Governo se opõe a PEC que destina 1% da receita para assistência social
03 ABR

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Política
Professor Otávio Cavalcanti Mendes Por Professor Otávio Cavalcanti Mendes - Há 7 dias
7211 4 minutos de leitura

O governo federal manifestou sua oposição à proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece um percentual mínimo da receita pública a ser destinado à assistência social. Na última quinta-feira (2), o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, do partido Republicanos da Paraíba, anunciou em suas redes sociais que pretende colocar a votação da PEC em pauta na próxima semana.

A proposta visa garantir que pelo menos 1% da receita corrente líquida do governo seja aplicada em ações voltadas para a assistência social. Se aprovada, a medida implica que os recursos financeiros seriam usados em programas destinados à erradicação do trabalho infantil e na inclusão de jovens, por meio de iniciativas como o Projovem, além de fortalecer os Centros de Referência de Assistência Social (Cras).

A preocupação do Palácio do Planalto e do Ministério da Fazenda é que a criação de um novo gasto permanente vinculado ao orçamento possa trazer consequências financeiras significativas. Fontes governamentais afirmam que a proposta foi uma surpresa e que sua aprovação poderia gerar um efeito cascata em um ano eleitoral, possibilitando a aprovação de outras propostas semelhantes que, embora populares, aumentariam a pressão sobre o orçamento público.

Um exemplo dessa preocupação é a PEC 14/2021, que está pendente de votação no Senado e que, se aprovada, poderá estabelecer aposentadoria especial para agentes de saúde, com um custo anual estimado em até R$ 2,5 bilhões. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, tem dado andamento a essa proposta, o que indica um clima favorável a novas despesas no legislativo.

Além disso, a urgência em aprovar a PEC que garante recursos à assistência social reflete a estratégia de Hugo Motta para agradar os colegas deputados, especialmente em um período pré-eleitoral, onde a busca por apoio político é fundamental. Ele enfatizou em suas redes sociais que a Câmara está demonstrando seu compromisso com as pessoas mais necessitadas ao considerar a votação dessa proposta.

Desta forma, a proposta de emenda à Constituição que destina 1% da receita para a assistência social levanta questões relevantes sobre a sustentabilidade fiscal do governo. Se aprovada, pode criar uma dependência de gastos permanentes que impactariam o orçamento a longo prazo.

O temor de um efeito cascata, onde outras propostas similares possam surgir, é um ponto crucial a ser considerado. Isso poderia não apenas sobrecarregar as contas públicas, mas também desviar recursos de outras áreas essenciais.

É fundamental que o governo encontre um equilíbrio entre a necessidade de assistência social e a responsabilidade fiscal. A construção de um sistema mais eficiente de alocação de recursos poderia garantir que as políticas sociais sejam efetivas, sem comprometer a saúde financeira do Estado.

Assim, a discussão em torno da PEC deve incluir um planejamento que considere as prioridades do país. A aprovação de políticas sociais deve ser acompanhada de um debate profundo sobre suas implicações financeiras e sociais.

Finalmente, o compromisso com a assistência social deve ser refletido em ações que não apenas garantam recursos, mas que também promovam a inclusão e a dignidade das pessoas. A sociedade precisa de soluções que realmente tragam benefícios duradouros.

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Professor Otávio Cavalcanti Mendes

Sobre Professor Otávio Cavalcanti Mendes

Jurista constitucionalista e professor universitário de Ciência Política. Atua em tribunais superiores analisando casos complexos. Paixão profunda por leis, justiça e história global. Apreciador nato de música clássica.