Presidente interina da Venezuela cogita visitar os Estados Unidos após convite do secretário de Trump - Informações e Detalhes
A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, revelou que está considerando um convite para visitar os Estados Unidos. A proposta foi feita durante a visita do secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, a Caracas, conforme relatou Rodríguez em uma entrevista à NBC News nesta quinta-feira, dia 12 de fevereiro de 2026.
Segundo a presidente interina, a conversa com Wright, que ocorreu no dia anterior, foi focada na recuperação da indústria petrolífera venezuelana. Ela afirmou: "Fui convidada para os Estados Unidos. Estamos considerando ir para lá assim que estabelecermos essa cooperação e pudermos avançar com tudo".
No mesmo dia, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou sobre as relações entre os dois países. Em uma publicação na rede social Truth Social, Trump descreveu a relação como "extraordinária" e afirmou que o governo está lidando bem com a presidente interina, além de mencionar que o petróleo venezuelano está começando a fluir novamente.
Trump disse que grandes quantias de dinheiro, que não eram vistas há anos, em breve beneficiarão o povo da Venezuela. A declaração do presidente americano parece ser uma resposta a uma reportagem do The Wall Street Journal, que levantou a possibilidade de que o empresário Harry Sargeant III estivesse assessorando o governo sobre como facilitar a volta de empresas petrolíferas dos EUA ao país.
Apesar das declarações otimistas, Delcy Rodríguez expressou descontentamento com a interferência dos EUA em assuntos internos da Venezuela. Em um discurso proferido no dia 25 de janeiro, ela declarou estar "farta" das ordens vindas de Washington, afirmando que é o momento de os venezuelanos resolverem suas próprias diferenças sem a intervenção de potências estrangeiras.
Rodríguez também mencionou que, após a derrubada de Nicolás Maduro, o governo interino dela foi colocado sob tutela americana, com os Estados Unidos assumindo o controle da indústria petrolífera do país. Na época, Trump elogiou Rodríguez, chamando-a de uma pessoa incrível e assegurando que estavam trabalhando bem juntos.
Além disso, Trump havia advertido que Rodríguez pagará um "preço muito alto" caso não coopere com os interesses dos Estados Unidos, sugerindo que as consequências poderiam ser ainda mais severas do que as enfrentadas por Maduro. O The New York Times reportou que antes da operação que resultou na prisão de Maduro, as autoridades americanas já consideravam a aceitação de Rodríguez como uma opção temporária.
Recentemente, após a prisão de Maduro, o Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela confirmou a continuidade de Rodríguez no cargo de presidente interina, com o apoio das Forças Armadas. Em sua primeira declaração após a captura de Maduro, ela pediu calma ao povo e afirmou que a Venezuela nunca seria colônia de outra nação, caracterizando o episódio como um sequestro promovido pelos Estados Unidos.
Rodríguez, que tem 55 anos e é advogada de formação, exerce funções no governo venezuelano desde 2003, durante a administração de Hugo Chávez. Ela é conhecida por sua postura combativa e tem marcado presença em momentos críticos da política venezuelana.
Desta forma, a visita da presidente interina Delcy Rodríguez aos Estados Unidos poderia representar um marco significativo nas relações entre os dois países. A proposta de diálogo, embora cercada de incertezas, indica uma possível mudança na dinâmica política da Venezuela.
Em resumo, a disposição de Rodríguez para dialogar com o governo americano pode ser vista como uma tentativa de buscar apoio para a recuperação econômica do país. Contudo, a tensão entre os interesses americanos e a autonomia venezuelana ainda é um ponto crítico.
Então, é necessário observar como essa dinâmica se desenrolará nos próximos meses. O contexto atual exige cautela, pois as promessas feitas por Trump podem não se concretizar da forma esperada pelo povo venezuelano.
Finalmente, as declarações de Rodríguez sobre estar "farta" das ordens de Washington refletem uma resistência à interferência externa que pode complicar as relações futuras. A população venezuelana deve acompanhar de perto os desdobramentos dessa possível visita e suas implicações para a soberania do país.
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