Hillary Clinton critica governo Trump por ocultação de documentos sobre Jeffrey Epstein - Informações e Detalhes
A ex-secretária de Estado dos Estados Unidos, Hillary Clinton, fez sérias acusações contra o governo do ex-presidente Donald Trump durante uma entrevista à BBC. Ela afirmou que a administração atual está ocultando informações sobre o caso do criminoso sexual Jeffrey Epstein, pedindo a divulgação integral dos arquivos relacionados. A declaração foi feita em Berlim, onde Clinton participou do Fórum Mundial anual.
Clinton declarou: "Divulguem os arquivos. Eles estão enrolando". Essa afirmação surge em um momento em que a Casa Branca respondeu a essas críticas, alegando que já fez mais pelas vítimas de Epstein do que os democratas. Essa troca de acusações acontece em meio à recente liberação de milhões de documentos sobre Epstein pelo Departamento de Justiça dos EUA.
No início deste mês, novos arquivos foram tornados públicos, mas muitos deles não foram divulgados devido à presença de prontuários médicos e descrições gráficas de abusos. O vice-procurador-geral dos Estados Unidos informou que cerca de três milhões de páginas ainda estavam retidas por questões que poderiam afetar investigações em andamento.
Durante a entrevista, Clinton também foi questionada sobre a necessidade de que Andrew Mountbatten-Windsor, ex-príncipe e irmão do rei Charles III, compareça perante um comitê do Congresso. Ela afirmou que todas as pessoas convocadas deveriam testemunhar, embora tenha ressaltado que aparecer nos arquivos não implica necessariamente em envolvimento em irregularidades.
O casal Clinton, que inicialmente hesitou em comparecer ao comitê, concordou em depor após a ameaça de uma votação que poderia levá-los a um processo por desacato. Bill Clinton deve prestar depoimento no dia 27 de fevereiro, enquanto Hillary comparecerá no dia anterior. Esta audiência será a primeira vez que um ex-presidente dos EUA testemunha diante de um comitê do Congresso desde Gerald Ford, em 1983.
Hillary Clinton também defendeu que a audiência deveria ser pública, expressando que preferia que o depoimento fosse realizado diante das câmeras. O presidente republicano do comitê, James Comer, acusou os Clinton de estarem adiando o depoimento e afirmou que o casal cedeu diante da pressão.
A ex-candidata à presidência dos Estados Unidos reiterou que deseja um tratamento justo e transparente, afirmando: "Não temos nada a esconder. Pedimos repetidamente a divulgação integral desses arquivos, pois acreditamos que a transparência é o melhor remédio".
Clinton também comentou que tanto ela quanto seu marido Bill estão sendo utilizados como um desvio de atenção em relação a Trump, que é mencionado nos arquivos de Epstein. Hillary afirmou que nunca teve um contato próximo com Epstein, enquanto Bill Clinton reconheceu ter tido relações com ele, mas afirmou que cortou laços há cerca de duas décadas.
Os novos documentos sobre Epstein foram liberados após a aprovação de uma lei que exige a divulgação de material relacionado às investigações do caso. Contudo, parlamentares expressaram descontentamento, argumentando que a divulgação ainda é insuficiente, especialmente no que diz respeito a memorandos internos que explicam decisões passadas sobre o caso.
Jeffrey Epstein foi encontrado morto em sua cela em agosto de 2019, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual. Sua morte foi oficialmente considerada um suicídio pela justiça americana. Andrew, o ex-príncipe, enfrenta crescente pressão para depor diante do Congresso sobre suas ligações com Epstein, embora tenha sempre negado qualquer irregularidade.
O ex-presidente Donald Trump, que também é mencionado nos arquivos, negou qualquer envolvimento com Epstein, afirmando que cortou relações com o criminoso sexual há muitos anos. Em resposta às acusações de Hillary Clinton, Trump reiterou que não tem nada a esconder, reafirmando sua inocência no caso.
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