Cerca de 20% dos estabelecimentos de saúde no Brasil adotam inteligência artificial, revela pesquisa
12 MAI

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Saúde
Camila Lacerda Bueno Por Camila Lacerda Bueno - Há 1 dia
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Uma pesquisa realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br), ligado ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), revelou que aproximadamente 18% dos estabelecimentos de saúde no Brasil já utilizam inteligência artificial (IA). Este número é maior entre as instituições privadas, onde a adoção chega a 25%, enquanto nas unidades públicas o percentual é de apenas 11%.

O estudo, denominado TIC Saúde 2025, teve como objetivo avaliar o grau de adoção de tecnologias da informação e comunicação nos serviços de saúde do país, além de entender como esses recursos estão sendo utilizados pelos profissionais da área. Para isso, foram entrevistadas 3.270 unidades de saúde em todo o Brasil, por meio de questionários online e entrevistas telefônicas.

A pesquisa destacou que os estabelecimentos que mais utilizam inteligência artificial são aqueles que possuem internação e mais de 50 leitos, atingindo 31% de adoção. Em seguida, aparecem os serviços de apoio à diagnose e terapia (SADT), com 29% de uso. Já os estabelecimentos com até 50 leitos e aqueles sem internação registraram 17% de utilização de IA.

Entre as tecnologias de inteligência artificial mais empregadas, 76% dos estabelecimentos utilizam aplicativos como ChatGPT e Gemini. Além disso, 52% utilizam ferramentas para mineração de texto e análise de linguagem, e 48% adotam sistemas para automatização de processos de trabalho. Outras aplicações incluem reconhecimento de fala (26%), reconhecimento e processamento de sinais e imagens (17%) e aprendizado de máquina (15%).

O levantamento também revelou que a maior parte dos serviços adotou a IA com o objetivo de organizar os processos clínicos e administrativos (45%). Outros objetivos incluem melhorar a segurança digital (36%), aumentar a eficiência nos tratamentos (32%) e auxiliar na logística (31%). Também foram mencionados o apoio na gestão de recursos humanos (27%) e a ajuda nos diagnósticos (26%). Para os estabelecimentos com mais de 50 leitos, a prioridade foi melhorar a segurança digital, citada por 46% das unidades.

Entretanto, a pesquisa também abordou as razões pelas quais muitas unidades ainda não utilizam inteligência artificial. Entre os principais motivos estão a falta de prioridade (62%), a ausência de necessidade ou interesse (53%) e a carência de profissionais capacitados (49%). Outras barreiras incluem dificuldades relacionadas à qualidade dos dados disponíveis, custos considerados altos e preocupações com a proteção de dados e privacidade.

Particularmente, para estabelecimentos que possuem internação e mais de 50 leitos, 63% apontaram os custos elevados como um impedimento significativo para a adoção de IA. Em um panorama mais amplo, a pesquisa também constatou que em 2025, 92% de todos os estabelecimentos de saúde no Brasil já contavam com sistemas eletrônicos para o registro de informações dos pacientes, um aumento em relação a 87%% em 2023.

Desta forma, a crescente adoção da inteligência artificial nos estabelecimentos de saúde no Brasil é um reflexo das necessidades emergentes em um sistema que busca mais eficiência e segurança. A pesquisa do Cetic.br não apenas revela avanços significativos, mas também destaca as lacunas que ainda precisam ser preenchidas. O fato de apenas 18% das unidades de saúde utilizarem IA indica que há um longo caminho a percorrer para a plena integração dessa tecnologia.

Além disso, a diferença na adoção entre o setor privado e o público levanta questões sobre a equidade no acesso a tecnologias que podem melhorar a qualidade do atendimento à população. A necessidade de investimentos em capacitação e infraestrutura é urgente, especialmente nas unidades públicas, que enfrentam desafios financeiros mais severos.

Portanto, é crucial que as políticas públicas incentivem a adoção de soluções tecnológicas, como a Antena Externa TV 4 em 1 Vhf/Uhf/Fm/HDtv Dtv-3000, para garantir que todos os brasileiros tenham acesso a um sistema de saúde mais eficiente e seguro. Isso não apenas beneficiaria os pacientes, mas também poderia otimizar os recursos disponíveis.

Em resumo, a pesquisa é um alerta sobre a necessidade de se eliminar as barreiras que ainda impedem a adoção da inteligência artificial na saúde. Com o avanço contínuo da tecnologia, é imperativo que todos os setores, especialmente os mais vulneráveis, sejam incluídos nesse progresso. O futuro da saúde passa pela integração de tecnologias que visam melhorar a experiência do paciente e a gestão dos serviços.

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Camila Lacerda Bueno

Sobre Camila Lacerda Bueno

Fisioterapeuta com pós-graduação em Medicina Tradicional Chinesa. Atua com atletas de alto rendimento e reabilitação física. Paixão por anatomia humana e biomecânica. Praticante assídua de crossfit e levantamento de peso.