Líbano denuncia destruição de terras agrícolas por ataques israelenses
08 MAI

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Cotidiano
Leonardo Jorge Medeiros Por Leonardo Jorge Medeiros - Há 5 dias
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O governo do Líbano informou que a recente ofensiva militar de Israel em seu território causou a destruição de aproximadamente um quarto das terras agrícolas nas regiões afetadas pelos conflitos. Este alerta foi dado na sexta-feira, 8 de setembro, em meio a uma onda de ataques que resultaram em mortes e ferimentos no sul do país.

Segundo dados do Ministério da Saúde do Líbano, pelo menos dez pessoas foram mortas em ataques israelenses na mesma data, incluindo duas mulheres e duas crianças. Desde o início dos confrontos, em 2 de março, o número total de mortos subiu para 2.759, enquanto 8.512 pessoas ficaram feridas, conforme o ministério.

A CNN buscou um posicionamento das Forças Armadas de Israel, mas não obteve resposta até o momento. O grupo Hezbollah também se manifestou, relatando a realização de cerca de doze ataques contra postos militares israelenses em solo libanês na sexta-feira. As Forças de Defesa de Israel (IDF) informaram que interceptaram um foguete disparado em direção ao norte de Israel e que outros projéteis caíram em áreas abertas sem causar danos.

Entre os ataques, um que ocorreu na cidade de Doueir resultou na morte de três pessoas e deixou 15 feridos, enquanto em Harouf, mais três vidas foram perdidas e 19 pessoas ficaram feridas. Na cidade de Toura, ao menos quatro pessoas perderam a vida e outras oito ficaram feridas, conforme relatórios do ministério libanês.

Em resposta ao aumento das hostilidades, um porta-voz do exército israelense emitiu alertas de mobilização para a população vivendo ao longo de diversas cidades e vilarejos, incluindo áreas ao norte do rio Litani e fora da zona ocupada, onde os atacantes afirmam estar realizando operações. A ONU já havia advertido que as ações de Israel podem ser consideradas deslocamento forçado, violando normas de direito internacional.

O Ministério da Agricultura do Líbano destacou que quase 78% dos agricultores foram forçados a deixar suas propriedades devido aos conflitos. As áreas mais afetadas incluem aquelas com árvores frutíferas, plantações de cítricos, bananais e olivais, com cerca de 22,5% das terras agrícolas localizadas nas zonas de conflito apresentando danos significativos. Além disso, mais de 29 mil colmeias foram destruídas.

Em um esforço para abordar a questão, o presidente libanês, Joseph Aoun, se reuniu com o ex-embaixador Simon Karam e deu instruções antes de uma terceira rodada de negociações com seu equivalente israelense, programada para acontecer em Washington na próxima semana. Aoun tem se recusado a dialogar diretamente com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, exigindo um cessar-fogo completo das hostilidades israelenses contra o Líbano.

Desta forma, é fundamental destacar a gravidade da situação no Líbano, que enfrenta não apenas a perda de vidas, mas também a devastação de sua economia agrícola. A destruição das terras agrícolas compromete a subsistência de milhares de famílias que dependem da agricultura.

Além disso, a escalada dos conflitos entre Israel e o Hezbollah gera um ambiente de incerteza e medo entre a população civil. A necessidade de um cessar-fogo efetivo é urgente, visando proteger os civis e permitir a reconstrução das comunidades afetadas.

Por outro lado, a comunidade internacional deve intervir para garantir que os direitos humanos sejam respeitados e que medidas sejam adotadas para evitar novas escaladas de violência. O diálogo entre as partes envolvidas é essencial para promover a paz e a estabilidade na região.

Finalmente, é crucial que os governos e organizações internacionais se unam para criar uma rede de apoio aos agricultores libaneses afetados, ajudando a restaurar suas atividades produtivas e a reverter os danos causados pelos conflitos. A cooperação internacional pode ser um caminho para a recuperação e fortalecimento da resiliência local.

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Leonardo Jorge Medeiros

Sobre Leonardo Jorge Medeiros

Graduando em Engenharia Civil, analisa o impacto do desenvolvimento urbano no cotidiano dos moradores locais. Paixão por infraestrutura e pontes. Hobby principal inclui a escultura em argila e metal fundido.