OMS descarta comparação entre surto de hantavírus e pandemia de covid-19
06 MAI

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Saúde
Camila Lacerda Bueno Por Camila Lacerda Bueno - Há 7 dias
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A Organização Mundial de Saúde (OMS) afirmou nesta quarta-feira (6) que não considera o surto de hantavírus registrado em um navio de cruzeiro semelhante ao que ocorreu no início da pandemia de covid-19. O alerta internacional foi emitido devido à morte de três passageiros da embarcação MV Hondius, ancorada na costa de Cabo Verde desde o último domingo (2). A informação foi divulgada pela agência de notícias France Presse.

O navio, que possui bandeira holandesa, partiu de Ushuaia, na Argentina, no dia 1º de abril e foi colocado em alerta quando a OMS recebeu informações sobre os óbitos e suspeitas de um surto. A doença, que é menos comum, é normalmente transmitida por roedores infectados, através de urina, fezes ou saliva. No entanto, foi identificada uma variante chamada Andes, que pode ser transmitida entre humanos.

O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, minimizou os riscos associados a essa situação. Ele destacou que o perigo para a população global é considerado baixo, afirmando: "Não, acredito que não" quando questionado sobre possíveis semelhanças com o início da pandemia de covid-19. Apesar do surto, ele não vê necessidade de convocar o comitê de emergência da OMS neste momento.

Os passageiros do MV Hondius, apesar da preocupação, estão assintomáticos e devem ser repatriados conforme anunciado pelo governo espanhol. Profissionais de saúde estão a bordo do navio, monitorando a situação de perto, enquanto a embarcação permanece próxima ao porto de Praia, capital de Cabo Verde, desde que o alerta foi declarado.

A situação gerou apreensão, mas a OMS está trabalhando em coordenação com parceiros internacionais para organizar uma resposta adequada. O diretor-geral reiterou que reuniões estão sendo realizadas para garantir que todas as medidas necessárias sejam tomadas.

Desta forma, é crucial que a população mantenha a calma e siga as orientações das autoridades de saúde. O surto de hantavírus, embora sério, não apresenta os mesmos riscos globais que a pandemia de covid-19. Isso deve ser levado em conta para evitar reações desproporcionais.

Além disso, a comunicação clara das autoridades é fundamental para que as pessoas compreendam a situação e as medidas que estão sendo adotadas. A OMS tem trabalhado para informar a população sobre os riscos e as precauções necessárias.

Em resumo, a gestão da saúde pública deve focar na prevenção e no monitoramento, evitando pânico e desinformação. A experiência adquirida durante a pandemia de covid-19 pode e deve ser utilizada para lidar com surtos de doenças infecciosas de forma mais eficaz.

Por fim, a colaboração entre países e organizações internacionais é essencial para enfrentar emergências de saúde, garantindo que ações coordenadas sejam efetivas e atinjam os grupos mais vulneráveis.

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Camila Lacerda Bueno

Sobre Camila Lacerda Bueno

Fisioterapeuta com pós-graduação em Medicina Tradicional Chinesa. Atua com atletas de alto rendimento e reabilitação física. Paixão por anatomia humana e biomecânica. Praticante assídua de crossfit e levantamento de peso.