Empresas de energia eólica buscam acordo com governo para compensação de perdas até 27 de fevereiro
13 FEV

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Economia
Ana Clara Santos Lopes Por Ana Clara Santos Lopes - Há 2 meses
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As empresas que geram energia eólica no Brasil estão em busca de um acordo com o Ministério de Minas e Energia (MME) até o dia 27 de fevereiro. O objetivo é garantir o ressarcimento dos prejuízos causados pelos cortes de geração de energia, conhecidos como "curtailment", aplicados pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). Este acordo é crucial para evitar impactos negativos nos balanços financeiros de 2025.

A presidente da Associação Brasileira de Energia Eólica (ABEEólica), Elbia Gannoum, informou à CNN que o valor do ressarcimento pode variar entre R$ 3,5 bilhões e R$ 4 bilhões. Esse montante ajudaria a minimizar os efeitos dos cortes, que, em média, superaram 25% no ano passado. A redução na geração de energia é consequência, principalmente, da falta de infraestrutura na transmissão, das limitações de capacidade das linhas de transmissão e do excesso de oferta em relação à demanda.

Somente na questão da falta de infraestrutura, as empresas têm direito ao ressarcimento. Diversas companhias, como Engie, Auren, Copel, CPFL e Equatorial, já relataram prejuízos em seus balanços trimestrais devido aos cortes, com alguns casos apresentando perdas que ultrapassam 50% da produção. A ABEEólica representa 57 geradoras eólicas e informa que pelo menos 35 dessas empresas estão enfrentando dificuldades financeiras devido à diminuição da receita.

As empresas do setor não se consideram responsáveis pelas falhas no sistema elétrico que resultam nas interrupções e, por isso, exigem o ressarcimento para assegurar a remuneração de seus investimentos. Gannoum enfatizou a necessidade do acordo em uma conversa com o ministro Alexandre Silveira (PSD-MG), destacando que essa ação é vital para o desempenho financeiro das usinas.

O ressarcimento já está previsto na Medida Provisória (MP) do setor elétrico, mas foi vetado pelo presidente. Essa MP visa reformular o setor elétrico e garantir a recuperação de perdas de geração para usinas eólicas e solares. O governo conduziu uma consulta pública sobre o assunto entre dezembro do ano passado e janeiro de 2025.

Embora o ministro Silveira tenha prometido um acordo de ressarcimento, até o momento, ele não foi formalizado. A CNN tentou contato com o MME, mas não obteve resposta até agora. O espaço para diálogo permanece aberto.

Desta forma, a situação das empresas de energia eólica no Brasil reflete um problema maior que envolve a infraestrutura do sistema elétrico nacional. A falta de investimentos adequados tem gerado consequências diretas no funcionamento do setor, que é vital para a matriz energética do país.

Além disso, a necessidade de um acordo para ressarcir as empresas mostra a urgência em se encontrar soluções que garantam a estabilidade financeira desses empreendimentos. Sem essa compensação, muitos deles podem enfrentar dificuldades ainda maiores, comprometendo o desenvolvimento sustentável do setor.

A MP que visa reformular o setor elétrico é um passo positivo, mas sua efetividade depende da implementação de medidas que evitem a repetição desses cortes. O governo precisa agir para garantir que os investimentos sejam mantidos e que a energia renovável continue a crescer no Brasil.

Em resumo, o diálogo entre o governo e as empresas de energia eólica deve ser priorizado. O ressarcimento não é apenas uma questão financeira, mas também uma medida que pode contribuir para um sistema elétrico mais robusto e eficiente.

A busca por soluções que fortaleçam o setor de energia renovável é essencial. A sociedade se beneficia de um setor elétrico estável e sustentável, e a resolução desses conflitos é um passo importante nessa direção.

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Ana Clara Santos Lopes

Sobre Ana Clara Santos Lopes

Graduanda em Economia pela FGV, entusiasta de criptoativos e finanças pessoais. Escreve sobre as flutuações do mercado brasileiro e tendências globais de investimento. Ama culinária vegana e descobrir novos sabores regionais.