Vacinas contra dengue e chikungunya: quais são os grupos que podem se vacinar pelo SUS?
03 MAR

Carta Branca - As notícias de último minuto estão sempre aqui. Fique por dentro!

SAIBA MAIS
Saúde
Marina Souza Peroni Por Marina Souza Peroni - Há 1 mês
12066 4 minutos de leitura

A chegada de novas vacinas contra dengue e chikungunya, desenvolvidas pelo Instituto Butantan, traz esperança para a população brasileira. A vacina contra a dengue, chamada Butantan-DV, já está em fase de distribuição em todo o país, enquanto a vacina contra chikungunya ainda está em testes em cidades selecionadas. Este artigo irá esclarecer como funcionará a vacinação e quem poderá se vacinar.

A vacina Butantan-DV, destinada a pessoas entre 15 e 59 anos, já começou a ser aplicada desde fevereiro de 2026, priorizando os profissionais de saúde que atuam na linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS). A expectativa é que até 1,2 milhão de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários recebam a vacina inicialmente. O governo planeja expandir a imunização gradativamente para outras faixas etárias conforme a disponibilidade das doses.

No final de fevereiro, o Instituto Butantan anunciou que irá antecipar a entrega de 1,3 milhão de doses do imunizante, dobrando a oferta inicialmente prevista para o primeiro semestre do ano. Apesar de ainda não haver um cronograma definido para a distribuição completa, a vacinação está seguindo um plano organizado. Para verificar a situação da imunização em sua cidade, é recomendável consultar a secretaria de saúde local.

Além da Butantan-DV, o SUS também disponibiliza a vacina japonesa Qdenga, que é indicada para crianças de 10 a 14 anos e deve ser administrada em duas doses.

Por outro lado, a vacina contra chikungunya, que é a primeira do mundo, ainda está em fase de implementação. Este imunizante está sendo testado em um número limitado de cidades-piloto, com aplicação restrita a áreas prioritárias. Atualmente, a vacina é oferecida a pessoas de 18 a 59 anos e está disponível em municípios como Sabará e Congonhas, em Minas Gerais, Maracanaú, no Ceará, Simão Dias, em Sergipe, e Mirassol, em São Paulo.

A vacinação contra chikungunya está sendo realizada em 10 municípios selecionados, onde os resultados do estudo ajudarão a determinar a expansão da vacina para um público maior. Os moradores dessas áreas prioritárias são os primeiros a receber o imunizante, e a eficácia desta fase será crucial para definir os próximos passos no SUS.


Desta forma, a introdução dessas vacinas representa um avanço significativo na luta contra doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti. O aumento na oferta de vacinas, especialmente contra a dengue, é um passo positivo para a saúde pública.

Entretanto, é fundamental que a população esteja ciente das especificidades de cada vacina, como faixas etárias e locais de aplicação. A comunicação clara e eficiente sobre a vacinação é essencial para maximizar a adesão da população.

Além disso, a implementação gradual da vacina contra chikungunya deve ser acompanhada com atenção. A escolha de municípios-piloto reflete uma estratégia cuidadosa que visa garantir a segurança e eficácia do imunizante antes de sua ampla distribuição.

Assim, é imprescindível que as autoridades de saúde mantenham a transparência e informem regularmente a população sobre os progressos e resultados das vacinas. A confiança da população no sistema de saúde é vital para o sucesso dessas iniciativas.

Finalmente, a combinação de vacinas contra dengue e chikungunya poderá reduzir significativamente os casos e mortes causadas por essas doenças, beneficiando toda a sociedade e aliviando a pressão sobre os serviços de saúde.

Uma dica especial para você

Com a recente introdução das vacinas contra dengue e chikungunya, é fundamental se manter informado e preparado. Para complementar seu conhecimento sobre saúde, recomendamos a leitura de É assim que começa (Vol. 2 É assim que acaba) + BRINDE. Este material instigante oferece uma nova perspectiva sobre a prevenção e cuidados com a saúde.

Este livro é mais do que uma simples leitura; é uma jornada emocional que conecta você com histórias reais, desafios e superações. Com uma narrativa envolvente, ele proporciona insights valiosos que podem transformar sua visão sobre a saúde e bem-estar, tornando-o um aliado poderoso em tempos de incerteza.

Aproveite esta oportunidade exclusiva de se aprofundar em temas que impactam diretamente sua vida e saúde. Não deixe para depois! Garanta já o seu exemplar de É assim que começa (Vol. 2 É assim que acaba) + BRINDE e esteja à frente na busca pelo conhecimento que faz a diferença.

Gostou dessa notícia? Você pode compartilhá-la com seus amigos!

Marina Souza Peroni

Sobre Marina Souza Peroni

Médica endocrinologista e mestre em Bioética Médica. Atua em hospitais da rede privada focada em longevidade e saúde integrativa. Paixão por saúde preventiva. Participa ativamente de um coro coral amador local.