Minas Gerais registra quinto caso de Mpox em 2026
02 MAR

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Saúde
Juliana Mendes Peixoto Por Juliana Mendes Peixoto - Há 1 mês
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A Secretaria de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) confirmou, nesta semana, o quinto caso de Mpox no estado em 2026. O novo diagnóstico refere-se a um paciente da cidade de Formiga, localizada na região oeste do estado. O diagnóstico foi confirmado no dia 24 de fevereiro, conforme informações divulgadas pela pasta.

Os outros quatro registros da doença ocorreram em Belo Horizonte, onde foram contabilizados três casos, e em Contagem, que teve um caso. A SES-MG destacou que todos os pacientes diagnosticados até o momento evoluíram para a cura e, felizmente, não houve registros de mortes em decorrência da enfermidade.

Até a presente data, o Ministério da Saúde já contabiliza 97 casos confirmados de Mpox em todo o Brasil neste ano, com a maioria dos casos ocorrendo entre homens na faixa etária de 30 a 39 anos, que somam 46 diagnósticos. No que diz respeito à distribuição geográfica, o estado de São Paulo lidera o número de infecções confirmadas, com 63 casos, seguido pelo Rio de Janeiro, com 15, e Rondônia, com 4. Os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina também registraram casos, totalizando 2 e 1, respectivamente.

A Mpox é uma doença causada pelo vírus Mpox (MPXV). Trata-se de uma infecção zoonótica, o que significa que a transmissão para os humanos pode ocorrer através do contato próximo com pessoas infectadas, especialmente por meio de relações sexuais. O período entre o contato com o vírus e a manifestação dos primeiros sintomas varia de três a 16 dias.

Os primeiros sinais da doença incluem febre súbita, dor de cabeça, dores musculares, dores nas costas, aumento dos gânglios linfáticos, calafrios e fadiga. Após cerca de três dias, o paciente pode começar a apresentar erupções cutâneas. O tratamento para a Mpox é focado em medidas de suporte clínico, com o objetivo de aliviar os sintomas, tratar complicações e evitar sequelas.

A vacinação contra a Mpox, conforme informações do Ministério da Saúde, é destinada apenas a grupos que apresentam maior risco de desenvolver formas graves da doença. Os grupos prioritários incluem:

  • Pessoas vivendo com HIV/Aids que apresentem imunossupressão, especialmente homens cisgêneros, travestis e mulheres transexuais com 18 anos ou mais;
  • Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com Orthopoxvírus;
  • Pessoas que tiveram contato de médio ou alto risco com casos suspeitos ou confirmados, após avaliação da vigilância em saúde.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a principal forma de prevenção da Mpox é evitar o contato direto com pessoas que apresentem suspeita ou confirmação da doença. Para aqueles que necessitam realizar esse contato, como é o caso de profissionais de saúde, recomenda-se o uso de luvas, máscaras e óculos de proteção. Além disso, é aconselhável que os infectados não compartilhem itens pessoais, como toalhas, roupas e lençóis, para evitar a propagação do vírus.


Desta forma, o registro contínuo de casos de Mpox em Minas Gerais e em outros estados brasileiros evidencia a importância de campanhas de conscientização sobre a doença. A informação adequada sobre os sintomas e formas de prevenção pode ajudar a minimizar a disseminação do vírus.

É essencial que a população esteja ciente dos grupos de risco e busque vacinas, quando necessário. O apoio às iniciativas de saúde pública é fundamental para controlar a situação e proteger os mais vulneráveis.

Além disso, a atuação do Ministério da Saúde deve ser intensificada para monitorar e tratar os casos diagnosticados, garantindo que não haja evolução para formas graves da doença. A transparência nos dados é crucial para que a sociedade compreenda a gravidade da situação.

Finalmente, a colaboração entre os cidadãos e os órgãos de saúde permitirá um ambiente mais seguro e saudável. Portanto, a vigilância e o respeito às orientações de saúde devem ser prioridades para todos.

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Juliana Mendes Peixoto

Sobre Juliana Mendes Peixoto

Mestre em Saúde Pública, com foco em bem-estar coletivo e nutrição. Atua em diversas ONGs de apoio comunitário e saúde da família. Apaixonada por ioga, meditação e jardinagem urbana em pequenos espaços residenciais.