Trump comentou sobre Jeffrey Epstein em ligação à polícia nos anos 2000
10 FEV

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Cotidiano
Helena Vieira Martins Por Helena Vieira Martins - Há 2 meses
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Nos Estados Unidos, um novo documento divulgado sobre a investigação de Jeffrey Epstein revelou que, no início dos anos 2000, Donald Trump fez uma ligação ao Departamento de Polícia de Palm Beach, na Flórida, para expressar sua gratidão pela investigação em andamento contra Epstein. O registro, que faz parte dos arquivos do caso Epstein, foi recentemente disponibilizado pelas autoridades.

De acordo com o documento, Trump teria afirmado: "Graças a Deus que vocês estão parando ele. Todo mundo já sabia que ele estava fazendo isso". Essas declarações foram feitas durante uma conversa com Michael Reiter, que era chefe da polícia na época, e foram registradas em um depoimento ao FBI. Essa revelação levanta questionamentos sobre o que exatamente Trump sabia sobre Epstein e seus crimes.

A administração de Trump, assim como o próprio ex-presidente, sempre alegou que ele cortou laços com Epstein no início dos anos 2000, descrevendo-o como "nojento". Contudo, a nova documentação parece contradizer essa narrativa. O jornal Miami Herald informou que a ligação de Trump ocorreu por volta de 2006, quando a investigação sobre Epstein estava ganhando notoriedade.

Na mesma ligação, Trump mencionou que as pessoas em Nova York já sabiam que Epstein era uma pessoa repugnante e se referiu a Ghislaine Maxwell, cúmplice de Epstein, como "agente de Epstein", acrescentando que ela era "má" e que a polícia deveria focar nela. Trump também relatou ter estado com Epstein uma vez, em uma ocasião em que havia adolescentes presentes, e afirmou que se retirou rapidamente da situação.

Trump foi uma das primeiras pessoas a entrar em contato com o Departamento de Polícia de Palm Beach assim que souberam que a investigação estava em andamento. O documento divulgado faz parte de um volume maior de registros liberados pelo Departamento de Justiça, em conformidade com uma nova lei aprovada pelo Congresso.

Após a divulgação do documento, a CNN procurou a Casa Branca para comentar sobre o assunto, mas o pedido foi encaminhado ao Departamento de Justiça. Uma autoridade desse departamento afirmou que não havia evidências que confirmassem que Trump havia contatado as autoridades policiais há 20 anos.

A questão sobre o que Trump sabia a respeito de Epstein e seus crimes continua a suscitar discussões, especialmente com o aumento do interesse público sobre a história de Epstein, que foi um criminoso sexual condenado. Trump e Epstein foram amigos na década de 1990 e frequentavam os mesmos círculos sociais em Palm Beach, mas a relação azedou no início dos anos 2000, resultando na expulsão de Epstein de Mar-a-Lago, a propriedade de Trump na Flórida.

Trump atribuiu o rompimento ao fato de Epstein tentar roubar seus funcionários. Ele mencionou em entrevistas que, ao perceber que Epstein estava tentando levar seus colaboradores, decidiu afastá-lo. Trump declarou: "A ideia de pessoas tirarem funcionários que trabalhavam para mim é ruim".

Além disso, Trump afirmou que uma das pessoas que Epstein tentou levar era Virginia Giuffre, uma das principais vítimas do caso, que faleceu no ano passado. O retrato de Epstein e Trump juntos em Mar-a-Lago em 1997 contrasta com a descrição negativa que Trump fez de Maxwell em documentos recentes. Em 2020, quando Maxwell foi presa, Trump afirmou: "Desejo que ela fique bem", embora atualmente ela cumpra uma longa pena por tráfico sexual.

A defesa de Maxwell, que se recusou a comentar sobre o caso, mencionou que ela estaria disposta a falar de forma completa e honesta se Trump lhe concedesse clemência. Em uma entrevista anterior, ela disse que nunca ouviu Epstein ou qualquer outra pessoa afirmar que Trump havia agido de maneira inadequada. Trump, por sua vez, declarou que não havia considerado a possibilidade de conceder perdão a Maxwell, embora não descartasse essa opção.

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Helena Vieira Martins

Sobre Helena Vieira Martins

Graduanda em Sociologia, analisa os fenômenos do cotidiano das grandes metrópoles brasileiras. Paixão por fotografia de rua e cinema clássico europeu. Adora fazer trekking e trilhas longas em parques nacionais.