Putin justifica guerra na Ucrânia e critica Otan em discurso do Dia da Vitória
09 MAI

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Cotidiano
Helena Vieira Martins Por Helena Vieira Martins - Há 5 dias
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O presidente da Rússia, Vladimir Putin, fez um discurso no Dia da Vitória, celebrado em 9 de maio, no qual defendeu a guerra na Ucrânia e criticou a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). O evento ocorreu na Praça Vermelha de Moscou e, embora tenha sido realizado em um formato reduzido, marcou um momento importante para o país, que celebra a vitória da União Soviética sobre a Alemanha nazista.

Durante o discurso, que teve duração de apenas oito minutos, Putin destacou que o legado da geração que venceu a Segunda Guerra Mundial continua a inspirar os soldados envolvidos na operação militar na Ucrânia. Ele mencionou que as tropas russas estão enfrentando uma força agressiva, apoiada por todo o bloco da Otan, e reafirmou que a guerra é "justa".

O desfile deste ano durou apenas 45 minutos e foi considerado o feriado nacional mais importante na Rússia. O evento é um momento de homenagem aos 27 milhões de cidadãos soviéticos que perderam a vida durante a guerra, incluindo muitos ucranianos. Neste contexto, Putin afirmou que os soldados russos estão lutando por um ideal que remete ao heroísmo do passado.

Tradicionalmente, o desfile do Dia da Vitória é uma ocasião para exibir o poder militar da Rússia, com a apresentação de equipamentos de guerra, incluindo mísseis balísticos intercontinentais. No entanto, neste ano, a cerimônia não contou com a exibição de tanques ou grandes armamentos nas ruas. Em vez disso, imagens de armamentos como o míssil balístico intercontinental Yars, submarinos nucleares e drones foram projetadas em telões.

Soldados e marinheiros marcharam em homenagem a Putin, que assistiu ao evento ao lado de veteranos da guerra. Também participaram da marcha tropas norte-coreanas que estiveram envolvidas em combates contra ucranianos na região russa de Kursk.

Desta forma, o discurso de Putin no Dia da Vitória reflete não apenas um exercício de retórica, mas também uma tentativa de legitimar a continuidade da guerra na Ucrânia. A ênfase em um passado glorioso pode ser vista como uma estratégia para unir a população em torno da causa militar.

Além disso, a crítica à Otan demonstra uma postura defensiva, sugerindo que a Rússia se vê ameaçada pelas alianças ocidentais. Esse tipo de discurso pode reforçar as tensões geopolíticas e dificultar diálogos pacíficos.

É importante observar como a narrativa de Putin busca afirmar a guerra como uma "operação justa". Isso pode gerar impactos significativos na opinião pública russa, que é constantemente exposta a essa perspectiva através da mídia estatal.

Por fim, a ausência de uma exibição militar robusta no desfile deste ano pode indicar preocupações internas sobre a eficácia das forças armadas russas. A comunicação sobre o poderio militar, quando não acompanhada de demonstrações visíveis, pode gerar desconfiança na população.

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Helena Vieira Martins

Sobre Helena Vieira Martins

Graduanda em Sociologia, analisa os fenômenos do cotidiano das grandes metrópoles brasileiras. Paixão por fotografia de rua e cinema clássico europeu. Adora fazer trekking e trilhas longas em parques nacionais.