Câncer na terceira idade: a importância do cuidado integrado para o tratamento - Informações e Detalhes
Aos 60 anos ou mais, os indivíduos representam 70% dos diagnósticos de câncer no Brasil, conforme dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA). Esse panorama evidencia a relevância da oncogeriatria e do cuidado integrado no enfrentamento dessa doença, que, apesar de desafiadora, não deve ser encarada como uma sentença de morte.
A discussão sobre como garantir não apenas a sobrevida, mas também a qualidade de vida dos pacientes idosos, é cada vez mais urgente. Um modelo de atendimento que envolve equipes multidisciplinares tem se mostrado eficaz. Nesse contexto, profissionais como oncologistas, geriatras, nutricionistas e fisioterapeutas trabalham juntos para avaliar o paciente de forma global, levando em conta não só os aspectos físicos, mas também emocionais, funcionais, cognitivos e sociais. Essa abordagem permite a elaboração de planos terapêuticos personalizados, voltados para cada necessidade específica.
De acordo com o oncologista André Luiz Pedrini Tófoli, da MedSênior, muitos pacientes idosos convivem com outras condições de saúde, como hipertensão e diabetes, além de limitações funcionais. Por isso, um acompanhamento integrado é fundamental para garantir a segurança durante o tratamento e a adesão às terapias, promovendo um maior bem-estar ao longo de todo o processo.
Uma pesquisa recente, apresentada no Encontro Anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica (ASCO), acompanhou 41 pacientes com idade média de 70 anos que se dedicaram a exercícios aeróbicos e de resistência por 12 semanas. Os resultados mostraram uma redução significativa nos níveis de depressão e ansiedade, além de melhorias no condicionamento físico e na diminuição de dores, fadiga e náuseas. Esses dados desafiam a crença antiga de que pacientes com câncer devem apenas repousar, evidenciando que a atividade física, quando orientada por um médico, pode auxiliar na diminuição dos efeitos colaterais do tratamento, independentemente da idade ou do estágio da doença.
A socialização também se destaca como um pilar importante no cuidado. Tófoli enfatiza que a solidão é um sentimento comum entre idosos em tratamento oncológico e recomenda que familiares e amigos incentivem atividades que promovam a interação social. Atividades como jogos, leituras e práticas cognitivas são essenciais para manter a mente ativa e ajudar no enfrentamento da doença.
A nutrição e a saúde emocional são componentes cruciais do cuidado integrado. A nutricionista Giselli Prucoli, também da MedSênior, ressalta que uma terapia nutricional adequada é vital para evitar a perda excessiva de peso, fortalecer o sistema imunológico e controlar os efeitos colaterais, reduzindo a necessidade de interrupções nos tratamentos. O suporte psicológico é igualmente essencial, auxiliando os pacientes a lidarem com a ansiedade e a depressão decorrentes da doença e das mudanças que ela impõe.
Os especialistas defendem que é necessário que as políticas públicas e os serviços de saúde ampliem o acesso a tratamentos de oncogeriatria e a programas multidisciplinares. O objetivo é transformar um diagnóstico que, em muitos casos, era sinônimo de limitações em uma fase da vida em que é possível tratar, conviver e, em diversas situações, vencer o câncer de forma humanizada e integrada.
Desta forma, o avanço nas práticas de oncogeriatria e o fortalecimento de equipes multidisciplinares são essenciais para garantir que os pacientes idosos tenham acesso a um tratamento de qualidade. A integração de diferentes especialidades médicas proporciona um cuidado mais completo e eficaz.
Além disso, a promoção de atividades físicas e a importância da socialização não podem ser subestimadas. A interação social e o exercício regular são fundamentais para melhorar a saúde mental e emocional dos idosos em tratamento.
É fundamental que as instituições de saúde e as políticas públicas se adaptem a essa realidade, proporcionando recursos e estrutura para que os profissionais possam trabalhar de forma colaborativa. Isso não apenas melhora o tratamento, mas também a qualidade de vida dos pacientes.
Finalmente, é necessário que a sociedade em geral amplie a compreensão sobre o câncer na terceira idade, deixando de lado preconceitos e estigmas. A informação e a conscientização são ferramentas poderosas para garantir que todos tenham acesso aos cuidados necessários.
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