Virologistas alertam sobre nova variante BA.3.2 da Covid, mas não há motivo para alarme
07 ABR

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Saúde
Marina Souza Peroni Por Marina Souza Peroni - Há 3 dias
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A Rede Global de Vírus (GVN), composta por especialistas de mais de 90 centros em mais de 40 países, emitiu um alerta sobre a nova variante BA.3.2 do SARS-CoV-2, o vírus responsável pela Covid-19. Essa nova cepa, também chamada de "Cicada", foi identificada como possuindo um maior escape imunológico. No entanto, de acordo com os virologistas, as evidências atuais não indicam uma razão para alarme ou preocupação excessiva.

As análises iniciais, que incluem avaliações de autoridades internacionais de saúde pública e estudos laboratoriais, mostram que a variante BA.3.2 apresenta características que permitem ao vírus escapar das defesas do organismo humano. Apesar do aumento nas chances de infecção ou reinfecção, os especialistas enfatizam que isso não significa uma diminuição da proteção contra formas graves da doença.

A cepa BA.3.2 foi detectada pela primeira vez na África do Sul em novembro de 2024, a partir de uma amostra de um menino de cinco anos. Desde então, a variante se espalhou para outros países, como Moçambique, Holanda e Alemanha. Entre novembro de 2025 e janeiro de 2026, a presença da BA.3.2 aumentou significativamente, representando cerca de 30% das sequências relatadas em três países europeus: Dinamarca, Alemanha e Holanda. Atualmente, a variante já foi identificada em 23 países, incluindo grandes nações como Austrália, Reino Unido, China e Estados Unidos, mas não há registros dela no Brasil.

Nos Estados Unidos, a variante foi encontrada em amostras de viajantes provenientes de várias partes do mundo e também em amostras de esgoto de aeronaves. A BA.3.2 apresenta entre 70 a 75 mutações na proteína Spike, que é a parte do vírus utilizada para infectar células humanas. Essas mutações são comparáveis às das variantes JN.1 e LP.8.1, que são atualmente as mais comuns e que são alvo das vacinas em uso.

Apesar da preocupação com o escape imunológico, os virologistas afirmam que não há evidências que sugiram que a BA.3.2 esteja associada a um aumento na gravidade da doença. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Anvisa também corroboram essa avaliação, afirmando que não há indicação de que a variante provoque uma maior taxa de hospitalizações, internações em UTI ou mortes. Assim, a BA.3.2 não representa uma nova ameaça, mas reforça a necessidade de manter a vigilância e garantir que a vacinação esteja em dia.

Desta forma, é fundamental que a população permaneça atenta às orientações das autoridades sanitárias. A vacinação continua sendo a principal defesa contra a Covid-19 e suas variantes. Além disso, a vigilância constante é essencial para detectar novas cepas que possam surgir.

Em resumo, a variante BA.3.2 deve ser monitorada, mas não é motivo para pânico. A comunicação transparente e a educação em saúde são vitais para que a sociedade compreenda os riscos e as medidas de proteção necessárias.

Assim, é importante que as pessoas continuem a se vacinar e a seguir as recomendações de saúde pública. Isso não apenas protege a si mesmas, mas também ajuda a proteger a comunidade em geral.

Finalmente, ao perceber qualquer sintoma associado à Covid-19, é crucial buscar orientação médica. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para evitar complicações.

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Marina Souza Peroni

Sobre Marina Souza Peroni

Médica endocrinologista e mestre em Bioética Médica. Atua em hospitais da rede privada focada em longevidade e saúde integrativa. Paixão por saúde preventiva. Participa ativamente de um coro coral amador local.