Problemas no Banco Master estão relacionados a gestões anteriores do Banco Central, afirma diretor da PF
10 FEV

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Política
Marcos Antonio Oliveira Por Marcos Antonio Oliveira - Há 2 meses
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Em uma declaração feita nesta terça-feira, 10 de fevereiro de 2026, o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, revelou que as questões envolvendo o Banco Master não são recentes e vêm de administrações anteriores do Banco Central (BC). Durante um evento onde foram apresentados os resultados da PF e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em 2025, Rodrigues destacou a importância da colaboração entre as instituições para desvendar esses problemas.

Rodrigues afirmou que a integração dos órgãos foi crucial para avançar nas investigações. Ele comentou que essa cooperação, sempre respeitando a legislação e os regulamentos que regem a administração pública, possibilitou a descoberta do que ele considera ser "talvez o maior crime que envolva o sistema financeiro nacional". Esse crime, segundo ele, diz respeito a uma instituição financeira específica.

O diretor-geral também elogiou a atuação do presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que, segundo Rodrigues, teve a coragem de enfrentar um problema que já existia há várias gestões. "Ele teve a coragem e a capacidade de levar o assunto à frente", comentou o diretor.

Essas declarações ocorreram em um evento promovido pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), onde Rodrigues apareceu ao lado do novo ministro da Justiça, Wellington Cesar Lima e Silva, e de outras autoridades como o diretor-geral da PRF, Antônio Fernando Souza Oliveira, e o secretário-executivo do MJSP, André Garcia.

Durante a apresentação, Rodrigues também destacou os resultados da PF em relação ao combate ao crime organizado. No ano anterior, a PF registrou um prejuízo estimado de R$ 9,5 bilhões às organizações criminosas. Ao longo de 2025, a PF instaurou 44.091 inquéritos e indiciou 42.514 pessoas, alcançando um índice de solução de 85,25%.

Além disso, o diretor-geral informou que o número de investigações em andamento apresentou uma queda significativa. Em 2022, havia aproximadamente 76 mil inquéritos em curso, enquanto atualmente esse número caiu para 47 mil. Essa redução é vista como um sinal positivo da eficácia das operações da PF.

Em termos de ações concretas contra o crime organizado, a PF realizou 3.864 operações, resultando em 25.997 prisões e no cumprimento de 11.605 mandados de busca e apreensão. Entre os detidos, 2.428 foram presos por crimes de homicídio e feminicídio, e 2.170 foram acusados de estupro.

Esses dados refletem um esforço contínuo da Polícia Federal em combater atividades ilícitas e proteger a integridade do sistema financeiro nacional. A situação do Banco Master, que agora está sendo investigada, evidencia a necessidade de vigilância constante e de reformas que possam prevenir que problemas semelhantes ocorram novamente no futuro.


Desta forma, as declarações do diretor da PF ressaltam a urgência em se tratar de questões que, embora históricas, continuam a impactar o sistema financeiro do país. O fato de que problemas significativos se arrastem por gestões não é novidade, mas é uma preocupação constante que deve ser abordada com seriedade.

É louvável que o atual presidente do BC, Gabriel Galípolo, esteja agindo com coragem para enfrentar as falhas que se perpetuaram ao longo dos anos. Isso demonstra um compromisso em buscar soluções efetivas e transparentes para os desafios do setor financeiro.

Além disso, a colaboração entre a PF e o BC é fundamental para garantir que as investigações sejam aprofundadas e que os responsáveis por crimes financeiros sejam efetivamente punidos. O fortalecimento dessa parceria é uma medida necessária para proteger o sistema financeiro nacional.

Por fim, é essencial que a sociedade civil se mantenha atenta e exigente em relação às ações das autoridades. A participação ativa dos cidadãos pode contribuir para um ambiente mais seguro e transparente, onde crimes desse tipo não tenham espaço para prosperar.

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Marcos Antonio Oliveira

Sobre Marcos Antonio Oliveira

Jornalista com pós-graduação em Política Internacional. Atua cobrindo o congresso nacional há mais de uma década. Grande paixão por história brasileira e debates democráticos. Nas horas vagas, dedica-se ao estudo de xadrez.