Apagão em Cuba afeta duas terças partes da ilha, incluindo Havana
04 MAR

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Economia
Arthur Jamil Penna Por Arthur Jamil Penna - Há 1 mês
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Um apagão severo deixou aproximadamente dois terços de Cuba sem energia elétrica, incluindo a capital, Havana, na quarta-feira, dia 4 de março de 2026. O incidente é resultado de uma falha na usina Antonio Guiteras, uma das principais fontes de energia do país. Esse evento é mais um capítulo da crise econômica que a ilha enfrenta, que já está exacerbada pelo bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos.

A União Nacional Elétrica (UNE) informou que a desconexão do Sistema Eletroenergético Nacional (SEN) aconteceu às 12h41 locais, ou seja, às 14h41 no horário de Brasília. A falha afetou dez das quinze províncias do país, levando a uma situação crítica, especialmente em áreas onde o fornecimento de energia já era irregular.

Os apagões na ilha são frequentes e têm se tornado cada vez mais longos, com a capital enfrentando cortes de energia que podem ultrapassar dez horas diárias. Nas províncias, a situação é ainda mais grave, com alguns locais sem energia por mais de um dia. A escassez de combustível e a infraestrutura envelhecida são fatores que contribuem para essa grave situação.

A crise se intensificou após a imposição de um bloqueio energético pelos Estados Unidos, que tem como objetivo pressionar o governo cubano. A administração do ex-presidente Donald Trump restringiu a venda de petróleo a Cuba, o que impactou severamente a capacidade da ilha de gerar eletricidade. Desde janeiro de 2026, nenhum petroleiro chegou ao país, obrigando o governo a adotar medidas drásticas, como a suspensão da venda de diesel e racionamento de gasolina.

O governo cubano alega que as sanções dos Estados Unidos dificultam a recuperação e manutenção de sua rede elétrica, mas analistas ressaltam que a falta de investimentos no setor também é um problema crônico. A infraestrutura elétrica do país, composta principalmente por usinas construídas nas décadas de 1980 e 1990, está em constante necessidade de reparos.

A população cubana, que já enfrenta uma inflação alta e limitações severas no transporte, está frustrada com a incerteza e as dificuldades cotidianas. Muitos cidadãos expressam sua preocupação com a situação. Beatriz Barrios, uma trabalhadora do setor de turismo, comentou que "é imprevisível quando será restabelecida a eletricidade". Alfredo Menéndez, um aposentado, afirmou que "isso já não é vida", refletindo a angústia de muitos cubanos que enfrentam essa realidade.

A escassez de energia também afeta o transporte público, que foi significativamente reduzido. O preço das passagens de táxis privados e outros meios de transporte aumentou, refletindo a crise em que a população se encontra. Em um período em que a oferta de energia diminuiu em 20% comparado a 2025, a situação se torna cada vez mais insustentável.

Desta forma, é evidente que a crise energética em Cuba está profundamente interligada a fatores externos e internos. As sanções econômicas impostas pelos Estados Unidos têm um impacto direto na capacidade da ilha de manter sua infraestrutura elétrica. No entanto, a falta de investimentos adequados e a obsolescência das usinas também são questões que precisam ser abordadas com urgência.

Além disso, a vida da população cubana se torna cada vez mais difícil em decorrência dos apagões. A insegurança no fornecimento de energia não apenas afeta o cotidiano, mas também a economia local, criando um ciclo vicioso de dificuldades. É crucial que o governo busque soluções que garantam uma recuperação sustentável da rede elétrica.

Por fim, é fundamental que a comunidade internacional considere formas de apoiar Cuba em sua recuperação, sem descuidar das questões de soberania e direitos humanos. A resolução desse problema não deve ser vista apenas como um desafio, mas como uma oportunidade para promover mudanças significativas.

Assim, é necessário um diálogo aberto e soluções criativas que permitam à ilha superar essa crise. Os cidadãos cubanos merecem um futuro mais estável e seguro, com acesso garantido à energia elétrica e condições dignas de vida.

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Arthur Jamil Penna

Sobre Arthur Jamil Penna

Economista comportamental mestre em Hábitos de Consumo. Atua auxiliando famílias no planejamento financeiro estratégico. Paixão pela psicologia econômica. Pratica aeromodelismo clássico no tempo livre aos fins de semana.