Estudo aponta que conteúdo fitness no TikTok pode impactar autoimagem de homens jovens
16 MAI

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Sofia Regina Albuquerque Por Sofia Regina Albuquerque - Há 9 dias
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Pesquisas recentes indicam que o uso intenso de redes sociais, especialmente entre homens jovens, está associado à insatisfação com a própria imagem corporal e ao desejo de transformações físicas. Um novo estudo realizado por pesquisadores da Flinders University, na Austrália, investiga se a exposição a conteúdos de fitness no TikTok realmente provoca esses efeitos negativos na autoimagem e no comportamento alimentar.

O artigo, publicado na revista científica Body Image, analisou a resposta de 282 homens com idades entre 17 e 30 anos. Esses participantes foram submetidos a questionários antes e depois de assistirem a vídeos curtos, com duração média de três minutos, que apresentavam indivíduos com corpos considerados ideais, dando dicas de exercícios e, posteriormente, comentando sobre substâncias para ganho de massa muscular.

A pesquisa revela que os conteúdos assistidos, que muitas vezes mostram um estilo de vida e um padrão corporal que não refletem a realidade da maioria das pessoas, têm um impacto significativo sobre como os homens se percebem. Os resultados mostraram que aqueles que assistiram a vídeos de fitness relataram uma percepção mais negativa sobre sua condição física em comparação com um grupo que teve acesso a conteúdos sobre viagens. Essa diferença foi considerada estatisticamente significativa, comprovando que o efeito não foi aleatório.

Os participantes que viram vídeos sobre fitness também demonstraram menor satisfação em relação à sua alimentação do que aqueles que assistiram a conteúdos sobre suplementos. No entanto, ambos os grupos expressaram um maior interesse em usar creatina em comparação ao grupo controle, indicando que a exposição a esses conteúdos influencia diretamente suas intenções de consumo.

O fenômeno psicológico conhecido como comparação de aparência foi identificado como um fator importante nesse processo. Os homens que se expuseram a corpos idealizados nas redes sociais automaticamente se compararam a esses padrões, o que gerou insatisfação e interesse por suplementos alimentares.

Adicionalmente, a pesquisa constatou que a busca por muscularidade, que mede o desejo de ter um corpo mais musculoso, afetou os resultados. Aqueles com maior desejo de muscularidade relataram um aumento na insatisfação com a alimentação após assistirem a vídeos de treino, enquanto os conteúdos sobre suplementos elevaram a intenção de uso de esteroides. Os homens com menor desejo de muscularidade, por outro lado, não se mostraram tão influenciados por esses conteúdos.

Os autores do estudo também alertam que muitos vídeos sobre suplementação no TikTok carecem de respaldo científico. Essa falta de embasamento pode levar a uma escalada das escolhas de suplementação, desde produtos seguros até substâncias com possíveis efeitos prejudiciais à saúde, como os esteroides. A principal conclusão é que a exposição a conteúdos de fitness pode alterar as percepções corporais dos jovens e influenciar suas decisões alimentares e de saúde.

Os pesquisadores sugerem que esses achados abrem caminho para a criação de programas de prevenção focados nesse público, que frequentemente é negligenciado nas políticas de saúde mental. Eles propõem que o próximo passo do estudo seja a observação do uso real do aplicativo no dia a dia e a inclusão de influenciadores digitais como parte do processo de investigação, dada a importância deles nesse ecossistema pouco explorado e ainda carente de regulamentação.

Desta forma, os resultados desse estudo são preocupantes e indicam que o conteúdo compartilhado em redes sociais como o TikTok pode ter consequências sérias para a saúde mental de homens jovens. A pressão por um corpo idealizado, frequentemente promovida por influenciadores, pode levar a um ciclo de insatisfação e comportamentos prejudiciais.

Além disso, a pesquisa ressalta a necessidade de uma abordagem crítica em relação ao que é consumido nas redes sociais. A falta de regulação e a divulgação de conteúdos sem comprovação científica podem resultar em escolhas prejudiciais, especialmente entre jovens mais vulneráveis.

Portanto, a criação de programas de conscientização e prevenção é fundamental. A educação sobre saúde mental e imagem corporal deve ser uma prioridade, a fim de capacitar os jovens a discernirem entre conteúdos saudáveis e padrões de beleza irrealistas.

Por fim, é imperativo que tanto as plataformas quanto os criadores de conteúdo assumam responsabilidade pelo impacto que suas publicações podem ter. A promoção de uma imagem corporal positiva e realista deve ser uma meta coletiva, contribuindo para a saúde e bem-estar da população jovem.

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Sofia Regina Albuquerque

Sobre Sofia Regina Albuquerque

Pós-graduada em Moda e Estilo de Vida. Atua como consultora de imagem para figuras públicas e executivos. Paixão por viagens culturais e sustentabilidade têxtil. Dedica-se à pintura a óleo como refúgio criativo.