Rui Costa justifica venda de supermercado estatal e operação de cartão a ex-sócio de Vorcaro - Informações e Detalhes
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, defendeu, em declaração feita nesta sexta-feira, sua decisão de privatizar a Empresa Baiana de Alimentos (Ebal), que é responsável pela rede de supermercados Cesta do Povo. O leilão para a venda da empresa ocorreu em 2018, sendo arrematado por Augusto Lima, que era ex-sócio de Daniel Vorcaro no extinto Banco Master. Lima, que se desligou do Master em 2023, levou consigo um dos ativos da empresa, o Credcesta, um cartão de crédito consignado destinado a servidores e aposentados.
Na época do leilão, Rui Costa ocupava o cargo de governador da Bahia e, em sua gestão, decidiu incluir o Credcesta no terceiro leilão da Ebal, após duas tentativas anteriores que não tiveram sucesso. A inclusão desse cartão de crédito foi, segundo ele, um fator decisivo que tornou a venda da empresa mais atrativa. Rui Costa destacou que a Ebal estava em uma situação financeira difícil, acumulando prejuízos de quase R$ 200 milhões por ano, que, segundo ele, eram arcados pela população mais carente.
Durante a abertura do Carnaval em Salvador, Rui Costa afirmou: "Eu vendi um supermercado falido, vocês acompanharam. Foram três leilões, só consegui vender na terceira vez, um supermercado que dava quase R$ 200 milhões de prejuízo todo ano, e o povo das baixadas, da periferia e da favela é que pagava esse prejuízo, porque quando o Estado paga, não é o governo, não é do salário do governador, quem paga é o povo. Eu livrei o povo da Bahia de um prejuízo de quase R$ 200 milhões por ano, e vendi o supermercado com tudo o que ele tinha".
O ministro também comentou sobre a operação do cartão de crédito consignado, afirmando que, sem essa operação, a venda não teria sido possível. Ele declarou: "Se não (estivesse inclusa a operação do cartão), nem tinha vendido. Se alguém (Augusto Lima) pagou uma merreca de R$ 15 milhões, é porque tinha o cartão (CredCesta). Se não tivesse o cartão, nem isso tinha pago, porque ninguém queria pagar. Tanto é que só conseguimos vender na terceira licitação".
Em outra questão, Rui Costa foi indagado sobre o afastamento do ministro Dias Toffoli, que se retirou da relatoria dos processos relacionados ao Banco Master. O ministro Toffoli optou por se afastar após um aumento da pressão em relação a negócios que teria realizado com um fundo vinculado ao Master. A Polícia Federal encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um relatório que indicava a suspeição de Toffoli.
Sobre essa situação, Rui Costa comentou: "Não gosto de fazer pré-julgamento de ninguém, acho que é leviano. A Polícia Federal tem liberdade, o Ministério Público tem liberdade, para avaliar e, quando as provas aparecerem, as pessoas vão ter o direito constitucional e legal de se defenderem e vamos saber o que é verdade, o que é falácia, o que é especulação".
Desta forma, a decisão de Rui Costa de privatizar a Ebal e incluir o Credcesta no leilão reflete um esforço por parte do governo em minimizar os prejuízos do estado e garantir que recursos públicos não sejam desperdiçados. A venda, embora polêmica, pode ser vista como uma tentativa de reestruturar a gestão de ativos públicos em situações de ineficiência.
A inclusão do cartão de crédito consignado foi um fator crucial que possibilitou a venda, demonstrando a importância de soluções criativas na administração pública. Essa estratégia pode inspirar novas abordagens em outras áreas do governo, onde a eficiência financeira é uma necessidade premente.
Por outro lado, a situação envolvendo o ministro Dias Toffoli ressalta a importância da transparência e da responsabilidade na gestão pública. A confiança da população nas instituições é fundamental para a estabilidade política e social do país.
Por fim, a gestão de ativos públicos deve ser feita com cautela e responsabilidade, sempre visando o bem-estar da população. As decisões tomadas em momentos de crise, como a privatização de empresas deficitárias, devem ser acompanhadas de perto para evitar futuros problemas e garantir que a população não seja prejudicada.
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