Brasil solicita inclusão de feminicídio na Classificação Internacional de Doenças da OMS
06 MAR

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Saúde
Juliana Mendes Peixoto Por Juliana Mendes Peixoto - Há 1 mês
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O Ministério da Saúde do Brasil fez um pedido formal à Organização Mundial da Saúde (OMS) para que o feminicídio seja incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID-11). Essa iniciativa visa aumentar a visibilidade dos casos de mortes de mulheres motivados pela desigualdade de gênero, que atualmente são classificados de forma genérica como agressão.

De acordo com uma nota divulgada pelo ministério, a violência contra as mulheres é reconhecida pela OMS como um grave problema de saúde pública e está entre os principais determinantes sociais da saúde, além de ser uma violação significativa dos direitos humanos no Brasil e em outras partes do mundo.

A proposta ainda precisa passar por uma avaliação técnica e pela deliberação dos Estados-membros da OMS. Se aprovada, a nova classificação será utilizada globalmente, o que, segundo o ministério, pode ajudar a mudar a forma como os profissionais de saúde abordam essa questão. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que quando uma condição entra na CID, ela deixa de ser vista como um relato clínico isolado e ganha reconhecimento internacional.

Durante uma coletiva de imprensa realizada no dia 5 de outubro, Padilha afirmou: "Já protocolamos formalmente. Isso dá um reforço muito grande na capacidade de notificação. Quando passa a compor um CID, os profissionais encaram isso com responsabilidade maior. E a capacidade de reunir dados também fica muito mais ágil."

O ministro ainda acrescentou que a proposta foi bem recebida pela direção da OMS e que o Brasil continuará trabalhando para obter uma decisão firme sobre essa inclusão na próxima assembleia-geral da entidade. Ele também destacou que essa contribuição é essencial para melhorar a notificação de casos de feminicídio, não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.


Desta forma, a inclusão do feminicídio na CID representa um avanço significativo no enfrentamento da violência de gênero. Essa medida pode facilitar a coleta de dados e a elaboração de políticas públicas mais eficazes.

Além disso, ao reconhecer o feminicídio como uma condição de saúde, a OMS pode ajudar a combater a normalização da violência contra as mulheres, promovendo uma mudança cultural necessária.

É crucial que o Brasil lidere essa discussão em âmbito internacional, mostrando compromisso com os direitos humanos e com a proteção das mulheres. A visibilidade que essa classificação pode trazer é fundamental.

Por fim, a proposta de incluir o feminicídio na CID não deveria ser vista apenas como uma formalidade, mas como uma oportunidade real de transformar a forma como a sociedade enxerga e trata essa questão tão grave.

Assim, a expectativa é que essa proposta tenha um impacto positivo, não apenas no Brasil, mas também globalmente, contribuindo para a redução da violência contra as mulheres.

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Juliana Mendes Peixoto

Sobre Juliana Mendes Peixoto

Mestre em Saúde Pública, com foco em bem-estar coletivo e nutrição. Atua em diversas ONGs de apoio comunitário e saúde da família. Apaixonada por ioga, meditação e jardinagem urbana em pequenos espaços residenciais.