Giulia Costa fala sobre dermatilomania, transtorno que causa feridas na pele
19 FEV

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Saúde
Camila Lacerda Bueno Por Camila Lacerda Bueno - Há 2 meses
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Giulia Costa, filha da atriz Flávia Alessandra, compartilhou recentemente sua luta contra a dermatilomania, um transtorno psiquiátrico que se caracteriza pelo impulso de coçar ou machucar a própria pele, o que pode resultar em feridas e cicatrizes. Essa condição, que pode parecer incomum, está mais presente do que se imagina e costuma estar relacionada a problemas de ansiedade, estresse e transtornos compulsivos.

De acordo com médicos e especialistas, a dermatilomania não está ligada à vaidade ou preocupações estéticas, mas sim a um comportamento compulsivo que muitas vezes surge como uma tentativa inconsciente de aliviar tensões emocionais. Giulia, ao revelar seu diagnóstico, mencionou que, apesar de estar em um momento positivo em sua vida, sentia-se emocionalmente abalada, e a ansiedade teve uma manifestação intensa, levando-a a se machucar.

Na ocasião, Giulia comentou sobre o impacto do transtorno, afirmando: "A ansiedade atacou como poucas vezes e eu machuquei toda a minha mão". Essa revelação trouxe à tona a realidade de que muitas pessoas sofrem com a dermatilomania sem nem saber que é uma condição diagnosticável. A dermatologista Denise Ozores destacou que muitos pacientes minimizam os sintomas ou sentem vergonha de buscar ajuda, o que contribui para a falta de diagnóstico adequado.

Os sinais mais comuns da dermatilomania incluem ferimentos na pele, que podem ser direcionados a acne, cascas de feridas ou outras imperfeições. Além disso, os pacientes podem utilizar objetos como pinças, agulhas ou tesouras para se machucar. Essa prática pode acontecer de maneira automática ou consciente, geralmente em momentos de ansiedade, estresse ou tédio, e pode resultar em cicatrizes e infecções em diversas partes do corpo, como rosto, braços e couro cabeludo.

O tratamento da dermatilomania pode ser desafiador, pois os indivíduos que sofrem desse transtorno frequentemente sentem vergonha e culpa, o que pode levar ao isolamento social. As opções de tratamento incluem:

  • Psicoterapia: abordagens como a Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e a Terapia de Reversão de Hábitos são eficazes para ajudar os pacientes a identificar gatilhos e modificar comportamentos.
  • Medicação: em alguns casos, são prescritos medicamentos para controlar a ansiedade e a depressão, que podem ser causas subjacentes do transtorno.
  • Estratégias de Autocuidado: manter as unhas curtas, usar curativos e envolver-se em atividades manuais, como cozinhar ou tricotar, pode ajudar a manter as mãos ocupadas e evitar o comportamento compulsivo.

Embora a dermatilomania possa ser uma condição crônica, o tratamento adequado pode ajudar a gerenciar e reduzir os comportamentos de ferir a pele, promovendo a cicatrização e o bem-estar emocional.


Desta forma, a luta de Giulia Costa contra a dermatilomania destaca a importância de trazer à tona questões relacionadas à saúde mental. O estigma associado a transtornos como esse ainda é um grande obstáculo para muitos que buscam tratamento. É fundamental que as pessoas compreendam que a dermatilomania não é uma questão de falta de autocontrole, mas sim um comportamento compulsivo que precisa de atenção e cuidado profissional.

Além disso, a falta de diagnóstico e a vergonha sentida por muitos indivíduos que sofrem desse transtorno reforçam a necessidade de uma maior conscientização sobre os sinais e sintomas da dermatilomania. Campanhas informativas podem ajudar a desmistificar a condição, encorajando mais pessoas a buscarem ajuda qualificada.

O papel dos profissionais de saúde mental é crucial nesse processo, pois eles podem oferecer as ferramentas necessárias para que os pacientes aprendam a gerenciar seus impulsos e a lidar com a ansiedade de maneira mais saudável. A inclusão de terapias específicas pode ser um passo importante na recuperação.

Por fim, é essencial que a sociedade como um todo esteja mais atenta às questões de saúde mental, promovendo um ambiente onde as pessoas se sintam seguras para falar sobre suas dificuldades. A jornada para a recuperação é mais fácil quando se conta com apoio e compreensão.

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Camila Lacerda Bueno

Sobre Camila Lacerda Bueno

Fisioterapeuta com pós-graduação em Medicina Tradicional Chinesa. Atua com atletas de alto rendimento e reabilitação física. Paixão por anatomia humana e biomecânica. Praticante assídua de crossfit e levantamento de peso.