Retomada das buscas por desaparecidos em naufrágio na região de Manaus
14 FEV

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Cotidiano
Patrícia Soares Rocha Por Patrícia Soares Rocha - Há 2 meses
3883 4 minutos de leitura

Na manhã deste sábado, dia 14 de fevereiro de 2026, as equipes de resgate do Corpo de Bombeiros do Amazonas reiniciaram as buscas por desaparecidos após o naufrágio de uma lancha em Manaus. O acidente ocorreu na área conhecida como Encontro das Águas, onde as águas do Rio Negro se encontram com as do Rio Solimões. Neste momento, estão mobilizados 23 mergulhadores, seis embarcações e um helicóptero da Marinha, todos atuando intensamente na operação.

As equipes estão divididas em duas frentes de ação: busca na superfície e operações submersas. A profundidade do local do naufrágio chega a cerca de 40 metros, o que torna as operações submersas desafiadoras. O principal objetivo das equipes é localizar possíveis vítimas que possam estar presas na embarcação afundada, além de tentar recuperar a lancha que se afundou no rio.

O coronel Helliton Silva, comandante do Comando de Bombeiro Militar Especializado, declarou que a operação conta com a participação de dezenas de profissionais e enfatizou a importância das duas frentes de busca. "Estamos atuando com duas linhas de ação: a busca pela superfície e a busca submersa. O objetivo é identificar e encontrar a embarcação e verificar a possibilidade da existência de vítimas presas no interior", afirmou Silva.

Até o momento, foram confirmadas duas mortes em decorrência do acidente. As vítimas são Samila Souza, de apenas 3 anos, e Lara Bianca, de 22 anos. Os corpos foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML). A criança, que chegou a ser socorrida e levada ao hospital, não resistiu aos ferimentos. Além das duas mortes, as autoridades informaram que 71 passageiros foram resgatados com vida, dos quais cinco necessitaram de atendimento médico em unidades de saúde de Manaus.

A lancha que naufragou tinha como destino o município de Nova Olinda do Norte, situado a cerca de 126 quilômetros da capital amazonense. O comandante da embarcação, identificado como Pedro José da Silva Gama, foi preso e levado à Delegacia de Homicídios, onde prestou depoimento. Ele pagou fiança e foi liberado, mas o caso está sendo investigado como homicídio culposo, ou seja, sem a intenção de matar.

Equipes de assistência social estão prestando apoio às famílias das vítimas e dos sobreviventes. A assistente social Marília Raposo informou que uma lista com informações atualizadas será divulgada para orientar os familiares durante esse momento difícil.

Desta forma, a tragédia ocorrida em Manaus não deve ser apenas vista como um acidente isolado, mas sim como um alerta sobre a segurança das embarcações na região amazônica. É fundamental que as autoridades realizem uma investigação minuciosa para esclarecer as causas do naufrágio e, principalmente, para evitar que situações semelhantes se repitam no futuro.

Além disso, a necessidade de um planejamento rigoroso nas operações de transporte fluvial é evidente. A segurança dos passageiros deve ser prioridade, e medidas de fiscalização mais rigorosas devem ser implementadas para garantir que as embarcações atendam a normas de segurança adequadas.

A mobilização de equipes de resgate é um passo crucial, mas também é essencial que a assistência social seja ampliada para atender às necessidades emocionais e psicológicas das famílias afetadas. O suporte deve ser contínuo e efetivo, considerando os traumas que essas pessoas enfrentam.

Em resumo, o apoio não deve se limitar a ações imediatas após o acidente, mas deve incluir um acompanhamento a longo prazo. É hora de todos os envolvidos, desde as autoridades locais até a comunidade, unirem esforços para promover a segurança nas águas da Amazônia.

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Patrícia Soares Rocha

Sobre Patrícia Soares Rocha

Antropóloga com foco em cultura popular e tradições brasileiras. Atua pesquisando costumes rurais e folclore regional. Paixão por literatura nacional contemporânea. Dedica-se ao bordado livre artesanal nas horas vagas.