Inflação em janeiro é de 0,33% com aumento nos preços da gasolina e redução na conta de luz
10 FEV

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Economia
Bianca Teles Fonseca Por Bianca Teles Fonseca - Há 2 meses
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A inflação registrada no Brasil em janeiro, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi de 0,33%, um número que se repete em relação ao mês de dezembro. O resultado foi divulgado nesta terça-feira, 10 de fevereiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar de ter ficado levemente acima da expectativa do mercado financeiro, que previa uma inflação de 0,32%, o índice se manteve dentro de um intervalo que variava entre 0,26% e 0,40%.

Ao longo dos últimos 12 meses, a inflação acumulada chegou a 4,44%, ligeiramente superior aos 4,26% registrados até dezembro. O aumento nos preços da gasolina exerceu uma pressão importante sobre o índice, enquanto a conta de luz apresentou um alívio, contribuindo para a formação do resultado final.

Em resposta a essa pressão inflacionária, o Banco Central (BC) adotou uma postura de controle, elevando a taxa básica de juros, a Selic, para 15% ao ano. O objetivo dessa medida é encarecer o crédito e, assim, desestimular o consumo. Essa estratégia busca reduzir a demanda por produtos e serviços, o que tende a diminuir a pressão sobre os preços ao longo do tempo.

No entanto, essa política de juros altos pode ter efeitos colaterais, como a desaceleração da atividade econômica, que já se mostrou evidente nas últimas avaliações do Produto Interno Bruto (PIB). Com isso, a busca por um equilíbrio entre controlar a inflação e manter o crescimento econômico se torna um desafio constante.

O Banco Central tem uma meta de inflação estabelecida em 3% para o acumulado de 12 meses, com uma margem de tolerância de 1,5 pontos percentuais para mais ou para menos, definindo assim um piso de 1,5% e um teto de 4,5%. Desde 2025, essa meta é acompanhada de forma contínua, sem estar atrelada a um ano-calendário específico. O que significa que o descumprimento da meta é considerado quando o IPCA apresenta resultados fora desse intervalo por seis meses consecutivos.

Embora o índice tenha ultrapassado a meta pela primeira vez em junho do ano passado, ele conseguiu se manter abaixo do teto de 4,5% em novembro. Segundo analistas, a recente desaceleração dos preços dos alimentos, impulsionada por uma supersafra de grãos, a valorização do real frente ao dólar e os juros elevados foram fatores que contribuíram para o controle do IPCA no final de 2025.

Para este ano, as projeções do mercado financeiro indicam uma inflação de aproximadamente 3,97% até dezembro, o que ainda está abaixo do teto estabelecido. No entanto, as expectativas são de que haja cortes na Selic em breve, a partir de março, quando está marcada a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). A previsão é que a Selic possa se situar em torno de 12,25% ao final de 2026.


Desta forma, a questão da inflação no Brasil continua a ser um tema central nas discussões econômicas. O equilíbrio entre o controle inflacionário e o crescimento econômico é um desafio que exige atenção constante por parte das autoridades monetárias.

O aumento da Selic pode ser a solução imediata para conter a alta dos preços, mas suas consequências na atividade econômica também precisam ser consideradas. O risco de desaceleração econômica pode se agravar se as taxas de juros se mantiverem por muito tempo em níveis elevados.

É essencial que o Banco Central acompanhe de perto os indicadores econômicos e as expectativas de inflação. A implementação de políticas que incentivem o crescimento sustentável deve ser prioritária, garantindo que os brasileiros tenham acesso a bens e serviços sem a pressão inflacionária.

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Bianca Teles Fonseca

Sobre Bianca Teles Fonseca

Mestre em Economia Aplicada ao Desenvolvimento. Atua analisando o impacto do agronegócio no PIB e as exportações brasileiras. Paixão por análise de dados e projeções. Estuda piano clássico desde a infância como hobby.