Pesquisa revela que 56% dos brasileiros são contra o fim da escala 6x1 com corte salarial - Informações e Detalhes
Uma pesquisa realizada pela Genial/Quaest, divulgada nesta segunda-feira (18), mostra que 56% dos brasileiros se opõem ao fim da escala de trabalho 6x1 caso isso resulte em um corte nos salários. Essa taxa representa uma queda em relação ao levantamento anterior, realizado em abril de 2025.
No cenário de possível redução nos salários, a região Sul do Brasil demonstra a maior resistência à proposta, com 64% dos entrevistados contra a mudança. Na sequência, estão as regiões Sudeste, com 55% de desaprovação, e as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, com 53% de oposição.
A pesquisa também revela diferenças entre gêneros no que diz respeito à aceitação da proposta. Entre os homens, 56% se mostraram contrários ao fim da escala, enquanto entre as mulheres essa taxa é de 55%. Observando a faixa etária, os jovens entre 16 e 34 anos apresentaram a maior desaprovação, com 58% contra a mudança. Para indivíduos de 35 a 59 anos, a desaprovação também é alta, com 56%, enquanto aqueles com 60 anos ou mais mostraram uma aversão de 52%.
Além disso, o número geral de brasileiros que apoiam o fim da escala 6x1 caiu para 68% em maio, um recuo em relação aos 72% de dezembro do ano passado. Essa tendência de queda na aprovação é observada em todas as regiões pesquisadas, comparando-se com levantamentos anteriores.
A pesquisa foi realizada com 2.004 entrevistas entre os dias 8 e 11 de maio, e possui uma margem de erro de 2 pontos percentuais, com um nível de confiança de 95%.
Desta forma, a resistência dos brasileiros ao fim da escala 6x1, especialmente em cenários onde há risco de corte salarial, reflete preocupações profundas sobre a segurança financeira. A pesquisa indica que, mesmo com o desejo de flexibilização das jornadas de trabalho, a prioridade permanece em garantir a estabilidade nos rendimentos.
O fato de que a oposição é mais forte em certas regiões, como o Sul, sugere que as realidades econômicas locais influenciam diretamente as opiniões dos trabalhadores. A desigualdade regional no Brasil é um fator que deve ser considerado nas discussões sobre políticas laborais.
Além disso, a diferença de opiniões entre gêneros e faixas etárias revela como o impacto de tais mudanças pode ser percebido de maneira distinta. Os jovens, que muitas vezes buscam maior flexibilidade, também demonstram receio sobre a segurança financeira, o que é um sinal de alerta para os formuladores de políticas.
Então, é fundamental que as discussões sobre a jornada de trabalho considerem não apenas a produtividade, mas também o bem-estar dos trabalhadores. Essas questões devem ser tratadas com cautela para evitar descontentamento e insegurança no mercado de trabalho.
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