Dia Mundial da Asma: doença atinge 300 milhões de pessoas e causa mil mortes diárias em todo o mundo
05 MAI

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Saúde
Marina Souza Peroni Por Marina Souza Peroni - Há 8 dias
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No Dia Mundial da Asma, celebrado em 5 de maio, especialistas e instituições de saúde em todo o mundo fazem um alerta sobre a gravidade da condição que afeta cerca de 300 milhões de pessoas globalmente. Essa doença respiratória crônica está relacionada a aproximadamente 400 mil mortes anuais, o que equivale a cerca de mil mortes por dia. No Brasil, os números são alarmantes, com cerca de 20 milhões de brasileiros vivendo com a asma e cerca de 2,5 mil óbitos anuais decorrentes da doença.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) tem enfatizado a importância do diagnóstico precoce e do tratamento adequado para mitigar as complicações e mortes que poderiam ser evitadas. A asma é uma enfermidade caracterizada pela inflamação crônica das vias aéreas, levando a sintomas como falta de ar, chiado no peito e tosse persistente, especialmente à noite. Embora não tenha cura, um tratamento apropriado pode controlar a doença e evitar crises graves.

Um dos desafios enfrentados por pacientes é o uso inadequado dos inaladores, popularmente conhecidos como bombinhas. Um estudo publicado no Journal of the COPD Foundation revelou que 87% dos pacientes com asma e Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) utilizam esses dispositivos de maneira incorreta. Erros comuns incluem não expirar completamente antes da inalação e inspirar rapidamente demais, o que prejudica a eficácia do medicamento.

De acordo com o Conselho Federal de Farmácia (CFF), é fundamental agitar a bombinha pelo menos cinco vezes antes do uso, expelir todo o ar dos pulmões, posicionar o bocal corretamente e inspirar lenta e profundamente. Após a inalação, é aconselhável prender a respiração por cerca de dez segundos e realizar a higiene bucal para evitar efeitos colaterais.

A campanha “Respira + Brasil”, lançada pelo CFF, visa ampliar o diagnóstico e melhorar a adesão ao tratamento em todo o país. A campanha oferece ações gratuitas em diversos estados, incluindo avaliações da função respiratória, vacinação e orientações sobre o uso correto dos medicamentos. Especialistas da Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) destacam que o tratamento da asma requer acompanhamento contínuo e educação do paciente. O uso de medicações controladoras, como corticoides inalatórios, é essencial para o controle da doença.

O Dia Mundial da Asma serve como um lembrete de que respirar é uma ação que pode parecer automática, mas que, para muitos, se torna um desafio diário. Portanto, a informação e o tratamento adequado são as melhores ferramentas disponíveis para salvar vidas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes asmáticos.


Desta forma, é imprescindível que a sociedade compreenda a seriedade da asma como uma condição de saúde que requer atenção e cuidados constantes. A disseminação de informações corretas sobre o uso de inaladores e a importância do acompanhamento médico deve ser priorizada.

Em resumo, a saúde pública deve se mobilizar para garantir que todos os pacientes tenham acesso a diagnósticos precoces e tratamentos eficazes. O papel das campanhas de conscientização, como “Respira + Brasil”, é crucial para fortalecer essa abordagem.

Assim, o combate à asma deve ser uma prioridade em políticas de saúde, especialmente considerando o impacto que a doença tem na vida de milhões de brasileiros. Investir em educação e conscientização pode reduzir significativamente os índices de mortalidade relacionados à asma.

Finalmente, a colaboração entre profissionais de saúde, pacientes e sociedade é vital para que enfrentemos com eficácia os desafios impostos por essa condição. É necessário que todos se unam em busca de um futuro onde respirar não seja um desafio.

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Marina Souza Peroni

Sobre Marina Souza Peroni

Médica endocrinologista e mestre em Bioética Médica. Atua em hospitais da rede privada focada em longevidade e saúde integrativa. Paixão por saúde preventiva. Participa ativamente de um coro coral amador local.