Dólar inicia o dia em atenção à inflação nos Estados Unidos e ao cenário político no Brasil - Informações e Detalhes
O dólar começou o dia desta sexta-feira (13) com os mercados atentos a dados de inflação que serão divulgados nos Estados Unidos e também a movimentações no cenário político brasileiro. Na última sessão antes do feriado de Carnaval, o dólar comercial foi cotado a R$ 5,20, apresentando uma leve alta de 0,25% em relação à última cotação, que foi de R$ 5,1998. O índice Ibovespa, que representa a principal bolsa de valores do Brasil, encerrou a sessão anterior em queda de 1,02%, fechando aos 187.766 pontos.
A divulgação mais esperada para o dia é a do índice de preços ao consumidor (CPI) nos Estados Unidos, que é um indicador relevante para medir a inflação na maior economia do mundo. Esse índice avalia a variação de preços de itens essenciais como alimentação, moradia, energia e serviços, e é crucial para que o mercado possa prever os próximos passos em relação às taxas de juros americanas.
No Brasil, o foco está no Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) referente a fevereiro, que apresentou uma queda de 0,42%, após uma alta de 0,29% no mês anterior. Esse resultado ficou abaixo das expectativas do mercado e indica que, em um período de 12 meses, o índice acumula uma deflação de 2,25%, segundo dados da Fundação Getulio Vargas (FGV).
Além dos dados econômicos, questões políticas também têm chamado atenção. O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, pediu para se afastar da relatoria dos processos que apuram irregularidades envolvendo o Banco Master. Isso significa que os atos já realizados por Toffoli permanecem válidos, enquanto o novo relator, André Mendonça, será responsável por novas decisões sobre o caso.
No âmbito corporativo, o mercado está de olho nos resultados financeiros da Usiminas (USIM5) e na teleconferência da Vale (VALE3), que anunciou prejuízo no quarto trimestre. Outro item que merece destaque é a inadimplência de R$ 3,6 bilhões que foi revelada pelo Banco do Brasil durante a divulgação do seu balanço financeiro na quarta-feira (11).
Em relação ao desempenho do dólar nesta semana, ele acumula uma queda de 0,39%, enquanto no mês a desvalorização é de 0,91%. No acumulado do ano, a moeda norte-americana teve uma queda de 5,26%. O Ibovespa, por sua vez, subiu 2,63% durante a semana, e no mês já acumula uma valorização de 3,53%, com um avanço de 16,53% desde o início do ano.
No setor de serviços, os dados de dezembro de 2025 mostram uma leve queda de 0,4% em comparação a novembro, interrompendo uma sequência positiva de nove meses. Apesar do recuo, na comparação anual, o volume de serviços cresceu 3,4%. O avanço acumulado nos últimos 12 meses foi de 2,8%, o que mostra que, mesmo com a queda pontual, o setor se mantém em níveis elevados, superando em 19,6% os números de fevereiro de 2020, antes da pandemia.
A queda no setor de serviços foi puxada principalmente pelo segmento de transportes, que teve uma retração de 3,1%. Isso inclui perdas em diferentes modais de transporte e serviços de armazenagem e correios. Por outro lado, áreas como informação, comunicação e serviços prestados às famílias registraram crescimento, indicando uma recuperação em setores específicos.
O economista Maykon Douglas avalia que, apesar dos desafios enfrentados, o setor de serviços pode continuar resiliente. A expectativa é que a renda da população ganhe impulso nos próximos meses, mesmo em um cenário de restrições monetárias.
Nos Estados Unidos, os pedidos de auxílio-desemprego caíram ligeiramente, mas menos do que o esperado, com uma diminuição de apenas 5 mil solicitações, totalizando 227 mil na semana encerrada em 7 de fevereiro. Essa queda foi considerada insuficiente para compensar a alta anterior, que estava relacionada a condições climáticas adversas. Apesar disso, o mercado de trabalho permanece estável, com crescimento no emprego em janeiro e uma leve redução na taxa de desemprego, que passou de 4,4% em dezembro para 4,3%.
Uma pesquisa divulgada pela Quaest mostra que o presidente Lula (PT) continua liderando nas intenções de voto para o 2º turno em sete cenários testados contra candidatos da oposição, com vantagens que variam entre cinco e 19 pontos percentuais. A menor diferença é em relação ao senador Flávio Bolsonaro (PL), que aparece como o principal concorrente. O diretor da Quaest, Felipe Nunes, destacou que a pesquisa revela uma leve diminuição na vantagem de Lula, que caiu de sete para cinco pontos nas intenções de voto em comparação ao mês anterior.
Uma dica especial para você
Com as oscilações do dólar e a instabilidade política no Brasil, é essencial garantir a proteção dos seus aparelhos eletrônicos. Um Filtro de linha, Extensão Tomada, Régua de Energia ... é a solução perfeita para evitar surpresas com quedas de energia e picos que podem danificar seus dispositivos.
Este produto não apenas oferece múltiplas tomadas, como também conta com proteção contra surtos de tensão, garantindo que seus equipamentos fiquem seguros e funcionem perfeitamente. Imagine ter a tranquilidade de usar seus eletrônicos sem medo de danos, especialmente em tempos tão imprevisíveis como os que estamos vivendo!
Não deixe para depois! A segurança dos seus aparelhos é prioridade e, com a instabilidade do mercado, a demanda por produtos de qualidade como este está aumentando. Garanta já o seu Filtro de linha, Extensão Tomada, Régua de Energia ... e proteja-se contra imprevistos!
Gostou dessa notícia? Você pode compartilhá-la com seus amigos!