Hantavírus pode ter se espalhado entre passageiros de navio de cruzeiro com mortes confirmadas, afirma OMS
05 MAI

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Saúde
Camila Lacerda Bueno Por Camila Lacerda Bueno - Há 8 dias
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A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou sobre a possibilidade de transmissão do hantavírus entre passageiros do navio de cruzeiro MV Hondius, onde três pessoas já morreram. Este vírus, que normalmente é transmitido por roedores, pode ter se espalhado entre aqueles que estavam em "contato realmente próximo" a bordo, segundo a OMS. Apesar da gravidade da situação, a organização destacou que o risco para o público em geral é considerado baixo.

Dois tripulantes, um britânico e um holandês, apresentaram sintomas respiratórios agudos e serão evacuados para a Holanda. Além deles, um familiar de um cidadão alemão que também faleceu será transferido. O MV Hondius havia iniciado sua viagem a partir da Argentina há cerca de um mês e atualmente está ancorado próximo a Cabo Verde, na costa ocidental da África.

Equipes médicas de Cabo Verde, em colaboração com a OMS, embarcaram no navio para prestar assistência aos casos suspeitos. Testes estão sendo realizados em outros passageiros e tripulantes que apresentam sintomas relacionados ao hantavírus. Imagens do local mostram trabalhadores utilizando trajes de proteção em uma embarcação menor ao lado do navio.

Atualmente, cerca de 149 pessoas de 23 nacionalidades continuam a bordo sob rigorosas medidas de precaução. A Dra. Maria Van Kerkhove, representante da OMS, comentou que "acreditamos que pode haver alguma transmissão de pessoa para pessoa ocorrendo entre contatos realmente próximos".

A OMS acredita que a primeira pessoa a adoecer pode ter contraído o hantavírus antes de embarcar no navio. Até o momento, foram registrados sete casos de hantavírus, sendo dois confirmados e cinco suspeitos. Os casos confirmados incluem uma mulher holandesa, que está entre os mortos, e um homem britânico de 69 anos, que foi transferido para a África do Sul para tratamento médico. A situação é preocupante, e a OMS continua a investigar a origem e a propagação do vírus.

A família da mulher holandesa expressou sua dor em um comunicado, afirmando que a viagem que deveriam ter desfrutado juntos foi abruptamente interrompida. Eles pedem privacidade para lidar com a perda.

Autoridades estão considerando a hipótese de que a cepa do vírus encontrada no navio seja a cepa Andes, que é conhecida por se espalhar na América do Sul, onde o cruzeiro teve início. A Dra. Van Kerkhove informou que não foram encontrados roedores a bordo do navio e que já estão sendo realizadas desinfecções no local. Os tripulantes e passageiros com sintomas estão utilizando Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) adequados.

O cruzeiro visitou várias ilhas, algumas das quais possuem roedores que são transmissores do hantavírus. A OMS informou que a Espanha ofereceu permissão para que o navio atracasse nas Ilhas Canárias, onde uma avaliação de risco e monitoramento médico poderão ser realizados. No entanto, o Ministério da Saúde da Espanha ainda não confirmou a acolhida do navio.

O porta-voz do Ministério da Saúde da Espanha afirmou que ainda não receberam um pedido formal para que o navio pare nas Canárias, mas estão preparados para assumir a situação, o que incluiria fornecer atendimento médico e desinfecção. Não foi esclarecido se os passageiros poderão desembarcar no local.

Enquanto isso, os passageiros a bordo do navio estão enfrentando a situação com expectativa. Um deles comentou que o clima a bordo está "bastante bom" e que esperam que os testes nos demais passageiros sejam feitos em breve, para que a situação possa ser esclarecida. Outro passageiro, o vlogger de viagens Jake Rosmarin, expressou em suas redes sociais que a incerteza é a parte mais difícil e que todos querem se sentir seguros e retornar para casa.

Dessa forma, a situação a bordo do MV Hondius levanta questões importantes sobre a segurança em cruzeiros e a necessidade de monitoramento rigoroso diante de surtos de doenças transmissíveis. A comunicação clara e eficiente por parte das autoridades é crucial para assegurar a tranquilidade dos passageiros e suas famílias.

Em resumo, a resposta das autoridades deve ser rápida e eficaz, considerando o risco de transmissão de doenças como o hantavírus. A colaboração entre países e organizações de saúde é fundamental para evitar a propagação de infecções em situações como esta.

Assim, o caso do MV Hondius é um exemplo de como a saúde pública pode ser impactada por viagens internacionais e a importância de protocolos de segurança em cruzeiros. A vigilância sanitária deve ser uma prioridade em qualquer embarcação que opere em águas internacionais.

Por fim, é essencial que os passageiros recebam o suporte necessário e que as investigações sobre a origem do surto avancem com transparência. O bem-estar coletivo deve ser a prioridade em situações de crise de saúde pública.

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Camila Lacerda Bueno

Sobre Camila Lacerda Bueno

Fisioterapeuta com pós-graduação em Medicina Tradicional Chinesa. Atua com atletas de alto rendimento e reabilitação física. Paixão por anatomia humana e biomecânica. Praticante assídua de crossfit e levantamento de peso.