Metroviários de São Paulo realizam assembleia decisiva para possível greve
11 MAI

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Cotidiano
Cláudia Regina Lima Por Cláudia Regina Lima - Há 2 dias
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Funcionários do Metrô de São Paulo se reúnem nesta terça-feira, 12 de maio, às 18h30, em uma assembleia crucial que poderá decidir pela greve da categoria, que pode iniciar a partir da meia-noite de quarta-feira, dia 13. A assembleia será realizada na sede do Sindicato dos Metroviários, localizada no Belém, zona leste da capital paulista.

O estado de greve foi declarado em fevereiro, e a categoria alega que a situação se tornou insustentável devido à falta de negociação por parte da direção do Metrô e do governo estadual. Os metroviários destacam a necessidade urgente de um novo concurso público, além de melhorias no plano de saúde e no plano de carreira.

Entre as principais demandas estão a contratações de novos funcionários, uma vez que o número de trabalhadores caiu drasticamente nos últimos dez anos. Os representantes da categoria afirmam que o governo tem optado pela terceirização em vez de realizar contratações de servidores concursados, o que, segundo eles, resultou em maior sobrecarga de trabalho e deterioração das condições de saúde dos funcionários.

"Essa redução no efetivo não apenas precariza o serviço prestado à população, mas também afeta a saúde dos metroviários, que estão enfrentando um plano de saúde comprometido devido à falta de profissionais", explicou o Sindicato dos Metroviários.

Além disso, os trabalhadores criticam mudanças propostas no plano de saúde Metrus, que, segundo eles, podem aumentar os descontos em folha e elevar os custos de procedimentos médicos e internações. A discussão sobre o plano de carreira e a participação nos resultados também estão entre os pontos em pauta.

A proposta de "catraca livre" foi reavivada pela categoria, onde os trabalhadores estariam dispostos a garantir o funcionamento do Metrô sem cobrança de tarifas, caso o governo estadual aceite a medida.

O estado de greve foi aprovado em um contexto de impasses nas negociações que acontecem desde fevereiro. Naquela ocasião, os metroviários expressaram descontentamento com a falta de avanços nas discussões sobre a contratação de novos funcionários e os planos de carreira, além de criticar os programas de demissão voluntária que têm sido implementados nos últimos anos.

Com a possibilidade de greve, o interesse da população pelo tema tem aumentado, conforme mostram os dados do Google Trends, que revelam um crescimento nas buscas por "greve metrô SP" nos últimos dias. O pico de interesse foi registrado em fevereiro, quando a categoria votou pela declaração do estado de greve.

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Cláudia Regina Lima

Sobre Cláudia Regina Lima

Mestre em Comunicação e especialista em análise de tendências digitais. Atua desvendando mecanismos de informação no cotidiano moderno. Paixão por ética jornalística e ávida leitora de suspenses e thrillers brasileiros.