Irã pode usar golfinhos treinados para atacar navios dos EUA no Golfo Pérsico
12 MAI

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Cotidiano
Patrícia Soares Rocha Por Patrícia Soares Rocha - Há 12 dias
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Recentemente, levantaram-se suspeitas sobre a possibilidade de o Irã utilizar golfinhos adestrados para atacar navios de guerra dos Estados Unidos no Golfo Pérsico. Essa informação surgiu em meio a uma coletiva de imprensa do Pentágono, onde um repórter questionou o secretário da Defesa, Pete Hegseth, sobre relatos a respeito de "golfinhos suicidas". A resposta de Hegseth foi evasiva, ressaltando que não podia confirmar a existência desses animais em operações americanas, mas deixou claro que os Estados Unidos não os possuíam.

As especulações se intensificaram após uma reportagem do jornal The Wall Street Journal, que destacou o bloqueio naval imposto pelos EUA ao estreito de Ormuz. Esse bloqueio tem dificultado as operações iranianas na região, levando o país a buscar alternativas para superá-lo. Autoridades iranianas afirmaram que poderiam empregar armas incomuns, incluindo submarinos e até golfinhos equipados com minas, para atacar embarcações americanas.

O uso de mamíferos marinhos para fins militares não é novidade. Há várias décadas, o Irã adquiriu golfinhos treinados da ex-União Soviética, que foram adestrados para atacar barcos e mergulhadores inimigos. Na época, a prática foi noticiada por veículos de comunicação como a BBC, que relatou que o país comprou esses animais da Ucrânia. O treinamento envolvia táticas que permitiam aos golfinhos realizar ataques suicidas, transportando minas que explodiam ao colidir com os cascos dos navios.

O histórico desse tipo de treinamento remonta a um programa militar soviético, onde os animais eram preparados para identificar submarinos e realizar operações de combate. O principal responsável por esse treinamento era Boris Zhurid, que, em entrevista, mencionou que a venda dos golfinhos ao Irã se deu, entre outros fatores, pela dificuldade financeira que enfrentava para mantê-los.

Na época da venda, foi relatado que 27 animais, incluindo golfinhos, focas e leões-marinhos, foram transportados para o Golfo Pérsico, onde poderiam ser utilizados em operações de combate. Zhurid afirmou que os golfinhos eram capazes de reconhecer submarinos soviéticos e estrangeiros, o que os tornava valiosos para operações militares.

Além do Irã, outros países, como os Estados Unidos, também são conhecidos por utilizar golfinhos em suas operações militares. O programa americano, que opera em San Diego, California, tem sido objeto de discussões sobre a ética do uso de animais em conflitos. Nos últimos anos, surgiram especulações sobre a Coreia do Norte desenvolver um programa semelhante, após a identificação de aquários para golfinhos no país através de imagens de satélite.

Esse cenário levanta questões sobre a utilização de animais em contextos de guerra e as implicações éticas que isso envolve. As operações militares que utilizam seres vivos para fins de combate são frequentemente criticadas devido ao sofrimento que podem causar.


Desta forma, a possibilidade de o Irã empregar golfinhos em ataques a navios de guerra dos Estados Unidos coloca em evidência a complexidade dos conflitos modernos. A utilização de animais em estratégias bélicas levanta questões éticas que devem ser consideradas. Embora o uso de golfinhos possa parecer uma abordagem inusitada, a história nos mostra que essa prática é real e já foi utilizada em diversas ocasiões por diferentes países.

Essa situação também reflete a crescente tensão no Golfo Pérsico, onde o bloqueio americano tem impactado severamente as operações iranianas. O Irã, em busca de alternativas, pode recorrer a métodos não convencionais, o que ressalta a urgência de um diálogo diplomático na região. Em resumo, a história dos golfinhos suicidas revela um lado obscuro da guerra, onde até mesmo os seres mais inteligentes do oceano são usados como armas.

É importante que as discussões sobre o uso de animais em conflitos sejam amplificadas, promovendo uma reflexão crítica sobre as implicações de tais ações. Assim, a sociedade deve se posicionar contra práticas que coloquem em risco a vida de seres vivos, independentemente do contexto em que elas ocorram. As soluções para os conflitos devem priorizar o diálogo e a diplomacia, evitando a escalada de tensões que podem levar a situações ainda mais graves.

Finalmente, o uso de golfinhos e outros animais em operações militares não deve ser visto como uma solução viável. A história nos ensina que a guerra traz consequências devastadoras, e a utilização de seres vivos como armas apenas agrava essa realidade. O momento é de buscar alternativas pacíficas e sustentáveis para os conflitos internacionais, priorizando a vida e a ética acima de tudo.

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Patrícia Soares Rocha

Sobre Patrícia Soares Rocha

Antropóloga com foco em cultura popular e tradições brasileiras. Atua pesquisando costumes rurais e folclore regional. Paixão por literatura nacional contemporânea. Dedica-se ao bordado livre artesanal nas horas vagas.