Ministro da Fazenda afirma que alta do petróleo impacta em 20% os preços dos combustíveis no Brasil
06 MAI

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Economia
Bianca Teles Fonseca Por Bianca Teles Fonseca - Há 7 dias
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No contexto atual de alta nos preços do petróleo, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, revelou que o Brasil é um dos países menos impactados por essa situação, especialmente devido aos conflitos no Oriente Médio. Durante sua participação no programa "Bom Dia, Ministro", da EBC, Durigan afirmou que o impacto da elevação do preço do petróleo nos combustíveis brasileiros gira em torno de 20%.

Apesar das oscilações globais, o ministro garantiu que não há risco para o abastecimento de combustíveis no Brasil. Ele destacou que o país mantém uma estabilidade nos preços do gás liquefeito de petróleo (GLP), mesmo diante de aumentos em diversas partes do mundo. Contudo, ele reiterou a importância do Projeto de Lei (PLP) enviado ao Congresso, que visa permitir que a União utilize recursos extraordinários obtidos da receita do petróleo para reduzir impostos sobre os combustíveis.

"Estamos em um debate sobre os preços da gasolina e do etanol. Para evitar que esses preços aumentem no país, solicitamos ao Congresso uma autorização. Sem essa autorização, para reduzir o tributo da gasolina, seria necessário aumentar outro imposto, a fim de manter a neutralidade fiscal", explicou Durigan.

O ministro também comentou sobre a adesão dos Estados à subvenção do diesel, destacando que todos aderiram, exceto Rondônia, que não participou por questões políticas. "Todos os Estados formalizaram sua adesão, exceto um, que é Rondônia. Tivemos dificuldades de diálogo com esse Estado, e não obtivemos retorno", disse Durigan.

Ele expressou sua preocupação com o fato de que questões políticas possam influenciar decisões que deveriam ser baseadas em necessidades técnicas e sociais. "É lamentável que essa situação ocorra em um momento em que estamos realizando um esforço nacional em benefício da população", concluiu o ministro.


Desta forma, é essencial que o governo busque alternativas viáveis para minimizar o impacto da alta dos combustíveis, garantindo que as famílias não enfrentem dificuldades financeiras adicionais. O investimento em energia renovável poderia ser um caminho a ser explorado, diversificando as fontes de energia do país.

Além disso, a criação de mecanismos que incentivem a produção local de biocombustíveis pode, de forma gradativa, reduzir a dependência do petróleo importado. Isso não apenas ajudaria na estabilidade dos preços, mas também fomentaria a economia interna e o emprego.

Por fim, a transparência nas negociações e a comunicação clara com a população são fundamentais para que as medidas de contenção de preços sejam bem compreendidas e aceitas. Uma gestão mais participativa pode evitar que questões políticas interfiram na implementação de políticas públicas necessárias.

Assim, a responsabilidade do governo é dupla: não apenas garantir que os preços permaneçam acessíveis, mas também fazer isso de maneira a promover justiça social e equidade. A sociedade espera e merece soluções práticas e eficazes neste momento delicado.

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Bianca Teles Fonseca

Sobre Bianca Teles Fonseca

Mestre em Economia Aplicada ao Desenvolvimento. Atua analisando o impacto do agronegócio no PIB e as exportações brasileiras. Paixão por análise de dados e projeções. Estuda piano clássico desde a infância como hobby.