São Paulo registra 44 casos confirmados de Mpox em 2026
19 FEV

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Saúde
Marina Souza Peroni Por Marina Souza Peroni - Há 2 meses
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O estado de São Paulo contabiliza, até o momento, 44 casos confirmados de Mpox em 2026, segundo informações do painel de monitoramento do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (Nies). Esse número faz parte de um total de 171 notificações registradas neste ano. Desde a identificação do vírus no estado, em 2022, já foram confirmados mais de 6 mil casos e três mortes associadas à doença.

A Mpox, que anteriormente era conhecida como "varíola dos macacos", é uma infecção viral que possui duas cepas principais: Clado 1 e Clado 2. Recentemente, uma nova variante, considerada mais grave e com maior potencial de transmissão sexual, foi identificada. A Secretaria de Saúde do estado está atenta a essa nova situação e adota protocolos rigorosos para monitoramento e controle da doença.

De acordo com os dados mais recentes, do total de 171 notificações em 2026, 62 casos permanecem como suspeitos, 44 foram confirmados, 53 descartados, 11 não apresentam informações na plataforma e um caso é considerado provável. Para comparação, em 2025, o estado havia encerrado o ano com 422 confirmações e 1.943 notificações.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo informou que está realizando um monitoramento contínuo do cenário epidemiológico. Todas as unidades de saúde do estado seguem protocolos técnicos para vigilância, testes e acompanhamento, visando garantir uma resposta ágil e eficaz às novas ocorrências.

A Mpox é uma doença viral pertencente à mesma família da varíola, que foi erradicada em 1980. Embora menos comum, a infecção pode apresentar sintomas leves a moderados. As duas principais cepas foram renomeadas no final de 2022, passo que também incluiu a mudança do nome da doença. O Clado 1 está associado a casos mais severos, enquanto o Clado 2, mais leve, foi responsável pela propagação global da infecção em 2022.

Desta forma, é imprescindível que a população se mantenha informada sobre a Mpox e suas variantes. O monitoramento constante por parte da Secretaria de Saúde é um passo positivo, mas depende da colaboração dos cidadãos para que as medidas de prevenção sejam eficazes.

Além disso, a conscientização sobre a transmissão do vírus e a importância do diagnóstico precoce são fundamentais para evitar novos surtos. É essencial que a sociedade compreenda que a vigilância epidemiológica é uma responsabilidade compartilhada.

Em resumo, a nova variante identificada da Mpox requer atenção especial. A disseminação de informações claras e precisas pode ajudar a combater a desinformação e a minimizar o impacto da doença na saúde pública.

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Com o aumento dos casos, a vigilância e a prevenção devem ser prioridade para garantir a saúde da população. A resposta a essas ameaças requer união entre as esferas governamentais e a sociedade civil.

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Marina Souza Peroni

Sobre Marina Souza Peroni

Médica endocrinologista e mestre em Bioética Médica. Atua em hospitais da rede privada focada em longevidade e saúde integrativa. Paixão por saúde preventiva. Participa ativamente de um coro coral amador local.