A origem do jogo Jenga: da infância em Gana ao sucesso mundial
15 FEV

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Cotidiano
Leonardo Jorge Medeiros Por Leonardo Jorge Medeiros - Há 2 meses
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O jogo Jenga, um dos mais populares do mundo, tem uma história interessante que remonta aos anos 1970, quando a designer britânica Leslie Scott começou a brincar com blocos de madeira em sua infância na África. Em sua trajetória, Scott transformou um simples passatempo em um fenômeno internacional que já vendeu cerca de 100 milhões de unidades em todo o mundo.

As regras do Jenga são bastante simples. O jogo consiste em 54 blocos de madeira, todos do mesmo tamanho, que são empilhados horizontalmente em grupos de três para formar uma torre. Durante a vez de cada jogador, ele deve remover um bloco da torre e colocá-lo no topo, e a partida prossegue até que a estrutura desmorone. O jogador que provoca a queda da torre é considerado o perdedor. No final, a força da gravidade é a verdadeira vencedora.

Apesar da aparência simples do jogo, sua origem é relativamente recente. Jenga foi criado há cerca de 40 anos, resultado da criatividade de Leslie Scott, que passou parte de sua infância no leste da África. Ela lembra que sua família sempre foi competitiva e que, em reuniões familiares, jogos eram uma constante. "Nós brincávamos de tudo, até de cuspir caroços de azeitona para ver quem conseguia jogar mais longe", conta.

Aos 18 anos, Leslie e sua família se mudaram para Gana, onde ela e seus irmãos procuravam novas formas de diversão. Um de seus irmãos tinha um conjunto de blocos de madeira feitos com sobras de uma serraria local. Eles começaram a empilhar os blocos e a desenvolver o que viria a ser a primeira versão do Jenga.

Após concluir seus estudos, Scott decidiu se mudar para o Reino Unido, levando consigo o jogo que havia criado. Nos anos 1980, ela estava em um evento de arrecadação de fundos onde apresentou seu jogo. O que deveria ser uma simples atividade acabou chamando a atenção de muitos, fazendo com que Leslie percebesse o potencial comercial de sua criação.

Determinado a transformar seu passatempo em um produto comercial, Leslie fundou sua própria empresa. Contudo, o desafio era conseguir o financiamento necessário. Para isso, ela buscou empréstimos em bancos e contou com a ajuda de sua família, incluindo sua mãe, que se tornou fiadora de um empréstimo. Em 1983, Leslie estava pronta para apresentar seu jogo na Feira do Brinquedo de Londres.

Embora a expectativa fosse alta, a participação de Leslie na feira foi um fracasso comercial, já que não recebeu nenhum pedido. No entanto, as muitas perguntas que recebeu durante o evento a fizeram perceber que, como uma empresa pequena e desconhecida, seria difícil atrair investimentos. Assim, decidiu diversificar sua oferta de produtos e começou a criar outros jogos para ampliar seu portfólio.

Entre 1985 e 1986, enquanto a popularidade dos videogames crescia, Leslie se viu enfrentando várias dificuldades financeiras. No entanto, a sorte mudou quando um amigo canadense a convidou para apresentar o Jenga em um shopping. Durante essa apresentação, um executivo da Irwin Toy, uma das maiores empresas de brinquedos do Canadá, viu o potencial do jogo e se interessou em adquirir a licença para produzi-lo.

Uma das maiores controvérsias surgiu em relação ao nome do jogo. A Irwin Toy não gostou do nome Jenga, mas Leslie se manteve firme em sua decisão de não mudar o título. Ela sabia que o nome era parte fundamental do seu jogo e, após uma negociação intensa, conseguiu manter a identidade do Jenga mesmo com a parceria, que ajudou a transformar seu sonho em realidade.

Desta forma, a trajetória de Leslie Scott com o Jenga ilustra a importância da persistência e da inovação. Mesmo diante das dificuldades financeiras e da rejeição, sua determinação em manter a essência do jogo foi crucial para o seu sucesso. A história de Scott serve como um exemplo inspirador para empreendedores que enfrentam obstáculos em suas jornadas.

A resistência de Leslie em aceitar mudanças no nome do jogo demonstra o valor de manter a identidade de um produto, mesmo quando há pressão para se adaptar. O sucesso do Jenga é um testemunho de que, muitas vezes, a originalidade pode ser o diferencial que define o êxito de um empreendimento.

Além disso, é fundamental que novos criadores de jogos e produtos aprendam com os erros e desafios enfrentados por Scott. Diversificar as ofertas e buscar constantemente feedback é uma estratégia válida para quem deseja se destacar em um mercado competitivo.

Por fim, a história do Jenga reforça a relevância de criar conexões e parcerias estratégicas. As oportunidades podem surgir em lugares inesperados, e estar aberto a novas experiências pode ser a chave para transformar um sonho em realidade.

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Leonardo Jorge Medeiros

Sobre Leonardo Jorge Medeiros

Graduando em Engenharia Civil, analisa o impacto do desenvolvimento urbano no cotidiano dos moradores locais. Paixão por infraestrutura e pontes. Hobby principal inclui a escultura em argila e metal fundido.