Hospital de São José do Rio Preto utiliza realidade virtual para ajudar na recuperação de pacientes na UTI
19 FEV

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Saúde
Juliana Mendes Peixoto Por Juliana Mendes Peixoto - Há 2 meses
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O Hospital de Base de São José do Rio Preto, localizado a 440 km da capital paulista, implementou uma inovadora abordagem para auxiliar na recuperação de pacientes internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A instituição passou a utilizar óculos de realidade virtual durante as sessões de fisioterapia, com o objetivo de acelerar a recuperação de pacientes, tanto do Sistema Único de Saúde (SUS) quanto da ala particular.

A iniciativa foi inspirada em relatos de pacientes que experimentaram os óculos, como Priscila Valverde Pacheco dos Santos, de 33 anos, que ficou internada por nove dias, a maior parte deles na UTI, devido a uma pneumonia bacteriana. Ao utilizar os óculos, ela foi transportada para ambientes relaxantes, como praias e paisagens naturais, que ajudaram a reduzir sua ansiedade e melhorar sua adesão aos exercícios de fisioterapia.

Priscila, que teve 100% do pulmão direito comprometido e precisou ser entubada, relatou que a experiência trouxe memórias positivas e um senso de bem-estar durante o tratamento. Essa tecnologia é utilizada estrategicamente: nos primeiros 10 a 15 minutos de cada sessão de fisioterapia, os pacientes são imersos em imagens de natureza, o que contribui para a redução do estresse e aumenta a motivação para os exercícios.

Segundo Iuri Dheloi, fisioterapeuta do hospital, a escolha por imagens naturais é intencional, pois elas transmitem calma e relaxamento. Os pacientes podem "caminhar" virtualmente por trilhas arborizadas, praias e campos floridos, enquanto ouvem sons relaxantes do ambiente. A combinação da realidade virtual com outras terapias, como eletroestimulação e uso de mini bicicletas, potencializa os resultados e melhora a recuperação dos pacientes.

A implementação desta tecnologia já mostrou resultados positivos, com relatos de pacientes mais engajados e dispostos a participar das sessões de fisioterapia. O hospital observou que esses pacientes podem ter uma redução significativa no tempo de internação, chegando a três dias a menos, o que representa um avanço considerável na recuperação de quem passa por tratamentos intensivos.

Além de pacientes que ficam internados por longos períodos, a tecnologia também é aplicada em casos de internações rápidas, como no caso de Lidiane Caroline Alexandre Mendonça, de 28 anos, que utilizou a realidade virtual após uma cesariana de emergência. A abordagem tem se mostrado eficaz não apenas para a recuperação física, mas também para o bem-estar emocional dos pacientes, o que é fundamental em ambientes hospitalares, especialmente nas UTIs.

O uso de tecnologias, como a realidade virtual, na reabilitação de pacientes, evidencia a importância da inovação no cuidado com a saúde. O Hospital de Base de São José do Rio Preto se destaca ao adotar práticas que não apenas tratam as doenças, mas também cuidam da saúde mental e emocional dos pacientes, promovendo uma recuperação mais holística e eficiente. Essa abordagem pode servir como um modelo para outras instituições de saúde que buscam aprimorar seus métodos de tratamento e reabilitação.

Desta forma, a utilização de tecnologias como a realidade virtual em ambientes hospitalares representa um avanço significativo no tratamento de pacientes. A experiência imersiva não apenas alivia o estresse, mas também promove uma recuperação mais rápida e eficaz. É crucial que mais instituições de saúde adotem essas inovações, visando um atendimento mais humano e integral.

O papel da fisioterapia, aliado à tecnologia, mostra-se fundamental na UTI, onde a mobilidade é limitada e a recuperação pode ser lenta. Assim, a combinação de técnicas tradicionais com inovações tecnológicas pode transformar a experiência do paciente, tornando-a mais leve e menos angustiante. A capacidade de proporcionar momentos de alívio e prazer durante o tratamento é algo que deve ser valorizado na assistência à saúde.

Além disso, é importante que a gestão de saúde pública e privada reconheça a eficácia dessas abordagens. Em resumo, a implementação de tecnologias que promovem o bem-estar psicológico e emocional dos pacientes deve ser uma prioridade nas políticas de saúde. A experiência do Hospital de Base é um exemplo que merece ser seguido.

Por fim, a realidade virtual não deve ser vista apenas como um recurso adicional, mas como uma ferramenta essencial na reabilitação moderna. O impacto positivo sobre a recuperação física e emocional dos pacientes reforça a necessidade de investimentos contínuos em pesquisa e desenvolvimento nessa área. A inovação é uma aliada indispensável na busca por uma saúde de qualidade.

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Juliana Mendes Peixoto

Sobre Juliana Mendes Peixoto

Mestre em Saúde Pública, com foco em bem-estar coletivo e nutrição. Atua em diversas ONGs de apoio comunitário e saúde da família. Apaixonada por ioga, meditação e jardinagem urbana em pequenos espaços residenciais.