Ex-Diretor de Bateria Comenta Rebaixamento da Acadêmicos de Niterói
18 FEV

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Cotidiano
Helena Vieira Martins Por Helena Vieira Martins - Há 2 meses
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O ex-diretor de bateria Claudio Francione comentou, em entrevista ao SBT News, que o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói era uma situação esperada. Segundo ele, apenas "um milagre" poderia ter evitado a queda da escola de samba no Grupo Especial. Francione fez suas declarações na quarta-feira, dia 18 de fevereiro de 2026, após a apuração dos resultados do carnaval.

O ex-diretor fez uma observação sobre o histórico das escolas de samba nos últimos 25 a 30 anos, afirmando que é raro que uma escola que sobe consiga se manter. "Praticamente, a tendência de cair é muito grande. Brinquei com amigos que a Acadêmicos de Niterói foi rebaixada no momento em que subiu", disse Francione.

A escolha do enredo que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi vista por ele como uma tentativa de aumentar a visibilidade da escola. O tema do desfile, intitulado "Do Alto do Mulungu Surge a Esperança: Lula, o Operário do Brasil", abordou a trajetória de Lula, utilizando a simbologia do mulungu, uma árvore associada a Garanhuns, cidade natal do presidente.

Francione avaliou que a Acadêmicos de Niterói apresentou um desfile bom, com destaque para o samba-enredo, especialmente a parte que narra a história de Dona Lindu, mãe de Lula, e a migração da família para São Paulo. Ele elogiou a bateria do mestre Branco Ribeiro, que fez sua estreia no Grupo Especial após uma passagem pela Botafogo Samba Clube.

Entretanto, o ex-diretor apontou que o principal problema da escola foi o aspecto visual do desfile. Ele destacou a dificuldade de uma escola que acaba de subir do acesso competir com agremiações consolidadas, como Viradouro, Grande Rio, Vila Isabel e Beija-Flor. "A parte visual não estava no nível exigido pelo Grupo Especial", avaliou.

A Acadêmicos de Niterói terminou na última colocação na apuração realizada no dia 18 de fevereiro e, com isso, foi rebaixada. A escola havia conquistado o acesso após vencer a Série Ouro no ano anterior. Em contraste, a campeã do Carnaval do Rio de Janeiro 2026 foi a Unidos do Viradouro, que homenageou o mestre de bateria Mestre Ciça com o enredo "Pra Cima, Ciça", conquistando seu quarto título no Grupo Especial.

Desta forma, a situação da Acadêmicos de Niterói evidencia um fenômeno recorrente no carnaval carioca: a dificuldade de manter-se entre as grandes escolas após uma ascensão. A análise de Claudio Francione sobre o rebaixamento reflete uma realidade que muitos já conhecem, onde a competição é intensa e as estruturas das escolas são um fator determinante para o sucesso.

O tema abordado no desfile, que homenageou uma figura política proeminente, pode ter gerado mais visibilidade, mas não garantiu a permanência no Grupo Especial. Isso levanta questões sobre a estratégia das escolas de samba e a relação entre carnaval e política, refletindo sobre como tais escolhas podem impactar a percepção do público e dos jurados.

Além disso, a crítica ao aspecto visual do desfile revela que, em um evento onde a estética é tão valorizada, a Acadêmicos de Niterói pode ter subestimado a importância de competir em nível superior. Para futuras edições, é essencial que as escolas busquem um equilíbrio entre enredo, qualidade do desfile e apresentação visual.

É preciso que a comunidade envolvida no carnaval se una para discutir formas de fortalecer as escolas que sobem. Fracassos como o da Acadêmicos de Niterói devem servir como aprendizado para que o carnaval carioca continue a ser um espetáculo de qualidade e representatividade.

Finalmente, o rebaixamento da Acadêmicos de Niterói deve ser um chamado à reflexão para todas as escolas de samba. A luta pela permanência no Grupo Especial é constante, e a colaboração entre as agremiações pode ser a chave para um futuro mais promissor no carnaval.

Em tempos de desafios, como os enfrentados pela Acadêmicos de Niterói, é importante que as escolas busquem recursos e parcerias que possam auxiliar na construção de desfiles mais competitivos e que resgatem a essência do carnaval. Uma alternativa seria investir em tecnologia, como o Samsung Galaxy Book4 Intel® Core™ i5-1335U, Windows, que pode facilitar a criação e planejamento dos enredos e desfiles.

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Helena Vieira Martins

Sobre Helena Vieira Martins

Graduanda em Sociologia, analisa os fenômenos do cotidiano das grandes metrópoles brasileiras. Paixão por fotografia de rua e cinema clássico europeu. Adora fazer trekking e trilhas longas em parques nacionais.