Empresas Investem em Cargos Intermediários para Formação de Novos Líderes
05 ABR

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Economia
Bianca Teles Fonseca Por Bianca Teles Fonseca - Há 5 dias
9669 5 minutos de leitura

Um novo levantamento feito pela consultoria Robert Half revela que mais de 50% das empresas estão criando cargos intermediários com o objetivo de acelerar a formação de líderes. Esse movimento representa uma mudança significativa na maneira como as organizações abordam a sucessão de líderes, promovendo um ambiente onde a liderança pode ser desenvolvida de forma contínua e estruturada.

A pesquisa indica que esses cargos intermediários funcionam como um verdadeiro laboratório de liderança. Nesses espaços, as empresas têm a oportunidade de observar como profissionais-chave se comportam em situações complexas, ao mesmo tempo em que adquirem conhecimentos sobre temas críticos que impactam diretamente os negócios.

Mario Custódio, diretor de recrutamento executivo da Robert Half, explica que, embora nem todos os cargos avancem diretamente para posições de alto escalão, eles desempenham um papel essencial ao fortalecer a linha de sucessão e minimizar o risco de lacunas de gestão em momentos críticos. "Esses cargos ajudam as empresas a reagirem de forma proativa às mudanças e a se prepararem melhor para o futuro", afirma Custódio.

O estudo destaca que a estruturação desses cargos reflete uma nova perspectiva das organizações em relação à sucessão de líderes. Ao invés de simplesmente reagir às saídas e promover novos líderes apenas quando uma vaga surge, as companhias estão agora adotando trajetórias de desenvolvimento mais claras e intencionais. Essa abordagem visa garantir que sempre haja um grupo de profissionais prontos para assumir posições de liderança.

As funções que se destacam nessa nova estrutura incluem:

  • Líderes de Transformação Digital — 56%
  • Diretores Adjuntos ou Assistentes — 52%
  • Gestores de Inovação e Mudança — 46%
  • Planejamento de Sucessão — 46%
  • Gerentes de Programas de Desenvolvimento de Liderança — 46%
  • Líderes de Projetos Estratégicos — 44%
  • Diretores Regionais ou de Divisão — 28%
  • Líderes de Mentoria e Coaching — 22%
  • Equipes de DEI/ESG — 22%
  • Funções de Chief of Staff — 18%

Nas empresas de capital aberto, o crescimento dessas funções é impulsionado principalmente por áreas diretamente ligadas à transformação dos negócios e à execução de estratégias. Por outro lado, nas companhias privadas, observa-se uma ênfase similar nas funções que combinam a execução estratégica com uma proximidade maior à alta liderança.

Entre as empresas privadas, as funções que estão em destaque são:

  • Diretores Adjuntos ou Assistentes — 54%
  • Líderes de Projetos Estratégicos — 50%
  • Líderes de Transformação Digital — 46%
  • Gestores de Inovação e Mudança — 42%
  • Gerentes de Programas de Desenvolvimento de Liderança — 42%
  • Planejamento de Sucessão — 42%
  • Líderes de Mentoria e Coaching — 28%
  • Funções de Chief of Staff — 28%
  • Equipes de DEI/ESG — 24%
  • Diretores Regionais ou de Divisão — 16%

O estudo conclui que ao investir nessas funções, as organizações conseguem ampliar sua capacidade de resposta em um ambiente de negócios cada vez mais dinâmico. Isso também contribui para a construção de uma base de liderança mais resiliente e alinhada às demandas futuras.

Custódio ressalta que quando os profissionais passam por funções que lidam com transformação, estratégia e situações de pressão, eles têm a chance de ascender de forma mais rápida, pois adquirem uma visão prática que não se desenvolve apenas em salas de treinamento.


Desta forma, a criação de cargos intermediários para a formação de líderes é uma estratégia fundamental no cenário empresarial atual. As empresas que adotam essa abordagem demonstram uma visão proativa em relação à gestão de talentos e à continuidade de suas operações.

Além disso, essa prática permite que os profissionais desenvolvam habilidades essenciais, preparando-os para os desafios que virão. A liderança não deve ser vista apenas como um objetivo final, mas sim como um processo contínuo de aprendizado e adaptação.

Assim, a implementação de estruturas de liderança mais robustas pode significar a diferença entre o sucesso e o fracasso em um mercado cada vez mais competitivo. A capacidade de se adaptar e inovar é crucial para a sobrevivência das empresas.

Portanto, investir em cargos intermediários é um passo importante para garantir que as organizações tenham líderes preparados para enfrentar os desafios do futuro. A mudança de mindset nas empresas é um reflexo das novas demandas do mercado.

Finalmente, as organizações que se dedicam a cultivar um ambiente de aprendizado e desenvolvimento contínuo estarão mais bem posicionadas para prosperar em tempos de incerteza e transformação.

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Bianca Teles Fonseca

Sobre Bianca Teles Fonseca

Mestre em Economia Aplicada ao Desenvolvimento. Atua analisando o impacto do agronegócio no PIB e as exportações brasileiras. Paixão por análise de dados e projeções. Estuda piano clássico desde a infância como hobby.