Quebra de patente de medicamentos pode economizar R$ 70 bilhões ao SUS, afirma deputado
10 FEV

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Saúde
Camila Lacerda Bueno Por Camila Lacerda Bueno - Há 2 meses
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A quebra de patente de medicamentos para emagrecimento, como Mounjaro e Zepbound, pode resultar em uma economia significativa para o Sistema Único de Saúde (SUS), estimada em cerca de R$ 70 bilhões. Essa informação foi divulgada pelo deputado federal Mário Heringer (PDT-MG), autor de um requerimento que pede urgência para a análise de um projeto de lei que considera esses medicamentos de interesse público.

Em entrevista ao Live CNN, Heringer explicou que a ampliação do acesso a esses tratamentos não só beneficiaria os pacientes individualmente, mas também reduziria consideravelmente os gastos do sistema de saúde pública com internações e cirurgias, além de tratamentos relacionados a comorbidades ligadas à obesidade.

"Isso, além de ser bom para as pessoas, vai gerar em torno de 70 bilhões de economia para o SUS. Estou falando apenas do SUS, sem considerar a saúde suplementar ou outras economias em tratamentos mais complexos", destacou Heringer.

O deputado, que também é médico, compartilhou sua experiência pessoal com medicamentos para emagrecimento, mencionando que perdeu 12 quilos e observou melhorias significativas em seus indicadores de saúde. Ele relatou que sua pressão arterial normalizou e que seus níveis de triglicerídeos e colesterol também melhoraram após o uso desses medicamentos.

Além disso, Heringer comentou sobre os alertas recentes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre possíveis riscos associados a esses medicamentos, como casos de pancreatite. Ele argumentou que os benefícios do tratamento superam os riscos e que as notificações de complicações referem-se a um período de cinco a seis anos, abrangendo diversos tipos de medicamentos.

O deputado ressaltou que as complicações mencionadas podem estar relacionadas a comorbidades preexistentes em muitos pacientes. Heringer também contestou as objeções à quebra de patentes, afirmando que o custo de produção desses medicamentos é relativamente baixo e que a alegação de que a proteção de patentes estimula a pesquisa não se sustenta.

Ele alertou que o Brasil pode se tornar o país mais obeso do mundo até 2030 ou 2032, superando os Estados Unidos. Essa previsão, segundo Heringer, torna urgente a necessidade de ampliar o acesso a tratamentos eficazes para a obesidade. "Nós não podemos esperar", finalizou.

Desta forma, a proposta de quebra de patentes para medicamentos como Mounjaro e Zepbound merece atenção e debate. A economia potencial de R$ 70 bilhões para o SUS é um argumento forte a favor da iniciativa, considerando os altos custos associados ao tratamento da obesidade e suas comorbidades.

Além disso, o relato pessoal do deputado Heringer traz uma perspectiva humanizada sobre o uso desses medicamentos, o que pode ajudar a desmistificar o preconceito em relação ao tratamento da obesidade. O uso responsável e supervisionado desses remédios pode trazer benefícios reais para muitos indivíduos que lutam contra a balança.

Por outro lado, é fundamental que as preocupações sobre os possíveis riscos associados a esses medicamentos sejam tratadas com seriedade. A Anvisa deve continuar a monitorar os efeitos colaterais e assegurar que a segurança dos pacientes esteja em primeiro lugar.

A discussão sobre a quebra de patentes também levanta questões sobre a sustentabilidade do sistema de saúde e o papel das empresas farmacêuticas. É necessário um equilíbrio entre a inovação e o acesso a tratamentos acessíveis para a população.

Finalmente, o aumento das taxas de obesidade no Brasil é um desafio que não pode ser ignorado. A combinação de medidas como a quebra de patentes e a promoção de hábitos saudáveis pode ser um caminho viável para enfrentar essa epidemia de forma eficaz.

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Camila Lacerda Bueno

Sobre Camila Lacerda Bueno

Fisioterapeuta com pós-graduação em Medicina Tradicional Chinesa. Atua com atletas de alto rendimento e reabilitação física. Paixão por anatomia humana e biomecânica. Praticante assídua de crossfit e levantamento de peso.