SUS inicia teleatendimento psicológico para mulheres em situação de violência
06 MAR

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Saúde
Marina Souza Peroni Por Marina Souza Peroni - Há 1 mês
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A partir deste mês, mulheres que vivem em situações de violência ou vulnerabilidade psicossocial nas cidades de Recife e Rio de Janeiro terão acesso a um novo serviço de teleatendimento psicológico oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Essa iniciativa, anunciada pelo Ministério da Saúde, faz parte de um cronograma que prevê a expansão do atendimento a outras cidades com mais de 150 mil habitantes até maio e, posteriormente, ao restante do país em junho.

Segundo informações divulgadas pela pasta, o projeto prevê a realização de 4,7 milhões de teleatendimentos psicológicos anualmente. A ação é resultado de uma parceria com a AgSUS (Agência Brasileira de Apoio à Gestão do SUS) e o Proadi-SUS (Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde). Para acessar o serviço, as mulheres poderão ser orientadas e encaminhadas por meio de unidades de atenção primária à saúde, como as UBSs (Unidades Básicas de Saúde) e serviços da rede de proteção.

Além disso, será possível buscar atendimento diretamente pelo aplicativo Meu SUS Digital. Um mini app, previsto para ser lançado no final deste mês, permitirá que as mulheres realizem um cadastro para uma avaliação inicial de sua situação de violência. Com base nessas informações, o aplicativo enviará uma mensagem com data e horário agendados para o teleatendimento.

A primeira consulta realizada será fundamental para identificar os riscos, a rede de apoio disponível e as demandas da paciente, além de promover articulação com serviços de referência. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que esta nova modalidade de atendimento busca oferecer suporte não apenas às mulheres que já foram vítimas de violência, mas também àquelas que estão em condições de vulnerabilidade extrema.

Padilha também mencionou que a iniciativa segue o modelo já utilizado para o teleatendimento de pessoas em situações de compulsão por jogos eletrônicos, adaptando as estratégias para a atenção primária em saúde e a pactuação com estados e municípios. O serviço contará com uma equipe multidisciplinar, incluindo psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e, em algumas situações, terapeutas ocupacionais.


Desta forma, a implementação do teleatendimento psicológico é um passo significativo para ampliar o acesso à saúde mental para mulheres em situações de violência. A necessidade de oferecer suporte psicológico é evidente, e essa iniciativa do SUS pode ser um diferencial vital para muitas que enfrentam essas adversidades.

Além disso, a escolha de um modelo que integra tecnologia e atendimento humano é uma abordagem inovadora que pode facilitar o acesso ao cuidado psicológico, especialmente em regiões onde os serviços de saúde mental são escassos. O uso do aplicativo Meu SUS Digital pode ser uma ferramenta poderosa, permitindo que as mulheres busquem apoio de forma mais discreta e acessível.

No entanto, é crucial que o governo assegure que esse serviço tenha a infraestrutura necessária para atender à demanda e que os profissionais envolvidos sejam devidamente capacitados. Um treinamento adequado garantirá que as necessidades específicas dessas mulheres sejam compreendidas e tratadas com a sensibilidade que a situação exige.

Por fim, a continuidade e a expansão desse tipo de atendimento devem ser monitoradas de perto. É essencial que o sistema de saúde avalie os resultados e faça ajustes necessários, garantindo que mulheres em todo o Brasil possam ter acesso a um acompanhamento psicológico eficaz e acolhedor.

Essa iniciativa pode ser um exemplo de como a saúde mental pode ser integrada ao cuidado à saúde física, promovendo um tratamento holístico e eficaz. É um momento de esperança para muitas mulheres que buscam apoio e proteção.

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Marina Souza Peroni

Sobre Marina Souza Peroni

Médica endocrinologista e mestre em Bioética Médica. Atua em hospitais da rede privada focada em longevidade e saúde integrativa. Paixão por saúde preventiva. Participa ativamente de um coro coral amador local.