Cresce o número de poupadores no Brasil, mas investimento ainda é baixo, revela Anbima
08 MAI

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Economia
Arthur Jamil Penna Por Arthur Jamil Penna - Há 5 dias
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Um novo levantamento da Anbima, em parceria com o Datafolha, revelou que, apesar do aumento no número de investidores no Brasil, a maioria da população ainda enfrenta dificuldades para dar o próximo passo após poupar. De acordo com o estudo, apenas um terço dos brasileiros foi capaz de economizar dinheiro em 2025 e, dentre esses, somente 12% conseguiram efetivamente investir seus recursos.

A pesquisa, que foi divulgada na última semana, destaca um descompasso significativo entre a poupança e os investimentos, sinalizando um grande potencial para novos investidores. Thiago Godoy, apresentador da Resenha do Dinheiro, comentou sobre a situação, afirmando que existem muitas oportunidades para aqueles que conseguiram poupar, mas ainda não se aventuraram a investir. Ele destaca que, muitas vezes, a falta de acesso à informação e o medo do primeiro passo são barreiras que impedem a população de entrar no mercado financeiro.

O levantamento ainda aponta que o Brasil conta com cerca de 60 milhões de investidores, o que representa um crescimento de 5% nos últimos cinco anos. No entanto, aproximadamente 64% da população, ou cerca de 107 milhões de pessoas, ainda não investem. Uma parte significativa desse grupo está enfrentando problemas de endividamento, o que torna o cenário ainda mais complexo.

Sobre como os brasileiros percebem investimentos, a pesquisa revelou que 44% das pessoas consideram a segurança como a principal vantagem de investir, enquanto 33% priorizam o retorno financeiro. Godoy ressalta que é fundamental que os investidores pensem primeiro na segurança de seus investimentos, antes de focar unicamente no retorno, sugerindo que a construção de uma reserva de emergência deve ser a prioridade antes de investir em ativos mais arriscados.

A poupança continua a ser a forma mais comum de investimento entre os brasileiros, embora tenha registrado uma leve queda ao longo dos anos. O número de investidores que utilizam a poupança caiu de 65% em 2021 para 61% em 2025. Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos, analisa que a poupança apresenta riscos semelhantes a outros produtos financeiros, uma vez que está vinculada ao banco e não ao governo. Além disso, ela observa que a rentabilidade da poupança tende a ser inferior, já que os recursos poupados geralmente financiam o crédito habitacional a juros subsidiados.

A Resenha do Dinheiro, programa que aborda temas de educação financeira e investimentos, é realizado com o apoio da B3 e da gestora BlackRock. Apresentado por Marilia Fontes, Thiago Godoy e Bernardo Pascowitch, o programa se destaca por oferecer uma abordagem leve e direta sobre temas econômicos, mantendo a profundidade necessária para a compreensão dos assuntos.

Desta forma, é evidente que o Brasil vive uma contradição em sua relação com o dinheiro. Enquanto a população demonstra capacidade de poupança, a transição para o investimento ainda é um desafio. Isso reflete não apenas a falta de informação, mas também a necessidade de uma educação financeira mais acessível.

O descompasso entre poupança e investimento sugere que há um enorme potencial inexplorado na economia brasileira. Se mais pessoas tivessem acesso a informações claras e precisas, o número de investidores poderia aumentar significativamente, beneficiando a economia como um todo.

Assim, é fundamental que iniciativas de educação financeira sejam ampliadas e que ferramentas que facilitem o acesso ao mercado financeiro estejam disponíveis. Isso poderia ajudar a mudar a mentalidade de muitos brasileiros em relação ao investimento.

Em resumo, a situação atual demanda uma reflexão sobre as práticas de poupança e investimento no país. É preciso que os brasileiros compreendam a importância de diversificar suas aplicações e buscar alternativas que proporcionem maior segurança e rentabilidade.

Finalmente, promover uma cultura de investimento consciente e bem-informada é essencial para a construção de um futuro financeiro mais sólido para todos. A educação financeira é uma ferramenta poderosa nesse processo, e recursos como A psicologia financeira: lições atemporais sobre fortuna podem ser um bom ponto de partida para isso.

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Arthur Jamil Penna

Sobre Arthur Jamil Penna

Economista comportamental mestre em Hábitos de Consumo. Atua auxiliando famílias no planejamento financeiro estratégico. Paixão pela psicologia econômica. Pratica aeromodelismo clássico no tempo livre aos fins de semana.