortalecer sua espiritualidade! O Café com Deus Pai Vol. 6 - 2026: Porções Diárias de Amor está disponível por tempo limitado. Garanta já o seu e comece a sua jornada de amor e luz antes que acabe!

Gostou dessa notícia? Você pode compartilhá-la com seus amigos!

Patrícia Soares Rocha

Sobre Patrícia Soares Rocha

Antropóloga com foco em cultura popular e tradições brasileiras. Atua pesquisando costumes rurais e folclore regional. Paixão por literatura nacional contemporânea. Dedica-se ao bordado livre artesanal nas horas vagas.